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Acordei c'á chuva, batendo na têia,
gotêra pingando, tinindo no frande,
numa serenata, daquela bem grande,
qui nem numa praia, o cantá da serêia.
Foi se acelerando, meu sangue nais vêia,
pensei tu chegando, mode nóis se amá.
No meu pensamento, butei prá lascá,
dei u'a madêrada, sem dó nem piedade,
tivesse um óigarmo, de felicidade,
SE AMEMO A GALOPE NA BÊRA DO MÁ...
Bob Motta
NATAL-RN
27.Abr.2009
De: Chagas Lourenço <[email protected]> Assunto: [ALDEIA POTI] NESTES TEMPOS DE CHUVA...... Para: "Chagas Lourenço" <[email protected]> Data: Segunda-feira, 27 de Abril de 2009, 16:24
CHUVA NO TELHADO
Não ouvi
o farfalhar da chuva
no telhado,
dormia profundamente.
Sequer ouvi
o alarme estridente.
Senti apenas
os pingos dos teus sentimentos
inundando
meu coração.
Chl
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