hahaha boa Alex!

cara, nem precisa de endereço:

é só fingir que está de bobeira em alguma esquina ali na Vila que na certa
vem neguinho pra oferecer... é phoda!!!

ninguém vem chamar pra orar, estudar, nadar, ler...

abrass

2009/9/18 Alex de Souza <[email protected]>

>
>
> podiam publicar a lista!
>
> Lex
>
> 2009/9/17 Yuno Silva <[email protected]>
>
>>
>>
>>
>> <http://2.bp.blogspot.com/_IrbyFrxwx98/SrKwFkC_UCI/AAAAAAAAFbQ/qRLTW3R6Gvk/s1600-h/GGI.jpg>TRIBUNA
>> DO NORTE - 19/jul/2009<http://tribunadonorte.com.br/noticia.php?id=116314>
>> Foto: Marcelo Barroso
>>
>> Equipe da Denarc conseguiu contabilizar as bocas de fumo em quatro bairros
>> de Natal e os número impressionam
>>
>> Um número que impressiona e que representa bem a aflição dos moradores de
>> Natal. Representa também o poder de alcance dos narcotraficantes, o
>> sofrimento de milhares de famílias e a incapacidade das polícias em
>> minimizar a influência do tráfico de drogas, que tomou conta da cidade.
>> Segundo um levantamento feito pela Delegacia de Narcóticos (Denarc) a partir
>> das denúncias realizadas pela população, em apenas quatro bairros da capital
>> são 758 os pontos de venda de entorpecentes.
>>
>> A informação foi passada semana passada, pelo delegado Odilon Teodósio,
>> que tem a dura missão de tentar diminuir o comércio de drogas em Natal. “É
>> só para se ter uma ideia de como está o tráfico aqui”, disse o delegado.
>> Foram escolhidos os bairros das Quintas, na zona Oeste, onde há 233 bocas de
>> fumo, Ponta Negra, na zona Sul, com 209 pontos, as Rocas, que tem 164 bocas
>> de fumo e o conjunto Vale Dourado, Zona Norte, onde foram registrados 152
>> pontos de venda.
>>
>> A título de comparação, o número de pontos de vendas de drogas nesses
>> quatro bairros é 457,35% maior que o número de escolas da rede municipal de
>> ensino em toda a capital, que é de 136. Se for comparado com o número de
>> unidades básicas de saúde na cidade, que é de 76, o número de bocas d e fumo
>> é 501,47% maior. A grande oferta significa um grande número de usuários, o
>> que, por tabela, quer dizer mais trabalho para a polícia em relação a outros
>> delitos. O tráfico de drogas traz com ele uma série de outros crimes como
>> homicídios, assaltos e furtos, que os dependentes cometem em busca de
>> dinheiro para comprar principalmente crack e maconha.
>>
>> “A gente vai atrás do traficante grande, porque desses pequenos fica
>> complicado”, explicou o delegado Odilon Teodósio, que essa semana comandou a
>> prisão do ex-policial militar Marcelo Marcondes da Luz, que atuava nas
>> Rocas.
>>
>> O experiente delegado conta que em Natal algumas delegacias distritais
>> colaboram na prisão de traficantes, também fazendo investigações contra o
>> tráfico. Mas defende que a colaboração poderia ser maior, já que a demanda
>> da Denarc fica pesada demais para o efetivo que é reduzido.
>>
>> Psicanalista conta o drama dos viciados
>>
>> Quem trabalha há muitos anos na recuperação de dependentes de drogas
>> percebe claramente como a grande oferta das substâncias atrapalha o
>> tratamento e a vida dos usuários. O psicanalista Stenio Saraiva Barros lida
>> diariamente com essas pessoas e vê o sofrimento delas em tentar se afastar
>> de substâncias que são trazidas até em serviço de motoentrega.
>>
>> Quando falou com a equipe de reportagem da TRIBUNA DO NORTE, Stenio
>> Saraiva havia acabado de atender minutos antes em seu consultório, um
>> viciado em cocaína, que lhe fizera uma revelação. “Esse rapaz acabou de me
>> dizer que vários desses pequenos hotéis no centro da cidade são pontos de
>> venda de drogas. A droga que você quiser é possível encontrar nesses pontos,
>> segundo o meu paciente”, disse o psicanalista.
>>
>> Segundo Stênio Saraiva, os pacientes que passam pelo consultório dele já
>> relataram do serviço de “disque-droga”, em que o usuário pode fazer o pedido
>> do entorpecente pelo telefone e uma pessoa vai deixar em uma motocicleta,
>> onde ele estiver. “A facilidade é muito grande. Anos atrás havia um ponto de
>> venda em um shopping da cidade. Era só chegar ao estacionamento, ficar um
