fala Aluizio,

Estou firme, forte e convicto, inclusive de que não vale a pena tentar
convencer quem não quer dar o braço a torcer - temos que conquistar quem tem
dúvida, quem está aberto ao diálogo, quem acredita no poder do voto
válido...

Sabemos que o que está posto ainda não é o ideal, que ainda há corrupção
(bem menos que antes diga-se de passagem), que a PF está trabalhando como
nunca trabalhou antes, e mais uma porção de coisas...

Porém, também sabemos que as conquistas (urbanas, esportivas, sociais,
ambientais) estão avançando, que o segmento cultural nunca foi tão
valorizado e ouvido, que necessidades sociais ganharam atenção, que os
postos de trabalho formal aumentaram, que a academia (universidades e
institutos federais) vem ganhando terreno, que o setor de habitação nunca
ofereceu tanto teto pra pessoas de baixa renda, que milhões de pessoas
ultrapassaram a linha da miséria, que a classe média cresceu, que o consumo
cresceu, e mais uma porção de quês...

Confesso que não tenho estômago para ficar trocando farpas com gente que
tenta desqualificar, a todo custo, o Lula e o PT com argumentos superficiais
(quando existem), palavrões e reportagens da Veja. Só me resta lamentar
dessa turma que defende os indefensáveis do PSDB e DEMos da vida.

Grande abraço e vamos em frente multiplicar essa força,

Yuno.Silva:.*
» www.twitter.com/yunosilva


Em 27 de abril de 2010 07:45, Aluizio Matias
<[email protected]>escreveu:

>
>
> Grande Yuno,
>
> Um grande lance importante dessa campanha é que a grande mídia (Folha,
> Veja, Globo, Época, Estadão) já tomaram posição sobre quem vão votar (no
> caso José Serra) e em quem vão combater intensamente (Dilma, e aqui, acolá,
> Lula). Esse é um acordo de cavalheiros e de compensação para quem sempre
> apoiou FHC e a fraude da prorrogação do seu mandato e o imenso saldo
> bancário decorrente das propinas da privatização imposta pelo Governo do
> PSDB. Existe também um componente ideológico também. Esses mesmos
> apanhadores de "propina" no campo de centeio (saldo das privatizações)
> carregam o sotaque harvardiano do campo expressivo da Direita no Brasil. É
> muita coincidência: receber os benefícios do Governo FHC e ainda pousar de
> "pode mais" para enganar a sociedade brasileira. Não passarão. Por mais que
> façam uma campanha midiática baseada na mentira e na simulação, não podem
> enganar a maioria do eleitor brasileiro. Mas o fenômeno que mais me preocupa
> nessa nova campanha é os do "birutas de aeroporto". Essa está sendo a grande
> e ridícula novidade da campanha esse ano. Não chegarão. São tão
> incompetentes e ao sabor dos seus líderes "poderosos chefões" que não
> alcançam a democracia e ao desejo cidadão de termos uma boa qualidade de
> vida para todos brasileiros. Essa é a diferença. Um embate duro entre a
> direita pesada (comunicação, "pode mais" e "birutas") contra a alegria, a
> felicidade e o show de bola do povo brasileiro. Um novo tempo apesar dos
> perigos. Vamos simbora...
>
> Aluízio Matias
>
>

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