11/03/2009 - 21h56 Padrasto de menina de 9 anos violentada em PE tenta se
matar na prisão   UOL Links Patrocinados<http://linkspatrocinados.uol.com.br/>

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e
engravidado<http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u510294.shtml>a
enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar
na
prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma
semana.

De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi
atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de
Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.

O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai
aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo
com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley,
ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.

O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado
sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que
possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que
passou a morar com a família.

A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e
foi submetida a um
aborto<http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u510294.shtml>na
semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não
divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A
mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.

O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo
maior <http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u531908.shtml> para
concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para
investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela
negou ter conhecimento dos abusos.

*Manifesto*

O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma
caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as
mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A
intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês

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