Olás,

Anoto a passagem que, para mim, é a mais relevante “*this experiment might
be more about marketing the power of their new model than trying to
actually advance computer-aided math.*“

E observo que estamos, em muitos sentidos (em especial no que é aludido na
passagem acima), tão-somente revivendo o *hype* de fins dos anos 1970
quando Appel e Haken anunciaram a prova do Teorema das Quatro Cores (as
mesmas expectativas são nutridas, os mesmos argumentos são mobilizados por
quem se empolga e por quem não se empolga com “a revolução”, os mesmos
desvairos metodológicos são cometidos por matemáticos que se sentem
autorizados a filosofar sobre o que fazem sem considerar dialogar com quem
filosofa sobre e tem bom conhecimento de história da matemática… ). JM
outro dia falou que seria bom termos uma versão revistada e atualizada
do *Computer,
Risk and Trust* de MacKenzie, e eu estou de acordo - embora eu também pense
que o que de fato precisaríamos, em alguma medida, é de mais sensibilidade
filosófica no debate. E, a meu ver, muitas vezes os matemáticos, por mais
famosos e badalados que sejam, simplesmente não a possuem. Saber fazer
matemática não é garantia alguma de que a reflexão filosófica sobre a
matemática, feita pela mesma pessoa, tenha qualidade e relevância
garantidas. (O mesmo vale para a Física, claro, vide Stebbing e
Wittgenstein contra os divulgadores de física de seu tempo etc..).

*Nem tudo o que reluz é ouro*, já diz a cantiga de capoeira, e dar uns
passos atrás antes de preconizar grandes e radicais mudanças em alguma
prática científica pode ser uma boa atitude.

Saludos,
G.


Gisele D. Secco <https://philpeople.org/profiles/gisele-d-secco>

On Thu, May 21, 2026 at 3:55 PM Marcelo Finger <[email protected]> wrote:

