Ressaca pouca é bobagem. Ao meio dia e meia saio do trabalho pra tomar cerveja
gelada com tambaqui e jambu. Depois, como diz OFF, jiboar até amanhã as seis da
madruga. Gravações mil para o domingão. Confirmo uma rápida passagem no show de
Romildo.
Asterix
Mandrix
Mandraque
Cadê Hendrix ?
---------- Início da mensagem original -----------
De: [email protected]
Para: [email protected]
Cc:
Data: Sat, 16 Aug 2008 12:00:56 -0300
Assunto: Re: [becodalama] Rubens Lemos
> Acabei de falar em vc, de bem, claro, vejo aqui no seu gmail a mensagem:
> AGORA SIM!
> Vai trabalhar caroLex e depois da campanha a gente comemora com uma boa
> conversa regada a spirits e fermentados.
> Sim, comprei na city o jornal, nadica de nada do homem da lanterna mandar
> meu boleto, e claro: meu exemplar! Afe!
> Mas num tou cobrando, num quero dar trabalho ao meu amigo.
>
> abraço
>
> Orf
>
> 2008/8/16 Alex de Souza <[EMAIL PROTECTED]>
>
> > asterix? tenho os dois, inclusive o desenho animado lançado recentemente
> > q1ue desde djá deixo recomendado ao amigo (10 contitos na americanas, o
> > problema é só achar).
> >
> > Lex - com saudade do tempo que tinha tempo pra reler minhas asterix (que em
> > francês, olha só, eles falam 'asterís', legal isso).
> >
> > 2008/8/16 Ørf <[EMAIL PROTECTED]>
> >
> > Não, meu caro, costumo ler com acuidade e cuidado o que respondo de
> >> amigos. Vi que você 'titulou de roubado ou algo assim do Blog de Yasmine,
> >> do qual aliás eu sou leitor assíduo.
> >>
> >> Iinté, voltei da Cidade Alta agora, grande fauna, até dei um abraço no
> >> nosso querido Plinius Ensandecidus, que descia, enquanto eu subia a Vigário
> >> Bartolomeu, rua onde nasci e onde sempre tenho que ir quando vou para a
> >> cidade, pisar no chão da minha 'Fortuna', loteria instalada na minha antiga
> >> casa, o danado é que termino gastando uma 'fortuna'(rss) quando acabo de
> >> sair de lá, por ex. Só no Ramos deixei uns 45 irreais, coisas que meu
> >> apetite de consumidor voraz não consegue desprezar: um Freud, uma
> >> Arqueologia da sua coleção de antiguidades, do Peter Gay, o mesmo da Bio, e
> >> um filme bom, Asterix, que é para minha filha Lilix desfrutar...e por aí
> >> vai.
> >>
> >> xer'Orf
> >>
> >> 2008/8/16 Ivan Júnior <[EMAIL PROTECTED]>
> >>
> >> Orfinho,
> >>>
> >>> A mensagem intitulada Rubens Lemos é um texto de Yasmine, viu?
> >>> Me pareceu que vosmecê achou que era de Rubens.
> >>>
> >>> Cheirão
> >>>
> >>>
> >>>
> >>>
> >>> ----- Original Message -----
> >>> *From:* Ørf <[EMAIL PROTECTED]>
> >>> *To:* [email protected]
> >>> *Sent:* Saturday, August 16, 2008 5:34 AM
> >>> *Subject:* Re: [becodalama] Rubens Lemos
> >>>
> >>> Ivanzinho, my dear!
> >>>
> >>> Minhas mujeres espionas, as que seu prestimoso gerente(?) Fernando tão
> >>> bem atendeu e tudo mostrou na sua empresa quando me narraram a ótima
> >>> visita
> >>> falaram de um projeto muito especial que estava sendo trabalhado, um livro
> >>> do Rubão!!!
> >>> Se você for meu amigo, como eu quero que seja, vai me dar o gostinho de
> >>> ver a capa -'omenos'!!! - hoje ou quando ficar pronta.
> >>> Romildón, nosso cantante de ouro vai cantar hoy, a canaia(eu e meus
> >>> heterônimos quase todos) estararemos lá, portanto se puder levar uma
> >>> pequena
> >>> amostra do trabalho, esse servo do Baron du Samedi, que agora vai dormir,
> >>> agradecido ficará.
> >>>
> >>> Cheirão!
> >>>
> >>> Orf
> >>> ps. o discão tá pronto, tomara que Yasmine goste, fiz uma mistureba boa,
> >>> levo tunaite!
