E o seu objetivo de comunicação, prezado Rafael, não foi e nem será
alcançado. Pouca gente vai ter a paciência que tive para ler toda essa
ladainha. Sinceramente não sei o que te levou a "requentar" o assunto, mas
pelo menos agora eu sei que você é graduado em Letras (Português/Inglês) e
Mestrando da Faculdade de Letras.

Abraços.

2008/12/5 rafael Almeida <[EMAIL PROTECTED]>

>
> Meu Deus !!! Como graduado em letras Português/Inglês  e mestrando da
> Faculdade de Letras não posse deixar de deixar um breve comentário
> sobe a questão do "entereçar" e do "Nois pagamos".
>
>
> Existem várias modalidades da Língua portuguesa a oral, a escrita, a
> coloquial, a formal e por aí vai. Um bom comunicador no conceito
> sociolingüística é aquele que sabe adequar o seu discurso à situação
> concreta em que esta vivendo, sendo assim é diferente a forma como
> você conversa com sua mãe em casa da forma como conversa com seu
> professor na faculdade,  com os amigos ou em uma entrevista de
> emprego.
>
> Creio que as críticas do tipo reducionistas como erro de ortografia (e
> que geralmente são as mais freqüentes e quando não únicas, pois
> dificilmente alguém faz uma correção verdadeiramente construtiva
> quando existe algum erro de estrutura sintática truncada ou falta de
> paralelismo semântico) são muito fáceis de apontar o dedo, pois estão
> ao alcance de todos são redundantes e além do mais extremamente
> óbvias, haja vista que uma grande parcela das pessoas que leram o
> e-mail contendo os desvios da norma culta da língua utilizados pelo
> autor do e-mail entenderam a mensagem que o autor do e-mail queria
> passar, tanto é que sentiram-se no direito de fazer correções
> (elementares, diga se de passagem ).
>
> O e-mail pode revelar-se um um meio de comunicação tanto formal quanto
> informal que pode ser elaborado de forma rápida e objetiva como um
> recado falado, porém de fato existe o mínimo de cuidado a tomado
> quando da sua elaboração, claro que o fato de falta de aptidão para o
> domínio dessa ou a quela área, como foi citado pelo colega,  nesse
> caso a língua portuguesa há de ser considerado, mas deixo aqui apenas
> duas observações:
> A primeira uma sugestão ao autor do e-mail que, quando possível,
> observe melhor o seu texto mesmo quando o mesmo é breve e ao leitores
> com olhos ferozes e desejo latente de se fazer apresentar superior por
> meio de comentários do tipo casa se escreve com S e não com Z um
> alerta nesse contexto não vai efetivamente acrescentar em nada o
> objetivo da mensagem: ser decodificada pelo leitor.
>
> Caro colega suas criticas serão muito bem aceitas e pertinentes ao
> evidenciar desvios que por ventura possam aparecer em textos formais
> jornalísticos veiculados para grandes massas que necessariamente devem
> pertencer ao mais castiço português  tais como revistas Veja etc.
>
>  Quando de fato caro colega crítico você visualizar inconstâncias
> nesses textos fique feliz, pois a esse grau de conhecimento e
> proficiência da língua portuguesa você terá um conhecimento de fato
> abrangente dos meandros da Língua Portuguesa. Por fim, é  bonito
> escrever "nois vai"? Não, não é mas também não faça de pequenas ondas
> um maremoto o objetivo da comunicação naquele momento  foi alcançado.
>
> Rafael Ramos
>
> >
>

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