> Comentários de Cal Newport:
>
>
> *How was the model able to solve something that human mathematicians had
> failed to do? In a companion article
> <https://substack.com/redirect/e0aa91a6-ee19-4a6d-9c23-b0364f74cb90?j=eyJ1IjoiMWdkbDIzIn0.yl_tvL8NFSMF6Kwy2EAx5E8YnGOrNvVQD6XswTgZk9g>
>  released
> by OpenAI, the mathematician Thomas Bloom, who reviewed the full model
> output, identified the factors that came together to make this
> counterexample ripe for LLM-aided discovery. He noted that though the
> conjecture is old, those who have worked on it have largely shared Erdos’s
> original belief that it was true and therefore focused on trying to solve
> it. What the LLM-based tool did instead was to systematically apply and
> extend existing techniques in search of evidence that the conjecture was
> false. Here’s Bloom: “[the AI’s] success here echoes previous achievements:
> it often produces the most surprising results by persevering down the paths
> that a human may have dismissed as not worth their time to explore,
> combining superhuman levels of patience with familiarity with a vast array
> of technical machinery.”*
>
> *A few observations of my own:*
>
> *(1) Non-mathematicians might not be familiar with the degree to which
> LLM-technology has been combined with existing computer-aided math tools
> <https://substack.com/redirect/1e31da24-4660-454d-8469-f0886cc74ec4?j=eyJ1IjoiMWdkbDIzIn0.yl_tvL8NFSMF6Kwy2EAx5E8YnGOrNvVQD6XswTgZk9g>in
> recent years to seek new math results through the systematic and patient
> exploration of techniques and corners of problem spaces that are too
> exhausting to interest most human mathematicians. The real technical
> headline of the new OpenAI result, therefore, is that chain-of-thought
> reasoning was able to accomplish this type of systematic solving without
> the much more intricate scaffolding used in most of these existing tools.
> That being said, the internal model used here, which many assume is
> OpenAI’s response to the truly massive Mythos LLM, is likely similarly
> massively expensive to prompt. The future of AI-assisted math will likely
> focus on smaller, cheaper, math-tuned LLMs combined with more powerful
> scaffolding. So, this experiment might be more about marketing the power of
> their new model than trying to actually advance computer-aided math.*
>
> *(2) I don’t think it’s accurate to say these examples of AI-supported
> mathematics mean the models are somehow “smarter” than human
> mathematicians. I think a better analogy might be how computer tools helped
> architects produce much more daring and complicated designs (like the Frank
> Gehry-designed Stata Center where I did my CS doctoral and postdoctoral
> work at MIT). These tools weren’t better architects than humans but made
> humans more capable architects.*
>
> *(3) From a business perspective, I actually think this announcement isn’t
> necessarily good news for OpenAI. There are few markets smaller and less
> lucrative than professional academic mathematics. The fact that this is the
> area where OpenAI is dedicating some of their top technical talent (like
> Noam Brown) underscores the degree to which, like the drunk searching for
> their keys under the streetlight, their most impressive results are limited
> to the smaller number of areas that are well-suited to LLMs (i.e., math +
> computer coding). If this model was brilliant in some more general way,
> obviously the better examples would be solving problems or automating
> processes that directly and obviously generate massive revenue or savings
> for the specific types of companies they hope to make their customers.*
>
> *In conclusion: AI’s role in math is genuinely important and exciting. I
> can think of any number of results I’ve worked on in my career where I
> could have moved faster or been more comprehensive if I had access to the
> latest generation of tools. But this intersection of AI and math is also
> very specific to this field and more nuanced and complicated than simply
> imagining AI systems as standalone mathematicians who are becoming
> increasingly brilliant. One should be wary of making ambitious
> generalizations from fields like math and coding to other potential
> applications of these models.*
>
>
>
> On Thu, May 21, 2026 at 2:51 PM Márcio Palmares <[email protected]>
> wrote:
>
>> Alguns comentários de alguns dos matemáticos convidados a se manifestarem
>> no artigo que comenta o resultado (o link para este artigo está na postagem
>> no site da OpenAI):
>>
>> Noga Alon:
>>
>> “A solução do problema pelo modelo interno da OpenAI é, na minha opinião,
>> uma realização extraordinária, resolvendo um problema em aberto de longa
>> data. O fato de que a resposta correta não é (n^{1+o(1)}) é surpreendente,
>> e a construção, bem como sua análise, empregam ferramentas bastante
>> sofisticadas da teoria algébrica dos números de maneira elegante e
