Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Reacionários do Beco 
Soube que meu nome tem sido blasfemado por algumas figuras caricatas do Beco da 
Lama em função de um texto que publiquei aqui e também na coluna que escrevo no 
Diário de Natal, intitulado Ponto de Cultura dá Samba. Os xingamentos se 
escondem em uma lista de discussão privada de membros do Beco. E pasme: no 
texto afirmo meramente que é estranho tanto interesse de alguns becolamenses em 
disputar a presidência da Samba, a Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e 
Adjacências, justo agora que concorre à verba de R$ 180 mil financiado pelo 
programa de Pontos de Cultura do Governo Federal, em parceria com o Governo 
Estadual.

Diga-me, amigo leitor, se escrevi algo errado ou passivo de discórdia? Diga-me 
se eu preciso ser frequentador assíduo daqueles chãos históricos para 
desconfiar - sem acusar - do fato? De reacionários o inferno está cheio. Não os 
temo. Nem os acuso, na verdade. Apenas levantei o tema para que fiquem cientes 
de que há pessoas atentas ao que ocorre na cultura natalense. Na verdade, torço 
para que a ânsia pelo posto seja para reverter a verba em benefícios para o 
Beco. O mesmo Beco do qual, mesmo sem frequentar assiduamente, tenho levado à 
mídia, sempre com notas e comentários elogiosos, como a divulgação do Festival 
Gastronômico, publicado ontem mesmo.

Guardo boas amizades dali e tenho meu apreço peculiar pelo lugar; uma empatia 
minha. Não preciso me filiar a Sociedades, grupinhos ou coisa parecida, embora 
ressalte a importância dessa união. Continuarei a divulgar os eventos, causos e 
fatos sem pedir nada entroca, sequer reconhecimento. E mais: vou beber minha 
cerveja lá quando der na telha. E abraço a quem for da família. 

Postado por Sérgio Vilar às 14:42 

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