É claro que existem aplicações para ele: geralmente quando o aplicativo do tipo Client/Server tem ambas as pontas na mesma estação, e há escassez de recursos. Se o banco de dados for de porte médio ou maior, nem tente em colocar no Firebird.
Confesso que andei espionando o Oracle, e vi que o esquema de funcionamento é análogo - salvo a galinha dos ovos de ouro deles, o UNDO LOG, e a replicação dos logs de transação. Oracle tem os processos DBWR, LGWR, CKPT e ARCV. PostgreSQL tem background-writer, WAL (write-ahead log), checkpoint e archiving - que desempenham o mesmo papel!
Instalei o Oracle XE no Debian (agora eles criaram um repositório apt!). O meu espaço de swap (1 GB) não foi suficiente, e depois de um pouco de esforço consegui colocá-lo no ar. Tomou mais de 1,5 GB do meu HD e, na subida, jogou 512 MB para o swap - ficou uma carroça no início. Por isso, com o PostgreSQL pode ter até melhor desempenho. É um elefante, mas não branco. :)
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Rodrigo Hjort
http://icewall.org/~hjort
2006/4/12, Walter Cruz <[EMAIL PROTECTED]
>:
Oi Rodrigo, xará! :)
Bom, eu não pensei em fazer isso via trigger.. Até porque estou
migrando do mundo sem trigo e sem estória do MySQL :) . Mas em breve
terei minhas triggers e stored procedures !:)
Eu até que estava em dúvida sobre o Firebird e o Postgres, mas vi que
o FIrebird não tem nenhuma ferramenta legal de administração pra Linux
- são todas voltadas pra windows e delphi. E, pelo que eu andei lendo,
o PostgreSQL é de fato mais poderoso que o firebird.
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