>> engenhosa. Como explicam os comentários de alguns de meus colegas aqui, há
>> várias razões que ajudam a compreender por que ferramentas de IA podem ser
>> melhores do que seres humanos para encontrar uma construção desse tipo.
>> Concordemos plenamente ou não com essas razões, o fato é que a IA foi capaz
>> de fazer aqui aquilo que muitos excelentes pesquisadores humanos tentaram
>> fazer e não conseguiram.
>>
>> Assim como outros matemáticos que tiveram a oportunidade de experimentar
>> — ainda que apenas brevemente, no meu caso — o ChatGPT Pro 5.5, minha
>> impressão é que ferramentas de IA são capazes de transformar dramaticamente
>> a pesquisa em matemática. A nova e espetacular solução do problema das
>> distâncias unitárias de Erdős me convence de que é difícil superestimar o
>> impacto potencial completo dessa transformação.”
>>
>>
>> Thomas Bloom:
>>
>> “Um aspecto desta demonstração não deve ser negligenciado: embora a prova
>> original produzida pela IA fosse completamente válida, ela foi
>> significativamente aprimorada pelos pesquisadores humanos da OpenAI e pelos
>> muitos outros matemáticos envolvidos no presente artigo. O ser humano ainda
>> desempenha um papel vital na discussão, assimilação e aperfeiçoamento dessa
>> prova, bem como na exploração de suas consequências.
>>
>> As fronteiras do conhecimento são extremamente irregulares, e sem dúvida
>> os próximos meses e anos verão sucessos semelhantes em muitas outras áreas
>> da matemática, nas quais problemas em aberto de longa data serão resolvidos
>> por uma IA revelando conexões inesperadas e levando o maquinário técnico
>> existente ao seu limite. A IA está nos ajudando a explorar mais plenamente
>> a catedral da matemática que construímos ao longo dos séculos; que outras
>> maravilhas ainda invisíveis estarão aguardando nos bastidores?”
>>
>>
>> Tim Gowers:
>>
>> “Agora que vi a solução e também algumas das reações de pessoas que a
>> compreendem em detalhe, vejo-me não apenas tentando avaliar o que a IA
>> alcançou neste caso específico, mas também refletindo, de maneira mais
>> geral, sobre como tais avaliações podem sequer ser feitas. Ainda
>> conseguimos identificar alguma capacidade matemática que matemáticos
>> humanos possuam e que a IA ainda não possua? Se sim, qual poderia ser essa
>> capacidade, e como poderíamos demonstrar que a IA ainda carece dela?
>>
>> Quase certamente, a resposta à primeira pergunta terá de ser
>> quantitativa, e não qualitativa. Isto é, é improvável que consigamos
>> mostrar que existe algo que nós podemos fazer e que os modelos atuais de IA
>> não possam, em princípio, fazer de modo algum; mas talvez possamos mostrar
>> que ainda existem coisas que conseguimos fazer de maneira muito mais
>> eficiente do que esses modelos. Entretanto, quando um modelo acaba de
>> resolver um grande problema em aberto, torna-se claro que mesmo uma
>> conclusão modesta como essa não será simples de demonstrar — e, na verdade,
>> nem sequer é obviamente verdadeira.
>>
>> (...) Em todo caso, não há dúvida de que a solução do problema das
>> distâncias unitárias constitui um marco na matemática produzida por IA: se
>> um ser humano tivesse escrito o artigo e o submetido aos *Annals of
>> Mathematics*, e eu tivesse sido solicitado a dar uma opinião rápida, eu
>> recomendaria sua aceitação sem qualquer hesitação. Nenhuma prova
>> previamente gerada por IA chegou sequer perto disso.
>>
>> Além disso, ainda que seja correto afirmar que a IA ainda não consegue
>> encontrar uma prova que exija uma longa sequência de dicas, tais provas
>> também são extremamente difíceis de encontrar para seres humanos. Assim,
>> mesmo no improvável caso de que o progresso da matemática produzida por IA
>> venha subitamente a estagnar, provavelmente já entramos numa era em que
>> será muito difícil para seres humanos competir com a IA na resolução de
>> problemas matemáticos.
>>
>> Escolhi cuidadosamente minhas palavras aqui, porque resolver problemas
>> não é tudo o que os matemáticos fazem. Meu palpite é que a IA em breve
>> também atingirá um alto nível em outras atividades, como construir teorias,
>> formular definições e fazer perguntas interessantes — mas essa já é uma
>> discussão à parte.”
>>
>>
>> Arul Shankar:
>>
>> “Na minha opinião, este artigo demonstra que os modelos atuais de IA vão
>> além de meros auxiliares de matemáticos humanos — eles são capazes de ter
>> ideias originais e engenhosas, e então levá-las até sua plena realização.”
>>
>>
>> Jacob Tsimerman:
>>
>> “Este é um trabalho realmente impressionante, e eu o aceitaria para
>> qualquer periódico sem hesitação. Na verdade, trabalhei brevemente nesse
>> problema e tentei construir um contraexemplo, mas não consegui fazer
>> progresso.
>>
>> (...) Trata-se definitivamente de uma construção intimidadora de
>> compreender em profundidade, mesmo quando se sabe o que está acontecendo —
