Repassando...
 
Vice-presidente de Investimentos e de Controladoria do Grupo M. Dias Branco, 
Geraldo Luciano Matos Júnior analisa a economia brasileira neste dia 7 de 
Setembro em que se celebra a independência política do País. Literalmente, do 
alto de seus 1,95 m, ele tem um ponto de vista privilegiado, pois está 
permanente, pessoal e eletronicamente ligado ao chamado mercado financeiro, ao 
qual costumam subordinar-se decisões da iniciativa privada e do Governo. Em 
janeiro deste ano, quando as trevas da crise invadiam o mundo, “imaginei o pior 
para o Brasil, confessa ele, apressando o passo da caminhada de 6 Km que fez, 
sábado, no calçadão da Beira Mar de Fortaleza. Juro que naquele momento temi 
que haveria, em 2009, a falência generalizada de empresas e a invasão das ruas 
pelas hordas dos que seriam desempregados, acrescenta, tentando esconder a 
exaustão do esforço físico que repete três vezes por semana para manter em 
ordem o ritmo de suas
 coronárias. Geraldo Luciano vai direto ao ponto: O presidente Lula foi muito 
sábio ao manter o discurso do otimismo, chamando a produção para produzir e o 
consumidor para consumir. E tomou as medidas corretas que injetaram dinheiro 
novo na economia. A crise não era a marolinha que o presidente previra. Mas, as 
consequências dela foram muito reduzidas pelo conjunto de providências tomadas 
sob a liderança de Lula. Em outros países, isso não aconteceu, exatamente 
porque faltou o líder. É sorte do Brasil, ter um líder, diz ele.
 
Bomfim.
 



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