ESTRATÉGIA & ANÁLISE-  ISSN 00331983
 
Dois artigos publicados nesta semana: A idéia de processo e a acumulação de 
forças necessária para a radicalização democrática e A soberania popular 
brasileira e o Pré-sal
 
A idéia de processo e a acumulação de forças necessária para a radicalização 
democrática 
13 de setembro de 2009, por Bruno Lima Rocha 

Neste artigo de difusão científica na forma de análise política com intenção de 
câmbio, irei tentar expor algumas perguntas básicas que apontam o conhecimento 
do terreno, das perspectivas de desenvolvimento organizativo e de inserção 
social com vistas à radicalização da democracia e do acúmulo de forças para a 
transformação social no longo prazo. O sujeito coletivo na fala (nós) se 
posiciona como este que aqui escreve está simplesmente aportando um grão de 
areia a área da teoria para a ruptura e entende que quem concorda com as 
premissas deste texto assim também se 
...
Na peleia pela ampliação dos direitos, deve-se passar para o exercício de uma 
forma de democracia sem representação profissional. Ou seja, a idéia de 
democratizar a democracia passa por romper com o pacto político 
liberal-burguês, exigindo do Estado Capitalista, mas ao mesmo tempo, gerando 
formas de democracia direta, tendo como eixo organizativo o federalismo 
político. Para isso é imprescindível a incidência e inserção de organizações 
políticas finalistas no interior dos movimentos constituídos. Do contrário, não 
há planejamento estratégico que sobreviva ao curto prazo das demandas 
setoriais. Esta é a forma de gerar uma luta e processo de longo prazo. 
Leia o artigo completo em: 
http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=1ab7c3dff542adfe3e5812d37992196a
 
A soberania popular brasileira e o Pré-sal
14 de setembro de 2009, da Pampa Federal de Valentes & Traídos, Bruno Lima 
Rocha 

O tema em pauta diz respeito tanto ao futuro das reservas brasileiras para os 
próximos 50 anos como a possibilidade de diversificarmos as matrizes 
energéticas com o fôlego da nova exploração. Mas, tudo depende de como será o 
modelo exploratório nas já devassadas águas internacionais do Brasil. 
Estabeleço um debate neste artigo, fugindo de rótulos e chavões, quase sempre 
mal lidos e mal intencionados. Estou de acordo com a exploração estatal de 70% 
do combustível fóssil abaixo da camada de sal. Mais, estou de acordo com alguma 
forma de capitalização da Petrobrás, nas franjas das reservas do pré-sal 
infelizmente já licitadas para companhias privadas. Neste sentido, também 
entendo ser a criação do Fundo Social uma necessidade para terminar com a 
divisão de tipo oligárquica dos royalties do petróleo.

Concluindo com plebiscito e debates de fundo 

Precisamos ir ainda mais longe. Não apenas derrocar a Lei de 1997, como termos 
um plebiscito para aprovar o Projeto de Lei No. 5891 – de 2009, proposta que 
torna lei o retorno da Petrobrás como empresa pública e a re incorporação das 
subsidiárias vendidas no famigerado programa de desestatização (a íntegra do 
texto se encontra aqui neste hiperlink). Uma lei como essa, embora seja básica 
e necessidade urgente, não se conquista com negociações de gabinete, mas sim 
com a força e grito das ruas. Tal como foi na campanha O Petróleo é Nosso, tal 
como sempre será neste sistema e sob qualquer regime de intermediários 
profissionais como governantes de turno. 

O fundamental é assumirmos que nenhum dos temas acima é menos importante do que 
a defesa do Petróleo Tem Que Ser Nosso, mas que sim, para isso, é fundamental 
reconquistar ao menos o status de empresa estatal (equivocadamente chamada de 
“pública”) e erradicar o regime de economia mista. Já seria um grande avanço, a 
altura da categoria petroleira, aquela que já foi a espinha dorsal do 
sindicalismo brasileiro. 
Leia o artigo completo em: 
http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=6ae337eccb4faf5a6dd77c3a166c5fde
 
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