(notícia antiga)
Na próxima quinta-feira, no Trafalgar Hotel, em Londres, o artista de Nova
Iorque, Daniel Edwards, exibirá uma estátua polemisíssima: o príncipe Harry,
vestido de soldado, bem mortinho da silva. O coitado é representado com uma
bíblia servindo como travesseiro e com um pingente pertencente à mãe em uma das
mãos encostada no peito, além de ter um abutre nos pés, ao lado de seu capacete
com um buquê de rosas.
Uma amiga de Lady Di, mãe de Harry, disse que a obra é "O produto de uma mente
doente. Poderia ter encontrado outra forma de homenagear as tropas no Iraque".
"Uma estátua em honra de quem, como o príncipe, queria, mas não conseguiu,
servir a pátria no Iraque", contra-ataca o artista, que se refere ao desejo
expresso no passado por Harry de permanecer por seis meses no Iraque junto das
tropas britânicas.
"É dedicada às pessoas corajosas que foram estimulados a tomar o lugar do
príncipe Harry", disse ironicamente Daniel Edwards, que ano passado reproduziu
Britney Spears nua como um cadáver com os órgãos removidos e a senadora
norte-americana Hillary Clinton como presidente dos Estados Unidos com um
generoso decote.
Aproveitamento sensacionalista da imagem do príncipe ou crítica à guerra?
Por Redação em 5/10/2007 as 16:47:00
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