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      De: [email protected]
    Para: 
      Cc: 
    Data: Sun, 14 Dec 2008 19:48:42 -0200
 Assunto: [becodalama] ASI+UFRN= dados disponiveis. copias mediante pedido

> *QG+Cascudo+**Marista+** Escola de Engenharia+UnB =..............=Bleargh!!!
> 
> Ditadura "fichou" 308 mil, revelam arquivos do SNI*
> 
> *Material, com cerca de 1 milhão de páginas, confirma que havia braços de
> espionagem por toda a máquina do Estado*
> 
> *Segundo levantamento de historiadora, pelo menos 248 unidades federais
> participaram da rede de informações dos militares*
> 
>  Reprodução
> 
>  *Costa e Silva (com braços erguidos) em visita a Curitiba, em 67*
> 
> * RUBENS VALENTE*
>  ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA
> 
> Pesquisados com profundidade a partir de dezembro de 2005, quando foram
> finalmente entregues à coordenadoria regional do Arquivo Nacional de
> Brasília, vinculado à Casa Civil da Presidência, os arquivos do SNI (Serviço
> Nacional de Informações) revelam a extensão da espionagem exercida pela
> ditadura sobre milhares de brasileiros entre 1964 e 1985.
> Até então, os arquivos ficavam na própria Abin (Agência Brasileira de
> Inteligência).
> De acordo com os registros do Arquivo Nacional, 308 mil brasileiros foram
> fichados pela ditadura. Ao ter o nome inserido no Cada, a sigla do Cadastro
> Nacional do SNI, a pessoa recebia um código, precedido da letra "B" e de um
> número. As fichas remetem a outros arquivos, todos microfilmados. O material
> compreende cerca de 1 milhão de páginas sobre o dia-a-dia desses alvos da
> ditadura.
> O trabalho do Arquivo Nacional confirmou que o SNI criou braços de
> espionagem por toda a máquina do Estado, dos ministérios às autarquias,
> passando por estatais e universidades.
> A historiadora Vivien Fialho da Silva Ishaq, supervisora do núcleo dos
> Acervos da Ditadura e assessora técnica da coordenadoria regional do Arquivo
> Nacional, fez um levantamento das unidades federais que recebiam e enviavam
> documentos do SNI e concluiu que pelo menos 248 lugares participaram da rede
> de informações. "Para a época, era um sistema monumental", diz a
> historiadora.
> A rede se valia de dois tipos de organismos: as DSIs (Divisões de Segurança
> e Informação), ligadas aos gabinetes dos ministros, e as ASIs (Assessorias
> de Segurança e Informação), criadas em outros órgãos.
> O Arquivo Nacional tem trabalhado para localizar e cobrar a entrega desses
> acervos pelos órgãos que compunham a rede do SNI. Em outra frente, o Arquivo
> atende aos pedidos de brasileiros que querem conhecer a extensão da
> perseguição que sofreram na ditadura. As fichas do SNI só podem ser
> consultadas pelos próprios interessados, pessoalmente ou por procuração.
> Vivien e sua equipe atenderam até agora cerca de 7.000 requerimentos.
> O Arquivo Nacional guarda ainda cerca de 449 caixas de documentos do
> Conselho de Segurança Nacional e 948 caixas da Coordenação Geral de
> Investigação, criada para investigar políticos da oposição e supostos atos
> de corrupção e desvios de servidores.
> 
> 
> Texto Anterior: Brigadeiro diz que jogos vão atrair
> turismo<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1412200804.htm>
> Próximo Texto: Casos tragicômicos revelam despreparo de militantes e
> militares <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1412200806.htm>
> Índice <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/inde14122008.htm>
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