RB...
Na verdade, ele esta ajudando a pagar, double-wham...E antes que voce comece a 
rir, voce tambem..

On Mar 11, 2010, at 5:50 PM, RioBORG wrote:

> ALÔ P.S.P!!!!
> 
> 
> VOCÊ ESTÁ PERDENDO DINHEIRO!!!!
> --
> GRATO.
> 
> 
> 2010/3/11 AKA <[email protected]>
> 
> 
> 
> 
> LUIS NASSIF O LAMBE BOTAS DO GOVERNO
> 
> LUÍS NASSIF RECEBE R$ 1.280.000,00 PARA ELOGIAR O GOVERNO
> 
> 
> EBC paga R$ 1,2 mi a jornalista pró-governo
> Folha de S. Paulo - 11/03/2010
> 
> Luís Nassif diz que "notória especialização" justifica contratação sem 
> licitação pela estatal que mantém TV Brasil
> RUBENS VALENTE
> ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA
> O jornalista e empresário Luís Nassif mantém um contrato anual, fechado sem 
> licitação, de R$ 1,28 milhão com a estatal EBC (Empresa Brasil de 
> Comunicação), vinculada ao Palácio do Planalto e responsável pela TV Brasil.
> A empresa de Nassif, Dinheiro Vivo Agência de Informações, produz um debate 
> semanal, de uma hora, e cinco filmetes semanais de três minutos.
> Do R$ 1,28 milhão do contrato, o jornalista fica com R$ 660 mil anuais a 
> título de remuneração, o que equivale a salário de R$ 55 mil. Os pagamentos 
> começaram em agosto. O programa estreou segunda-feira.
> À Folha, por e-mail, Nassif afirmou que os insumos de produção cresceram de 
> forma "não prevista no contrato original", por conta de "demandas adicionais 
> da EBC", e que a parte destinada à Dinheiro Vivo corresponde a R$ 49 mil 
> brutos mensais (ou R$ 39 mil líquidos), e não R$ 55 mil.
> Os outros R$ 558 mil do contrato são destinados ao pagamento de uma equipe de 
> nove pessoas e à compra de equipamentos. A gravação do debate é feita no 
> estúdio da EBC, que também custeia deslocamento e hospedagem de convidados.
> Em seu blog, Nassif tem se posicionado a favor do governo em várias 
> polêmicas, discussões e escândalos. A página também se caracteriza por 
> críticas a jornais e jornalistas.
> Após a Folha ter revelado, no mês passado, que a Eletronet, empresa 
> interessada em atos do governo, pagou R$ 620 mil ao ex-ministro da Casa 
> Civil, José Dirceu, Nassif tentou desqualificar os jornalistas e fez a defesa 
> de Dirceu.
> A Dinheiro Vivo foi contratada por inexigibilidade de licitação, prevista na 
> lei que regula as licitações. Indagado sobre isso, Nassif respondeu que a FDE 
> (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), vinculada à Secretaria de 
> Estado de Educação de São Paulo, adquiriu em 2009, também por inexigibilidade 
> de licitação, 5.499 assinaturas da Folha.
> Segundo a assessoria da Secretaria de Educação, idêntico procedimento foi 
> adotado para a aquisição de assinaturas do jornal "O Estado de S. Paulo" e 
> das revistas "Veja", "Época" e "IstoÉ". O objetivo das compras, segundo a 
> secretaria, é abastecer as bibliotecas de de escolas públicas no Estado.
> Para dispensar a licitação e contratar Nassif, a EBC argumentou que há uma 
> singularidade no programa. Trata-se de um debate de uma hora semanal com três 
> convidados, mediado por Nassif, que também recebe perguntas da plateia e de 
> internautas.
> Nassif disse à Folha que seu projeto já existia na TV Cultura, mas foi 
> "descontinuado" logo depois de ele ter escrito artigos sobre "a piora dos 
> balanços da Sabesp". Sobre a dispensa da licitação, o jornalista afirmou: 
> "Presumo que por dois motivos. Ponto um: notória especialização. Os prêmios 
> que acumulei ao longo de minha carreira e nos últimos anos atestam essa minha 
> especialização. Ponto dois: sou o criador do Projeto Brasil de discussão de 
> políticas públicas casando TV e internet apresentado à EBC".
> 
> Outros contratos
> A EBC informou que mantém outros quatro contratos fechados por 
> inexigibilidade de licitação. São relativos aos programas "Samba na Gamboa" 
> (R$ 1,2 milhão anuais), da produtora Giros, "Papo de Mãe" (R$ 1,99 milhão), 
> da produtora Rentalcam, apresentado pelas jornalistas Mariana Kotscho e 
> Roberta Manrezi, "TV Piá" (R$ 1,34 milhão), dirigido pela jornalista Diléa 
> Frate, e "Expedições" (R$ 1,66 milhão), da jornalista Paula Saldanha.
> O diretor jurídico da EBC, Luís Henrique Martins dos Anjos, diz que a 
> contratação de programas artísticos ou jornalísticos, cujos direitos autorais 
> pertencem a outras pessoas, sem licitação e por notória especialização está 
> amparada em um entendimento firmado pelo plenário do TCU, no acórdão nº 
> 201/2001, relatado pelo ministro Benjamin Zymler.
> Sérgio Sbragia, sócio de Diléa Frate na produtora Serpente Filmes, afirmou 
> que a escolha de sua empresa "foi um processo muito criterioso", que durou 
> cerca de um ano.
> A produtora Giros defendeu a dispensa da licitação. "O projeto "Samba na 
> Gamboa" é apresentado pelo artista Diogo Nogueira. Em função do saber notório 
> atribuído ao artista no mundo do samba (...), este contrato foi assinado de 
> forma excepcional, dispensando licitação", afirmou Maria Carneiro Cunha, da 
> Giros.
> A jornalista Paula Saldanha disse que o programa "Expedições" "está há 15 
> anos no ar, conquistando os melhores índices de audiência em todas as 
> emissoras em que foi exibido (Manchete, TVE e TV Cultura)". Procurada pela 
> Folha na última terça-feira, a Rentalcam não ligou
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