>> e ainda mais difícil de explorar por conta própria. É sempre tentador olhar
>> para uma demonstração concluída e, retrospectivamente, declará-la óbvia.
>>
>> Isso talvez indique uma das maneiras pelas quais sistemas de IA possuem
>> vantagem: não é apenas que eles podem testar todos os métodos conhecidos,
>> mas que conseguem explorar por mais tempo e em águas mais traiçoeiras do
>> que os matemáticos humanos, sem se deixarem sobrecarregar. Evidentemente
>> isso ainda não é robustamente verdadeiro, mas talvez estejamos diante de um
>> evento precursor do que está por vir.”
>>
>>
>> O mais explosivo, do ponto de vista filosófico, é o comentário do Tim
>> Gowers. Talvez a diferença entre o raciocínio matemático humano e o de
>> máquinas seja apenas quantitativa, não qualitativa.
>>
>> Matemáticos humanos não vão desaparecer... Até hoje, nenhuma automação
>> eliminou completamente a necessidade de seres humanos. O que muda é a
>> natureza do trabalho e, aqui, a natureza da prática científica.
>>
>> Seres humanos exteriorizam sua imaginação criando ferramentas, máquinas,
>> tecnologia.
>>
>> Agora, exteriorizamos nosso pensamento matemático, ou certas porções
>> dele. De um machado de pedra para uma máquina capaz de fazer matemática...
>> Podemos delegar à máquina a resolução de alguns problemas. E ela pode se
>> sair melhor do que nós em certos casos (do mesmo modo que uma escavadeira
>> se sai melhor do que um indivíduo com uma pá). Mas não se trata de força
>> bruta. Este caso mostra criatividade, engenhosidade: exteriorização de
>> faculdades humanas.
>>
>> Para um materialista no sentido filosófico, isso tudo é surpreendente em
>> um único sentido: somos matéria estelar que adquiriu vida e consciência
>> (Carl Sagan). Somos máquinas biológicas. Se fosse impossível construir
>> máquinas capazes de imitar certas faculdades humanas (inteligência
>> matemática), então nós não existiríamos.
>>
>> Essa revolução é parecida com a descoberta do fogo. Ao dominar o fogo o
>> homem livrou-se de uma pesada carga de superstições opressivas... Ao
>> fabricarmos inteligência, o misticismo em torno dela desaparece. Não há
>> força vital, nem sopro divino, nem espírito nem qualquer coisa além de
>> matéria organizada... E essa matéria pode ter evoluído naturalmente, ou ser
>> fabricada por nós.
>>
>> Os sonhos de ficção científica em que teríamos contato com seres
>> extraterrestres e eles nos comunicariam matemática inédita se tornaram, de
>> certo modo, realidade. Mas o outro, em nosso caso, não é de outro planeta.
>> É uma exteriorização de nós mesmos...
>>
>> Abraços,
>>
>> M.
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>> Em quinta-feira, 21 de maio de 2026, Joao Marcos <[email protected]>
>> escreveu:
>>
>>> "That future still depends on human judgment. Expertise becomes more
>>> valuable, not less. AI can help search, suggest, and verify. People
>>> choose the problems that matter, interpret the results, and decide
>>> what questions to pursue next."
>>> https://x.com/OpenAI/status/2057176204541866087
>>>
>>> JM
>>>
>>>
>>> On Thu, May 21, 2026 at 9:20 AM Márcio Palmares
>>> <[email protected]> wrote:
>>> >
>>> > Mais uma notícia fresquinha, de ontem, 20 de maio:
>>> >
>>> >
>>> https://openai.com/index/model-disproves-discrete-geometry-conjecture/?fbclid=Iwb21leAR70wRjbGNrBHvS-2V4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHmQmX3SaJKMzxrShUm1ayEj8rCbCaBriYmic2XPiF5MMzVEHxOGKhylp5uwg_aem_eLvRgvwamTIM02GDC5zQig
>>> >
>>> > Dessa vez, porém, não é um problema muito específico no qual pouca
>>> gente estava trabalhando. Não é um problema de olimpíada.
>>> >
>>> > Agora é um marco histórico mesmo, como diz o Tim Gowers no artigo com
>>> os comentários.
>>> >
>>> > Uma máquina resolveu um importante problema em aberto, um problema
>>> clássico.
>>> >
>>> > Essa era a última trincheira do ceticismo: "OK, mas as máquinas
>>> resolvem por força bruta, nunca de forma realmente inteligente; OK, mas as
>>> máquinas geram provas totalmente incompreensíveis, que nada acrescentam ao
>>> conhecimento humano; OK, mas máquinas resolvem apenas problemas de livro,
>>> de olimpíadas, nunca um importante problema em aberto."
>>> >
>>> > Tudo isso caiu por terra. A última trincheira desse ceticismo foi
>>> tomada.
>>> >
>>> > É uma sorte a nossa, vivermos nesses tempos, podermos presenciar uma
>>> revolução científica...
>>> >
>>> > Abraços,
>>> >
>>> > M.
>>>
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>> .
>>
>
>
> --
> Marcelo Finger
>  Departament of Computer Science, IME-USP
>  http://www.ime.usp.br/~mfinger
>  ORCID: https://orcid.org/0000-0002-1391-1175
>  ResearcherID: A-4670-2009
>
> Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação
>
> Universidade de São Paulo
>
> Rua do Matão, 1010 - CEP 05508-090 - São Paulo, SP
>
> --
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