>> tempo lá que o cara vinha lhe oferecer”, denunciou.
>>
>> O professor Stenio ressalta a dificuldade criada no tratamento para os
>> dependentes a partir da facilidade com que a droga é encontrada. Segundo
>> ele, o desejo do dependente sempre aparece, e se a droga está próxima, ele
>> pode saciá-lo e alimentar o vício sem qualquer problema.
>>
>> A disseminação das drogas pelas ruas tem um outro lado tragicamente
>> importante: cada vez pessoas mais novas têm acesso aos entorpecentes.
>> Saraiva lembra que atendeu em uma instituição pública, um menino de seis
>> anos que já usava crack. “Ele chegou lá com um estado de saúde que precisou
>> ir direto para o hospital. Desnutrido, magro, não tinha forças nem para
>> falar. O estado do menino era deplorável . Ele realmente precisava de ajuda
>> para poder largar o vício e a droga que o estava matando”, disse o
>> psicanalista.
>>
>> Entrevista: Elias Nobre - Delegado-Geral de Polícia Civil
>>
>> É possível dar conta de tantos pontos de venda?
>> Olha, o que dificulta nosso trabalho é o varejo do tráfico. A quantidade
>> realmente é grande e se a gente trabalha só no varejo fica difícil. Por
>> isso, a polícia hoje faz um trabalho direto na fonte. É uma questão de
>> prioridade. Atacando os grandes traficantes e prendendo, estamos combatendo
>> indiretamente os pequenos. Não adianta encher os presídios de peixes miúdos
>> e deixar os tubarões do lado de fora. Claro que já fizemos várias prisões
>> com pequenas quantidades de crack, como três ou quatro pedras, mas é preciso
>> atacar o grande.
>>
>> As drogas estão espalhadas por todos os bairros. O quanto isso dificulta
>> mais, visto que antes ela se concentrava mais na periferia?
>> Não só em todos os bairros, como em pequenas cidades do interior. Há
>> cidades que até pouco tempo atrás nem se sabia o que era droga, e hoje a
>> gente vê crianças drogadas no meio da rua. Aliás, este é um problema do país
>> inteiro. É um problema não só de polícia, mas principalmente social.
>>
>> Certamente o tráfico representa uma demanda maior porque acaba relacionado
>> a outros delitos...
>> Um exemplo é a quantidade de objetos apreendidos na casa de Marcelo (ex-PM
>> preso por tráfico no bairro das Rocas) esta semana. Todos trocados por
>> drogas. Para conseguir a droga o usuário acaba roubando ou furtando. Vemos
>> inclusive pessoas espancando os pais para conseguir dinheiro. Muitas vezes
>> estamos investigando uma quadrilha de traficantes e prendemos pessoas
>> envolvidas em roubo a bancos, de cargas ou grupos de extermínio.
>>
>> Adianta fazer trabalho policial, sem um outro de prevenção?
>> Se não houver o cuidado com o lado social, você pode construir uma cadeia
>> por dia, que todas vão encher.
>>
>> As delegacias distritais têm sido orientadas a fazer o combate ao tráfico,
>> ou somente a Denarc tem feito?
>> As distritais precisam fazer de tudo. Claro que a Denarc é uma
>> especializada. Mas apesar da competente equipe que temos lá, e o do delegado
>> que considero um dos melhores do Brasil, a demanda realmente é muito grande.
>>
>> Qual a importância do “Disque-Denúncia” para a polícia?
>> É a mais importante fonte de informação que temos. Todas as denúncias são
>> checadas pela pessoal da inteligência e investigadas pela delegacia
>> correspondente. É importante que a população continue denunciando, para que
>> nós possamos continuar fazendo as prisões.
>>
>>
>> --
>> Postado por Yuno Silva no .: SOS Ponta Negra . Natal . RN . Brasil 
>> :.<http://sospontanegra.blogspot.com/2009/09/natal-contabiliza-758-bocas-de-fumo-em.html>em
>>  9/17/2009 06:48:00 PM
>>
>
>  
>



-- 
[]s
Yuno.Silva:.*
» www.twitter.com/yunosilva
...............................................Natal RN Brasil...
» yunosilva [::skype]
» +55 84 8827-2006 [::celular oi]
» +55 84 9120-9370 [::celular claro]
» [email protected] [::msn + e-mail]
» caixa postal 2052 || 59090-970 [::correio]
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
» A luta não continua, ela é permanente!
» Antes de imprimir, pense no meio ambiente.

Responder a