> >>>
> >>> 2008/8/14 Ivan Junior <[EMAIL PROTECTED]>
> >>>
> >>>> Roubado do blog de YASMINE,
> >>>> <http://yasminelemos.blogspot.com/2008/08/pginas-do-homem.html> PÁGINAS
> >>>> DO HOMEM
> >>>>
> >>>> <http://4.bp.blogspot.com/_AAgzAAwR91E/SJyjWl_nsqI/AAAAAAAAAgk/_FwGs0h-7X0/s1600-h/paginas.jpg>
> >>>> Vasculhando
> >>>> algumas páginas alheias, li todos os desabafos, poemas. Encontrei nas
> >>>> letras, casa, a comida, os erros, amores quem sabe verdadeiros e as
> >>>> agonias
> >>>> de quase um mundo inteiro. Teve momentos que os sinais eram claros de um
> >>>> sentimento novo, mas já havia outros nas datas anteriores. No meio de
> >>>> tudo
> >>>> encontrei o homem que sentiu-se quem sabe, mais menino e livre. Mas
> >>>> faltavam
> >>>> folhas, os poemas foram chorando o lamento daquele que aos poucos
> >>>> enterrava
> >>>> um sonho. E a lacuna ficou aberta no meio do tempo.
> >>>> Quem o homem amou? Não sei, mas quem o amou, o levou vivo pra sempre,
> >>>> talvez ele jamais seja menino livre novamente. Depois de tentar
> >>>> organizar na
> >>>> mente as datas trocadas e inconseqüentes, passei a entender que nem
> >>>> sempre o
> >>>> tempo caminha igual com a gente ou as pessoas mudam e o homem ama ou
> >>>> pensa
> >>>> que ama novamente.
> >>>>
> >>>> Como se ele deixasse um caderno de juras sem datas, sem assinaturas,
> >>>> apenas as lacunas abertas para serem usadas a cada momento de uma certeza
> >>>> falsa. Era o homem que eu via. E o homem é assim todos os dias. Ama o que
> >>>> não vê e também o que toca, devora o que pensa que tem e o que lhe é
> >>>> servido
> >>>> na mesa.
> >>>> O pensamento dele, muitas vezes não sabe o que ele carrega também li
> >>>> isto nos poemas. Havia um destino e espaços diferentes entre o coração e
> >>>> a
> >>>> sua mente, que algumas vezes lhe enganou, mas não fingiu ao coração que
> >>>> se
> >>>> contorcia muitas vezes com a própria agonia.
> >>>>
> >>>> E dentro de mim não existia mais ninguém, era no homem que me encontrava
> >>>> como espelho no suposto espaço do tempo parado na minha mente cansada. O
> >>>> perdi meio que contente achando que havia crescido. Mas o homem não
> >>>> cresceu
> >>>> na minha visão.
> >>>>
> >>>> Conciliei menino, explosão, dor e pavor. Um completo torpor e assim
> >>>> segurava as linhas mal traçadas e ao mesmo tempo novamente o encontrava.
> >>>>
> >>>> Não sei bem o rosto do homem, às vezes um gigante e desconcertante por
> >>>> não saber caminhar em passos lentos, a corrida contra o tempo o fazia
> >>>> escorregar nos seus próprios pensamentos. A capa não chegava a ser de um
> >>>> livro, mas eu limpava o mofo dos deslizes de sentimentos, corrigia suas
> >>>> frases perfeitas e diferentes do que ele mesmo vivia. Achando que seu
> >>>> segredo viraria amuleto.
> >>>> Mas o homem era e é assim. Não saber conciliar verdade e alegria, mas
> >>>> sabia em tom de nostalgia brincar de amor em página antiga reciclando
> >>>> palavras ferinas enganando a dor.
> >>>>
> >>>> Como livro restaurado, mas de conteúdo fechado. Não sabia o que poderia
> >>>> ainda ler na sua estratégia de querer sempre fingir a força que sempre o
> >>>> fazia refém dos enganos mais assim continuei a segui-lo pelas letras e
> >>>> estilo.
> >>>>
> >>>>
> >>>> No final os olhos já não queriam enxergar, nem o coração entender, homem
> >>>> inquieto, deserto, disperso. Conclui: o homem é completo e belo, é
> >>>> livre, é
> >>>> animal apaixonado, descontrolado.
> >>>>
> >>>> Foi nos escritos que eu o encontrei, foi na realidade que eu acordei e o
> >>>> perdi.
> >>>>
> >>>> Yasmine Lemos
> >>>>
> >>>
> >>>
> >>>
> >>> __________ NOD32 3360 (20080815) Information __________
> >>>
> >>> This message was checked by NOD32 antivirus system.
> >>> http://www.eset.com
> >>>
> >>>
> >>
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> >
>