Iracundo & virulento ‘Lee’ Osvaldo: 
Vc eh mesmo um troglodita!
 
Já estou acostumado com calúnias e infâmias. Uma a mais, uma a menos...
Desde criança, talvez pelo meu modo de ser, de andar, de olhar...
Fui adolescente em uma época toda especial, em que sair do círculo das regras 
de comportamento estabelecidas era um escândalo. 
Aí, desde então, ganhei fama, como um estigma.
Daí por diante eu seria capaz de qualquer infâmia...
De 1964 a 1966, justamente entre os 14 e 16 anos carreguei a pecha de 
maconheiro sem jamais ter sequer avistado um cigarro de maconha...
 
Já ouvi falar any coisas sobre mim, sobre minha conduta desde sempre... Já 
senti many mágoas pelos arquétipos e juízos maledicentes...
Devo dizer que vc nem de longe expressou quão pior do que aquilo que usteds 
vomitou eu sou.
Porque vc, sim, really vomitou aquele texto.
Devia estar muito doido de birita, a droga mais nociva e da qual vc é o + 
fervoroso adict!
 
Já ouvi muitas lorotas sobre mim, todas errôneas. Nem umazinha verdadeira.
Podem não acreditar, todavia...
As mais estapafúrdias estórias já contaram sobre mim.
Lances e episódios atribuídos a mim...
Só quero ver quem prova...
 
Um fresco irrustido ousou bradar aos quatro ventos, virulentamente, que eu 
roubava livros nas livrarias e os revendia, mais adiante. Considero a mais 
ultrajante calúnia, esta aí. Tudo fruto de mentes odiosas, de um, como bem 
sentenciou Eli Celso: 
— Canalha!
Pois um veado irrustido, um não assumido, apaixonado por mim e por mim mesmo 
repreendido destilou venenosamente, com hálito putrefato, mentiras deslavadas, 
bem do tipo fascista: se meu inimigo não tem defeito notável, eu engendro um.
E vosmicê, como um bom fascista que sempre foi e será, intrinsecamente, 
visceralmente, trata de divulgá-las, de soltá-las (orf)erinamente como Faraó 
soltou as sete pragas no Egito.
Já ouvi muitas mentiras sobre minha pessoa...
Mas não ditas assim, tão crua, tão irracionalmente selvagem, de forma 
irresponsável e truculenta.
 
Nunca roubei livro de ninguém, nem de lugar nenhum. 
Ao contrário. Já tive os meus roubados. Como também muitos discos e, entre 
estes (muitos) sei exatamente quem os roubou. 
Já perdi um número considerável de livros e discos. Já dei livros. Já distribui 
discos (LPs) a várias pessoas. Já doei livros! Já vendi livros & discos & CDs 
bem baratinho...
Já troquei livros. Já emprestei livros. Já os tomei emprestado. Alguns, 
confesso, não devolvi. Muitos não me foram devolvidos...
Porém roubar livros. Jamais. Em parte alguma e desafio aqui, publicamente, 
nesse Beco virtual, e no real também, em suas adjacências, descendo pela 
Ribeira. Pelo Baldo, em busca do Alecrim; em Natal toda, no RN inteiro, no 
Brasil, Na América do Sur, no mundo e no Mundo, no planeta Terra, na atmosfera, 
no cosmo e no universo - pois que apareça aquele a quem eu roubei sequer um 
single livreto.
 
“Roubar em uma loja e revender na outra”.
 Que imaginação maquiavélica, que grande discípulo de Hitler, (teu venerando 
Furher) vosmicê se revelou! 
Eu farei confrontação, olho no olho, diante de testemunhas com aquele que 
disser, de viva voz, na minha frente, de quem e de onde eu roubei qualquer 
livro.
E prometo, solenemente, que não ficarei com nenhum ressentimento se ele (ou 
eles) conseguir provar ou convencer que eu realmente lhe roubei. 
 


Fim da primeira parte.
AMANHÃ TEM MAIS...
 


      
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