Viva!
 
Ora bem, como foi referido, ter�amos na ci�ncia duas vertentes da realidade humana, uma material (a ci�ncia comum) e uma espiritual (a ci�ncia teol�gica).
 
N�o sei o que diz a teologia com respeito ao �"esp�rito" como energia vital�, mas penso que n�o por, (lembro-me de c�r, posso estar errado, por favor corrigam-me,) ser referido em termos de "esp�rito", para al�m de "sopro", como a "centelha divina".
 
A pedido do Guilherme, apesar de j� se encontrar no Gloss�rio do nosso Site, que ser� de actualiza��o constante, dado ter tamb�m efectuado aqui algumas pequenas altera��es, segue-se as defini��es pedidas mais uma sucinta da MENTE.
 
ALMA: No sentido usual, significa a parte espiritual indestrut�vel da personalidade. Os esp�ritas e afins afirmam que, depois da morte, a ALMA humana abandona o corpo f�sico e continua funcionando no mundo espiritual como um esp�rito desencarnado. Afirma��o gratuita e actualmente completamente superada pela Antropologia, Filosofia, PARAPSICOLOGIA e Teologia.
 
ESP�RITO: Contr�riamente ao que o Espiritismo e afins afirmam em volta dos esp�ritos dos mortos, na dualidade esp�rito-corpo, na verdade n�o existe ALMA humana, ou qualquer outra ALMA, que subsistisse separada do seu corpo, o corpo que ANIMA. Ou seja, por outras palavras, atrav�s das ci�ncias de observa��o como a Fisiologia, Biologia, Medicina, por a� fora, est� sobejamente demonstrado que "n�o h� a��o sem �rg�o"; na Filosofia, que "toda a��o � do conjunto", ent�o corpo-Alma, funcionam como se fosse uma coisa s�; e pela Teologia que o Esp�rito humano sem corpo nem agiria nem existiria.
Um ESP�RITO puro ser� ent�o aqueles seres como DEUS, os ANJOS, etc, que s�o independentes de toda e qualquer mat�ria, (n�o-materiais, espirituais,) inclusiv� de seu corpo esp�ritual, tanto na sua constitui��o como no seu agir, o que implica seu corpo espiritual n�o sofrer por sua ac��o. Neste sentido, que apesar de ser espiritual, a ALMA humana n�o prescreve as condi��es de ESP�RITO puro, pois � dependente da mat�ria, o que inclui seu corpo f�sico, na sua natureza e para a sua ac��o, sofrendo tamb�m com ele. Da� encerrar em si mesma um todo representativo da sua indissociabilidade: a diversidade; o aspecto material, o corpo, e o princ�pio espiritual.
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A Teologia diz-nos que o esp�rito � criado quando o ser humano com sua alma... mas eu continuo com algumas d�vidas... dado que n�o tenho nenhum curso b�blico e, como leigo, pelo pouco que li existe coisa(s) que n�o se enquadra(m)... Mas este n�o � o espa�o para tal discuss�o.
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MENTE: Faculdade inerente ao ser humano, sem localiza��o pontual mas circunscrita ao indiv�duo.

Penso que pode suscitar algumas d�vidas a frase seguinte: �Embora eu saiba que o CLAP tanto de Portugal como do Brasil est�o intimamente ligados � Igreja Cat�lica, acredito que estejam em busca da VERDADE. E esta dever� ser procurada sem paix�es ou restrita a dogmas.�

Este "intimamente" � algo t�o natural como em qualquer outro ramo da ci�ncia, onde se encontre um ser humano com uma vertente semelhante ao do Pe. Quevedo. O que � tamb�m natural e discut�vel a impress�o de  suas cren�as em seu trabalho. At� mesmo os demais cientistas o fazem, mesmo sem este tipo de vertente, sejam laicos, ateus, agn�sticos, etc. Esta cren�a deve-se � sua cultura, faz parte das suas pessoas. Contudo, n�o tem sido impedimento � prossecu��o evolutiva do conhecimento. E como tamb�m foi referido em outras mensagens, o CLAP � independente da Igreja, no entanto, n�o implica que n�o procure dar uma explica��o consent�nea da realidade por ambas vertentes da vida humana, a material e a espiritual, no seu todo.

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Fernando De Matos:

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----- Mensagem original -----
Enviado: Quinta-feira, 23 de Mar�o de 2000 0:10
Assunto: Re: [CLAP-PT.] Re1: Milagres etc.

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[ ]s Guilherme

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