*KARA, AMAMHÃ COISA DAS 7 DA NOITE TEM REUNIÃO NA CAPITANIA PARA PENSAR O OITO DE MAIO... APAREÇA LÁ E CONVIDE O PLINIUS SANDERSSON TAMBÉM. ALRIGHT MAN! VOU TÁ LÁ. *
2009/4/4 Franklin Serrão <[email protected]> > 100 DIAS DE > NADA<http://www.franklinjorge.com/blog/2009/04/03/100-dias-de-nada/>3 > de abril de 2009 > > *Por Franklin Jorge* > > NATAL – A prefeita Micarla de Souza chega ao centésimo dia do seu mandato > sem ter nada para mostrar nem comemorar com os natalenses. Nenhuma > realização significativa, um farelo sequer de ação administrativa capaz de > justificar os votos de confiança que recebeu nas urnas, e não foram poucos. > Que me lembre, de comemorações do gênero, nenhuma que apresentasse resultado > tão pífio e decepcionante. Em quatro palavras, cem dias de nada. > > Empenhada em mascarar a inexistência de plano de governo, a filha de Carlos > Alberto desperdiçou os 100 primeiros dias do seu mandato em acusações > inócuas contra o ex-prefeito, o que aliás não tem resultado em nenhum bem > para a sua imagem, menos de administradora capaz do que de mulher valentona > que se compraz em bate-bocas e a trocar miudezas com adversários. > > São 100 dias de inação e descomprometimento com os munícipes, quando há > toda uma demanda reprimida a exigir as mais urgentes e determinadas > providências em favor de uma cidade crivada de problemas de toda ordem: > fundiários, infraestruturais, sociais, culturais e urbanísticos… > > A questão social então é um caso à parte. E tanto mais grave tudo isto > porque a solução dos problemas dependem de um secretariado que não tem o > perfil adequado para enfrentar crises e resolver problemas. São burocratas > jurássicos, oportunistas famélicos e uma moçada inexperiente, desajuizada e > sem comando. Muitos interesses e nenhuma política capaz de fazer a maquina > andar em busca do futuro. > > A rigor, depois do governo de Carlos Eduardo Alves, não podíamos supor que > uma administração subseqüente pudesse incorrer nas mesmas contradições e > recepcionar o mesmo nível de mediocridade do seu secretariado. Mas foi o que > aconteceu e nisto Micarla, ao repetir o seu antecessor, excedeu-se ao > generalizar a baixaria. Pelo menos, no governo de Carlos Eduardo tivemos por > algum tempo profissionais do nível do professor Honório de Medeiros. > > Já Micarla, em matéria de secretariado usou uma rede para fisgar as piores > alternativas e as reuniu atrás do balcão sem nenhum ordem de serviços… Neste > aspecto, a diretoria da Funcarte, como o órgão emblemático da cultura, > resume toda uma concepção filosófica da administração pública que de fato > preocupa ao apontar para uma espécie de indiferença à competência e ao > mérito. > > Porém, se não somos parvos, percebemos claramente as diferenças de estilo e > de competência entre o ex-prefeito e a sua sucessora no cargo: Carlos > Eduardo pautou-se pelo trabalho desde o primeiro momento, promovendo o > ordenamento legal da cidade, pois não tinha recursos para as obras > materiais; e só se perdeu mesmo no fim do seu segundo mandato em razão de > sua inabilidade política e por um excesso de auto confiança: quis ser uma > representação de Carlos Lacerda, seu modelo e seu ídolo, contando com a > ajuda de uma equipe intelectualmente precária e sem representatividade aos > olhos da sociedade. Só podia mesmo este seu projeto redundar em fracasso… > > Micarla, por sua vez, desde a sua posse optou por nada fazer e deixar que > as coisas se arranjassem por elas mesmas, sem intervenção humana. Seu único > esforço até agora foi o de se esmerar na composição de um secretariado que é > a tradução mal-feita de uma colcha de retalhos ordinária, distônica e > mal-alinhavada. > > E, na sua imprevidência ou arrogância genética tem se mostrado infensa às > lições que sempre podemos extrair da experiência, como a de não repetir > erros – ainda mais erros recentes e, por isto mesmo, ainda fresquinhos na > memória de todos. Assim, sem rumo, sem história e sem futuro, tem se perdido > em questiúnculas banais enquanto os problemas da cidade se multiplicam à sua > volta e ameaçam aplastrar o seu mandato. > > Esperava-se dela um governo novo e arrojado para Natal, mas Micarla fez a > opção inversa – a resignação ao convencionalismo e ao hábito — e agora > repete como farsa alguns de seus antecessores no cargo, trocando o trabalho > pelo falatório, a ação por acusações e ressentimento desbragado. Posterga-se > assim em meio ao caos urbano e administrativo a solução dos problemas e o > encaminhamento de demandas que não podem esperar. > > Aos 100 dias do seu mandato no cargo de prefeita de Natal, apresenta-se > Micarla à apreciação da opinião pública de mãos abanando o vácuo, > borboleteando sobre o emaranhado de problemas que já encontrou e aos quais > estão se somando os que se criaram da sua inércia e incapacidade de > administrar os desafios de uma cidade, tanto os práticos quanto os > políticos. > > > ------------------------------ > Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top > 10<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/>- > Celebridades<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/>- > Música<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/>- > Esportes<http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/> > > >
