*RESPOSTA DE UM SUPOSTO “INCUBO ENCARNADO” A UM DUBLÊ DE EDUCADOR E HISTRIÃO
*



              Para moralizar a cultura da cidade e evitar que um grupo de
aproveitadores e picaretas monopolizem nossa história, faço parte  de uma
chapa à nova Diretoria da SAMBA (Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e
Adjacências) e, por este motivo, venho sendo caluniado nas páginas da
Internet por um individuo (Plínio Sanderson), que me acusou de práticas
desleais e antiéticas, além de me acusar com baixarias. Devido a gravidade
das acusações, estou resolvendo na jurisprudência e preciso dizer algumas
coisas:

            Tenho muitos defeitos, exceto um, a desonestidade. Editei 260
livros de juízes, desembargadores, presidentes do Tribunal do Trabalho,
médicos, empresários, doutores, imortais da Academia Norte-rio-grandense de
Letras, jornalistas e cidadãos comuns, sem nunca ter sido acusado por nenhum
deles. No primeiro diálogo, sugiro ao autor pegar dois orçamentos em
editoras diferentes, para evitar qualquer ato desleal na nossa relação
editorial.

            Plínio, sei, é um “poeta” fracassado, que não existe no jogo do
bicho. Tem o ego maior que a cabeça de Chico Doido e a angústia de ser um
sub-Camus por nunca ter lançado um livro. É um pseudo educador, que parou no
tempo e engana na rede privada. É um zero à esquerda na história da
literatura norte-rio-grandense e um inútil que só aparece no dia da poesia,
sempre mordendo do erário polpudas quantias por “performances poéticas”,
muitas das quais risíveis e até ridículas. No último 14 de Março, ganhou
três mil reais da Capitania das Artes para dizer cinco bobagens e jogar um
dado para cima, numa histrionice patética.

            É um fantasma, que entrou pela janela dos fundos da Assembléia
Legislativa do Rio Grande do Norte, graças a um parente, na época
Presidente, o qual nunca mais foi reeleito, pelo que consta, lá só comparece
para receber o contracheque no final do mês.

            Usando uma linguagem incompatível com a educação, o “poeta”
baixou o nível com frases tipo “gozar no pau dos outros”. Coisa de quem não
é ninguém e não sabe travar um debate sem ofensas e baixarias de tal nível.

            Diz que o crítico/historiador Anchieta Fernandes o elogiou.
Quando? Onde? Tudo mentira! Anchieta Fernandes, autor do primeiro livro que
editei e reeditei, o famoso Écran Natalense, me contou a verdadeira
história: o tal do Plínio Sanderson pediu a apresentação de um livro (que
nunca foi publicado) e Anchieta fez, com a competência de sempre. No último
parágrafo, Anchieta diz que ele é um poeta que parou no tempo, etc. Ele, com
a cara de pau de sempre, disse a Anchieta que iria excluir o último
parágrafo do texto. Anchieta Fernandes, o mais competente jornalista e
crítico literário do RN, não aceitou retirar uma só vírgula e proibiu a
publicação.

            Poderia encher laudas e laudas com histórias e mais histórias
que mostram o maucaratismo e sua insignificância para nossa vida literária.
No entanto prefiro parar por aqui.

            Ah..., ele tem uma antiga conta não paga no Sebo Vermelho.

            Mais picareta que ele, só aquele famoso padre...



                        Abimael Silva

                        Sebista e Editor.


Natal, 08 de abril de 2009

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