Dunga53 A voz do poeta: http://bit.ly/3dXdbY
--- Em sex, 9/10/09, Bob Motta <[email protected]> escreveu: De: Bob Motta <[email protected]> Assunto: [becodalama] Enc: [ALDEIA POTI] A VOZ DO POETA...-Literatura de Cordel Matuta. Para: [email protected] Data: Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009, 13:41 --- Em sex, 9/10/09, Bob Motta <bobmottapoeta@ yahoo.com. br> escreveu: De: Bob Motta <bobmottapoeta@ yahoo.com. br> Assunto: [ALDEIA POTI] A VOZ DO POETA...-Literatura de Cordel Matuta. Para: aldeiap...@yahoogru pos.com.br Data: Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009, 13:40 A VOZ DO POETA... Literatura de Cordel Autor: Bob Motta N A T A L – R N 2 0 0 9 A diguinidade do hôme, a mardade é qui cunsôme, prá qui êle num atinja a meta. É um crime monstruôso, munto prá lá de horrorôso, calá a vóiz de um poeta. Tentá calá um poeta, no verso, na sua reta, dirmerecê seu refrão; é privá a naturêza, é capá sua belêza, na mente e no coração. É privá o coração, de acelerá cum emoção, de no fríi, sintí calô; é privá o apaixonado, de mandá o seu recado, ô bêjo, in verso de amô. Um poeta; num se cala; êle tráiz in sua fala, digo mais nuis versos meus; o amô, de tôda manêra, tráiz surriso e brincadêra, no seu dom, qui vem de Deus. Êle fala de sodade, de dô, de felicidade, dais coisa de sua lida; de alegria, de tristeza, do isprendô da naturêza, se inspira in tudo da vida. No riso de uma criança, no caríin, na isperança, de vivê dias mió; na isperiênça do idôso, no aconchego gostôso, do abraço de uma avó. No côipo de sua amada, no orváio da madrugada, na vorta do pescadô; no abôio do vaquêro, na canção do serestêro, in Jesus, Nosso Sinhô. Na procissão, no andô, in mintira de caçadô, in fofoca de capatáiz; in putêro de istrada, nais rapariga rodada, nais lamparina de gáis. No prêmo e no castigo, na carença do mindigo, no cantadô de viola; num cachorro dirnutrido, no sertanêjo sufrido, num passaríin na gaiola. Na iscuridão da ceguêra, no fulorá da rosêra, numa ôindia a se quebrá; numa mãe ninando o fíi, na correnteza de um ríi, in argúem qui tá prá chegá. No apito de um navíi, numa noite iscura, de fríi, ô in noite de lua chêia; num barco à vela na praia, ô mêrmo numa catráia, ô in lenda de serêia. Calá a vóiz d’um hôme dêsse; nem cum sombríi interêsse, nem à fôrça, num cala não. O poeta é portadô, é mensagêro de amô, de áima e de coração... Autor: Roberto Coutinho da Motta Pseudônimo Literário: Bob Motta Da Academia de Trovas do RN. Da União Brás. de Trovadores-UBT- RN. Do Inst. Hist. e Geog. do RN. Da Com. Norte-Riog. de Folclore. Da União dos Cordelistas do RN-UNICODERN. Da Associa dos Poetas Populares do RN-AEPP. Do Inst. Hist. e Geog. do Cariry-PB. E-mail: bobmottapoeta@ yahoo.com. br Site: WWW.bobmottapoeta. com.br Buscar no Google: Bob Motta Poeta Matuto. Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes ____________________________________________________________________________________ Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados http://br.maisbuscados.yahoo.com
