Contamos com sua presença!
 
Beijos
Cláudia

Vídeos (Entre Nós):

http://www.youtube.com/watch?v=EsRm1u_1MIU

http://www.youtube.com/v/y1tFMP6s2Jo&hl=pt-br&fs=1&";></param><param 








  
  
“Entre Nós” 

Prêmio Klauss Vianna/FUNARTE 

2008 

Release 

  

  



  

Não é de hoje que Diana Fontes e a antiga Corpovivo Cia. de Dança, a qual se 
baseia esse grupo, tem essa preocupação. Em seu repertório constam obras como 
“Depois do Sol” que retrata a loucura e os preconceitos nos tratamentos 
inadequados a que são submetidos. “Tire-me Daqui” foi concebido na época de 
Collor, em que diariamente éramos bombardeados pela corrupção. “Tire-me Daqui” 
foi construído através de metáforas com uma peste de mosquitos nos tirando o 
juízo. 

 Ao mesmo tempo, apaixonados pela nossa história e valorizando sempre a 
memória, celebramos os 10 anos da Corpovivo Cia.de Dança com “Comprai Juá, 
Jucá”, onde Danilo Guanais “vestiu o piano” de Oriano de Almeida, nosso 
homenageado. 

Enfim, não entendemos uma ação artística desassociada das tradições e dos 
conflitos sociais. 

O processo de montagem do “Entre Nós”, foi extremamente peculiar. Iniciamos com 
a discussão sobre o isolamento, “encapsulamento”, do homem em plena expansão da 
comunicação, as suas conseqüências e o que poderia abrandar essa solidão. Em 
seguida, buscamos através de exercícios da bioenergética, sob a orientação de 
Manuelle Flor, psicóloga com especialização nesse segmento, além de intérprete 
no espetáculo, as sensações que esse fato nos provoca. Descobrimos a 
gestualidade, materialização desses sentimentos e a codificação desses gestos, 
compondo a partitura corporal de cada personagem. 

Todo o processo foi permeado por cartas e relatos (diário de bordo) e a partir 
dessa codificação e reconhecimento pessoal de cada intérprete, entra a 
dramaturga Claudia Magalhães e define o texto. 

  

“Entre Nós”, estreou em setembro de 2009, passando pelas cidades de Mossoró, 
Caicó, Santa Cruz e São Gonçalo do Amarante, sempre com grande aceitação pelo 
público. Após as apresentações, convidamos o público para um bate papo, sobre o 
tema, sempre inquietante, do isolamento do homem na sociedade atual. Para nossa 
surpresa, tanto no interior, como em Natal, a aceitação do debate foi imensa. 
Mais de 30 minutos de indagações e reflexões acaloradas. Em outubro, 02 
apresentações na Casa da Ribeira, dentro do projeto “Cena Aberta”, com sucesso 
absoluto. Casa lotada os 02 dias e mais de 50 pessoas sem acesso a ingresso. 
Críticas maravilhosas e satisfação plena por parte da equipe, pela realização 
de um trabalho que, sem dúvida se tornará um marco na arte contemporânea do 
nosso estado. 

 O texto de Claudia Magalhães expõe com maestria e com propriedade os nossos 
anseios e inquietudes: 
  

 "Possuo uma crueldade excepcional que, quando adormecida, cede lugar a uma 
ternura intrigante, curiosa, que me entorpece, me alivia. Sou escravo dessas 
duas realidades. Elas me fazem nascer e renascer, todos os dias, e me tornam 
humano. Sempre que atravesso a delicada e invisível fronteira que as separam, 
sou tomado por uma espécie de estupidez execrável que, com o passar dos anos, 
me fez perceber que o espaço que separa a vida da morte é feito de silêncio, do 
simples quebrar de um salto, de uma brevidade não medida pelo tempo. Somos 
movidos por uma bomba-relógio chamada coração, cujo controle não nos pertence. 
Deixei de sentir revolta, aprendi a não brigar com o que desconheço, perdi o 
sentido do pecado."
  

“Juro pela minha alma que a partir desta noite a minha boca me será fiel. Vou 
agradecê-la pela dedicação, amor e carinho de todos os dias... Trocaremos 
inúmeras declarações de amor e caminharemos juntos, sem competição, na mesma 
velocidade, como quem segue a própria imagem num espelho. Faremos amor com o cé 
ao alcance das mãos e comeremos estrelas” 

  

“O meu amor me fez comer estrelas. Hoje, tenho verrugas no coração”. 
  
"...escondo-me em qualquer lugar dentro das infinitas possibilidades das 
palavras, em seus altares devassos, em seus inferninhos divinos, onde o 
ponteiro do relógio move-se na velocidade e na direção dos meus pensamentos, 
onde a única lei é a de perder o juízo. Sem escrever, enxergaria minha 
existência da mesma forma que meus olhos, desprovidos de um espelho, 
enxergariam minhas costas."


  


Ficha Técnica: 

Direção/Concepção/Roteiro: Diana Fontes 

Texto: Claudia Magalhães 

Assistente de Direção: Bianca Dore e Maurício Motta 

Administração Financeira: Danielle Flor 

Percussão: Maurício Motta e elenco 

Preparação: 

·         Balé Clássico: Domingos Costa 

·         Bioenergética: Manuelle Flor 

·         Contato Improvisação: Álvaro Paraguai 

Iluminação: Daniel Rocha 

Músicas: Naná Vasconcelos, Marcelo Camelo, Elgar e Kreisler 

Edição/efeitos musicais: João Felipe Santiago 

Cenografia: Maurício Motta e Diana Fontes 

Figurino: Manuelle Flor 

Arte Final: Marcelo Ximenes e Mércia Azevedo 

Construção coreográfica coletiva 

Elenco: 

·         Álvaro Paraguai 

·         Danielle Flor 

·         João Alexandre 

·         Jeane Souza 

·         Manuelle Flor 

·         Manoel Albuquerque 

·         Marcelo Ximenes 

  

Serviço: 

Casa da Ribeira – Projeto Cena Contínua 

Dias: 03, 04 e 05 de junho de 2010 

Hora: 20hs 

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 

Ingressos antecipados: Espaço Vivo (3089.0021) 

                                          
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