A repressão contra a FAG. Yeda acerta no que vê e atinge o que não conseguia enxergar! 06 de novembro de 2009, da Vila Setembrina da fração do Rio Grande que nunca se rende, por Bruno Lima Rocha
A tarde de 5ª feira, dia 29 de outubro de 2009, marcou a história recente da política do Rio Grande do Sul. Neste dia, a sede da Federação Anarquista Gaúcha (FAG) em Porto Alegre foi alvo de uma batida policial civil, que devidamente munida de mandado de Justiça (estadual, por suposto), partira em diligência para este endereço. O motivo, uma entrada de queixa crime por calúnia, injúria e difamação de parte da própria governadora de estado, a economista Yeda Rorato Crusius (PSDB), que entrara como pessoa física. As páginas que seguem expressam o ocorrido se aproximando do ponto de vista dos atacados e apresenta uma das interpretações passíveis de serem aceitas para explicar o porquê de procedimento discricionário. O foco é a batalha pelos direitos políticos de um coletivo contra o resguardo da imagem pessoal, alvo primário das batalhas político-midiáticas da contemporaneidade. Por suposto, a liberdade de expressão e a política como ferramenta de mobilização estão em jogo também. O neoliberalismo selvagem que vem tomando conta das entranhas do aparelho de Estado no Rio Grande necessita de um Executivo forte, autoritário e discricionário. O ocorrido Naquela tarde foi deflagrada a execução pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul de dois mandados judiciais de busca e apreensão em dois lugares simultâneos. Uma equipe da Civil – que nos estados oficia de polícia judiciária - foi em diligência contra a sede pública da FAG (na Cidade Baixa, bairro boêmio próximo do Centro de Porto Alegre) e, outra, partiu rumo ao endereço de hospedagem do portal vermelhoenegro.org (onde se congregam as federações e grupos estaduais aliados no Foro do Anarquismo Organizado, FAO) localizado na cidade de Gravataí, Região Metropolitana da capital gaúcha. Em tais ordens judiciais constava a autorização do Poder Judiciário Estadual de recolhimento de material impresso de propaganda, computador (CPU), memória (back up) e demais objetos relacionados à queixa criminal. Ressalte-se que a queixa, segundo o apurado, foi da própria governadora como pessoa física. Leia este artigo completo em: http://www.estrategiaeanalise.com.br Estratégia & Análise: a política, a economia e a ideologia na ponta da adaga. Expediente Editor Bruno Lima Rocha Revisão, diagramação e envio: Lisandra Arezi www.estrategiaeanalise.com.br Fone: 55 51 9974 8052 Correio: [email protected] msn: [email protected] skype: bruno.lima.rocha http://groups.google.com.br/group/estrategiaeanalise Agradecemos a publicação deste artigo, sempre citando a fonte e solicitamos o favor de enviar para nosso endereço eletrônico o LINK da página onde o texto foi reproduzido. Caso não queira mais receber os artigos, por favor, envie e-mail para [email protected]. Gratos pela atenção Estratégia & Análise e Equipe ____________________________________________________________________________________ Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados http://br.maisbuscados.yahoo.com
