CARLOS EDUARDO AO VIVO31 de março de 2009
Por Franklin Jorge
NATAL - Encontro casual com o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves ao sair dum
restaurante em Petrópolis, para onde fui participar de uma confraternização com
dr. Albérico Batista, o empresário Laurence Nóbrega e os professores Carlos
Gomes e Honório de Medeiros.
Trocamos algumas palavras e ele me surpreendeu comentando os artigos que tenho
publicado nesta página que diz acessar todos os dias, acariciando com palavras
amáveis o vaidoso que há mim, sem a arrogância - espero - dum Serejo, de quem a
contragosto estou copiando a adiposidade e a pança. Ai de mim! que já fui tão
magrinho como Dom Nivaldo e Albimar Furtado, mas sem o mérito deles.
Ali, de pé, desfrutei desse prazer vicioso que resulta da enumeração - da
enumeração dos artigos que mais tocaram à sua sensibilidade - e que em último
caso denuncia o leitor atento e generoso que não se intimida em declarar de
viva voz sua admiração por um autor que se compraz em viver anonimamente em
Mossoró, na companhia dos livros e de suas gatas joviais e graciosas. Ou seja,
bem distante desse pastoril de borboletas do qual não descobri ainda se a Diana
é a prefeita Micarla de Souza ou o presidente da Fundação Capitania das Artes,
o todo serelepe César Revoredo.
Carlos Eduardo confessa-me que, entre outras coisas, descobriu no exercício do
mandato de prefeito de Natal que o mundo da cultura é um terreno minado e que
sob alguns aspectos chega a ser ainda mais complexo e tumultuoso do que o
munndo da política. Afinal, os intelectuais que professam alguma forma de
estética não são facilmente contentáveis e, nos últimos tempos, aprenderam a
fazer exigências e a tornar espinhosa a vida dos governantes. Concordo com ele.
Que gente dificil, essa, que se dispõe a pensar…
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