Pessoal, Eu tenho curiosidade em estudar ou saber algo da vida de cristo em sua adolecencia até sua morte. Alguém poderia me indicar material que contenha esta fase de cristo ?
Um Abraço claudio --- Flavio Nunes <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Na maioria das vezes nem parece. > Lembro que um dos primeiros textos apócrifos a fazer > sucesso entre os internautas sem noção foi > "Instantes", um poeminha rasteiro de auto-ajuda > atribuído a Jorge Luís Borges. Nada poderia ser mais > distante do estilo do autor argentino. > "Instantes" já era conhecido desde os anos 80, sendo > comum encontrar cópias dele afixadas em mesas de > secretárias e murais de escritórios. Com o advento > da Internet, a tranqueira se disseminou mais ainda. > Pior que até mesmo um intelectual respeitado como > Roberto Campos embarcou na onda e citou um trecho do > poema como epígrafe de um artigo seu. O ilustre > economista, assim como milhões de anônimos, atribuiu > a autoria do texto a Borges... > > > Flávio Nunes > Bibliotecário CRB10/1298 > Biblioteca Unisinos - Obras Raras > 3590-8855 Ramal: 4550 > > > > >>> [EMAIL PROTECTED] 14/3/2006 23:48 >>> > http://oglobo.globo.com/jornal/Suplementos/Megazine/192247688.asp > > > Parece, mas não é... > > Bruno Porto > > A internet acrescentou vários hábitos à vida do > homem. > Um deles é encaminhar às pessoas próximas ou nem > tanto > textos de medalhões das letras. A intenção de quem > faz > isso é quase sempre boa, mas muitas vezes o > remetente > presta, sem querer, um desserviço ao(s) > destinatário(s). É que uma boa parte desses textos > não > foi escrita por quem os assina. > > Recém-lançado pela Editora Agir e organizado pela > jornalista Cora Rónai, colunista do GLOBO e editora > do > caderno "InformáticaEtc", o livro "Caiu na rede" > reúne > alguns desses textos. A maioria dos textos circula > há > anos pela rede e, por isso, é reconhecida de > imediato > pelos internautas mais experientes. > > * Isso ( a proliferação de textos falsificados ) > também acontece lá fora, mas não em proporções > endêmicas, como no Brasil * diz Cora. > > Com a ajuda do pesquisador Fred Leal, ela foi atrás > dos verdadeiros autores dos textos. Em alguns casos, > os dois tiveram sucesso. Em outros, não. Entre os > autores que mais vêem seus nomes assinando textos de > outras pessoas está Arnaldo Jabor. Ele conta que > quase > brigou com um jornalista há alguns anos por causa de > um texto. > > * Fiquei sabendo que tinha um texto com o meu nome > circulando na internet. Critiquei publicamente o > conteúdo dele e pouco depois descobri que o autor > era > um jornalista. O sujeito ficou uma fera * lembra > Jabor, que diz que os textos que circulam pela > internet fazem sucesso porque "as pessoas gostam de > m...". > > Jabor, que é colunista do GLOBO, diz que já cansou > de > ser parado na rua em função de textos de outros > autores. > > * Elas acabam ficando duplamente irritadas comigo. > Primeiro, porque eu digo que o tal texto não é meu. > Segundo, porque geralmente os textos são ruins e eu > digo isso para as pessoas * explica. > > Disparado o escritor que mais "assina" textos que > não > são seus, Luis Fernando Verissimo já escreveu sobre > o > assunto. Numa crônica publicado pelo GLOBO no ano > passado, Verissimo contou que estava sendo muito > elogiado por um texto chamado "Quase", que ele não > escrevera. No final da crônica, ele diz que foi > incluído numa coletânea francesa dedicada a > escritores > brasileiros. "Eu estava entre Clarice Lispector, > Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e outros > escolhidos, adivinha com que texto? Em francês ficou > 'Presque'". > > No ano passado, Verissimo descobriu que o autor de > "Quase" é a universitária catarinense Sarah Westphal > Batista da Silva, de 22 anos. Sarah escreveu o texto > depois de levar um fora de um menino. > > A escritora gaúcha Martha Medeiros também teve > problemas com a internet. Ela descobriu que vários > textos seus estavam circulando pela internet > assinados > por outras pessoas. Martha arrisca uma explicação > para > a propagação dos textos falsificados. Ela diz que as > pessoas sempre gostaram de compartilhar quando lêem > algo que amam e ressalta que antes da internet isso > era mais difícil. > > * Você podia no máximo indicar o livro em que havia > lido o texto ou então copiar frase por frase e > remeter > pelo correio. Com a internet você dá duas tecladas e > passa adiante com facilidade. E a rapidez é tanta > que > as pessoas nem param para pensar se aquele texto é > mesmo do autor indicado * diz. * Deve ser assim que > começam as adulterações: alguns por distração, > outros > por preguiça de checar, e uns poucos por maldade. > > Na introdução de "Caiu na rede", Cora Rónai chama a > atenção para os "falsários anônimos". São pessoas > que > escrevem textos e os assinam com o nome de um autor > famoso. Professora de informática da PUC, Carla > Leitão > diz que o que move os falsários anônimos é o desejo > de > ver seu texto difundido. > > * A possibilidade de o texto de um anônimo circular > é > pequena. Se ele usar o nome do Verissimo, isso pode > mudar. Ele acha que é visto mesmo sem ser visto * > diz > Carla, que é doutora em psicologia. > > Martha acha que muita gente assina com outro nome > para > se proteger. > > * Escrever é uma brutal exposição e muitos não têm > coragem de tornar públicas suas idéias, suas > frustrações etc. De repente, eles fazem sua catarse > na > hora de escrever mas, na hora de botá-lo no mundo, > preferem se proteger * diz Martha, que é colunista > do > GLOBO. > > Segundo Carla, analisar a autenticidade desses > textos > pode ser um bom exercício para os vestibulandos. > > * É um bom exercício de leitura * diz. > > Mesmo que não o façam com más intenções, as pessoas > que assinam textos próprios ou de terceiros com o > nome > de autores famosos podem ser punidas judicialmente. > É > o que diz Marisa Gandelman, professora de direito > autoral da PUC. > > * O autor pode pedir uma quantia por danos morais ou > exigir que o texto saia de circulação. Ele ainda > pode > exigir uma retratação * explica Marisa. > > Existe um terceiro tipo de texto falsificado > circulando pela internet: os que trazem a assinatura > correta mas tiveram trechos seus alterados. > > * Já recebi um texto meu, corretamente assinado por > mim, inteiramente modificado * conta Cora, que dá um > conselho para os falsários anônimos. * Parem de ser > covardes e criem seus blogs. O que é bom é bom. E o > que é ruim vai continuar sendo, por mais Verissimo > que > se tasque na assinatura. > > > LEIA MAIS > > Quem é o autor? > > Para separar o joio do trigo > > Como reconhecer um apócrifo > > === message truncated === _______________________________________________________ Novo Yahoo! Messenger com voz: Instale agora e faça ligações de graça. http://br.messenger.yahoo.com/ _______________________________________________ Bib_virtual mailing list [email protected] https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/bib_virtual

