Arquíloco Fr.126W<http://primeiros-escritos.blogspot.com/2008/05/arquloco-fr126w.html>
Tenho uma grande arte: eu firo duramente aqueles que me ferem. Tradução de Péricles Eugênio da Silva Ramos Arquíloco <http://primeiros-escritos.blogspot.com/2008/07/arquloco.html> θυμέ, θύμ', ἀμηχάνοισι κήδεσιν κυκώμενε, ἀναδευ δυσμενῶν+ δ' ἀλέξ<εο> προσβαλὼν ἐναντίον στέρνον ἐνδοκοισιν ἐχθρῶν πλησίον κατασταθεὶς ἀσφαλ<έω>ς· καὶ μήτε νικ<έω>ν ἀμφάδην ἀγάλλεο, μηδὲ νικηθεὶς ἐν οἴκωι καταπεσὼν ὀδύρεο, ἀλλὰ χαρτοῖσίν τε χαῖρε καὶ κακοῖσιν ἀσχάλα μὴ λίην, γίνωσκε δ' οἷος ῥυσμὸς ἀνθρώπους ἔχει. Ânimo, ânimo, convulso por aflições sem cura, Levanta, protege-te dos inimigos volvendo adverso peito em infensas traições próximo postado firme; E vencendo não exultes abertamente nem vencido em casa caído lamentes, Mas com alegrias alegra-te e deplora males Sem excesso: conhece qual ritmo rege os homens. Arquíloco Fr.126W<http://primeiros-escritos.blogspot.com/2008/05/arquloco-fr126w.html> Tenho uma grande arte: eu firo duramente aqueles que me ferem. Tradução de Péricles Eugênio da Silva Ramos & Arquíloco de Paros tradução de Maria Olívia Q. Saraiva fr. 8 W Esimides! preocupando-se com a censura do povo, ninguém experimentaria mesmo muito de agradável. fr. 11 W Pois, nem irei remediar algo chorando, nem pior irei torná-lo seguindo prazeres e festas. fr. 13 W Zombando do lastimável luto, ó Péricles, nenhum cidadão Se alegrará com festas, nem a cidade; É que, àqueles, uma onda do ruidoso mar levou e inchado de dor temos o pulmão. Os deuses, porém, para males incuráveis, ó amigo, a poderosa resistência deram como remédio. Ora um ora outro tem este mal; agora para nós voltou-se, gememos por uma sangrenta ferida, e logo a outros sucederá. O mais rápido possível resisti, afastando o choro próprio de mulheres. fr. 14 W Glauco, um homem mercenário é amigo só enquanto luta. fr. 134 W Pois não é nobre injuriar aos homens que morrem. 2009/3/5 augustolula <[email protected]> > *Eu queria tanto* > > *Ser um poeta maldito* > > *A massa sofrendo* > > *Enquanto eu profundo medito* > > * > Eu queria tanto* > > *Ser um poeta social* > > *Rosto queimado* > > *Pelo hálito da multidão* > > * * > > *Em vez* > > *Olha eu aqui* > > *Pondo sal* > > *Nesta sopa rala* > > *Que mal vai dar para dois* > > * > **Paulo leminski* > > > > > Em 04/03/2009 21:18, *augustolula * escreveu: > > > ** > > *Mas eu enfrentarei o Sol divino,* > > *o Olhar sagrado em que a Pantera arde.* > > *Saberei porque o laço do Destino* > > *não houve quem cortasse ou desatasse.* > > * > **Não serei orgulhoso nem covarde,* > > *Que o Sangue se rebela ao som do Sino.* > > *Verei o Jaguapardo e a luz da Tarde,* > > *Pedra do sonho, cetro do Divino.* > > * * > > *Ela virá - Mulher - aflando as asas,* > > *como o mosto da Romã, o sono, a Casa,* > > *e há de sagrar-me a vista o Gavião.* > > * * > > *Mas sei também que, só assim, verei* > > *a coroa da chama, e Deus, meu Rei,* > > *assentado em seu trono do Sertão.* > > * * > > *O SOL DE DEUS ( 1980) Ariano Suassuna* > > > > Em 04/03/2009 15:21, *augustolula * escreveu: > > > ** > > *Só de ouro falso os meus olhos se douram;* > > *Sou esfinge sem mistério no poente.* > > *A tristeza das coisas que não foram* > > *Na minh'alma desceu veladamente.* > > * * > > *Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,* > > *Gomos de luz em treva se misturam.* > > *As sombras que eu dimano não perduram,* > > *Como Ontem, para mim, hoje é distância.* > > * * > > *Já não estremeço em face do segredo;* > > *Nada me aloira já, nada me aterra:* > > *A vida corre sobre mim em guerra,* > > *E nem sequer um arrepio de medo!* > > * * > > *Sou estrela ébria que perdeu os céus,* > > *Sereia louca que deixou o mar;* > > *Sou templo prestes a ruir sem deus,* > > *Estátua falsa ainda erguida no ar...* > > * * > > *Estátua falsa (Paris, 1913) Mario de Sá-Carneiro* > > > > > > -- ÿØÿà Ørf "Não mostre para os outros o endereço eletrônico de seus amigos. Use Cco ou Bcc (cópia oculta) Retire os endereços dos amigos antes de reenviar. Dificulte a disseminação de vírus, spams, hoaxes e banners."
