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Alexsandro escreveu:
> Ol� a todos, acabo de me inscrever na lista e gostaria de perguntar uma > coisa a voc�s.. > > Posso estar sendo repetitivo, mas como n�o li as mensagens anteriores, nao > posso ter certeza... > O que voc�s acham do padre Qevedo no Fant�stico? Acham aquilo �tico? Ou > acham que � sensacionalismo? > > Adoraria saber a opiniao de vcs.. > > Abra�os > Alexsandro > [EMAIL PROTECTED] Caro Alexsandro:
Admiro muito o Pe. Quevedo. Conhec�-o em 1970 quando num jantar tive
oportunidade de conversar e escut�-lo por mais de 2 horas.
Embora a tentativa de desmistificar e esclarecer o "pov�o" seja v�lida, n�o
concordo com a maneira como est� sendo conduzido o tema pela Rede Globo: depois
de explorar o Mister M ela criou o Mister Q!!!!!! N�o s� os assuntos como a
imagem do Pe. Quevedo deveriam ser levados mais a s�rio...
Acredito que o CLAP/BR tenha centenas ou milhares de casos que poderiam ser
explorados. Alguns apresentados no Fant�stico chegam a ser rid�culos, como
aquele sobre precogni��o da senhora que quando mo�a "viu" um homem de terno
listrado e no dia do casamento identificou o palet� do noivo como aquele antes
"visto"! Assim como os depoimentos sobre os desastres da TAM e dos
Mamonas!
Diariamente existem pessoas desistindo de viajar por motivo de
"pressentimentos" sem que aconte�am acidentes...A quando acontecem, n�o h�
provas de que houvesse o "aviso"...
Conhe�o um caso que pode ser comprovado (e o Pe. Quevedo deve ter centenas
de casos assim):
O Sr. Jorge estudou no Tibete e diz ter poderes paranormais. Estava nos
Estados Unidos quando teve a vis�o de dois avi�es se chocando quando um decolava
e o outro aterrissava e sua m�e estava num deles. Como sabia que sua m�e estava
viajando de avi�o naquele dia, soube que o avi�o dela j� tinha decolado e iria
fazer escala em Tenerife. Ligou para o Aeroporto de Tenerife e falou com o
operador da torre (conseguiu por seu pai ser diplomata) contando quem ele era e
dizendo da sua "vis�o". Pediu que o operador atrasasse a aterrissagem do avi�o
que estava chegando, por cinco minutos. O operador achou bobagem e n�o atendeu.
O acidente aconteceu, como um dos piores da hist�ria da avia��o, com centenas de
mortos. Jorge foi a Tenerife identificar sua m�e, uma das v�timas, e teve a
oportunidade de conhecer o operador, que estava em estado de choque. Inclusive
ajudou a trat�-lo.
A est�ria � impressionante, pelos detalhes que podem ser comprovados.
Jorge morava em Curitiba (acho que ainda mora).
[ ]s Guilherme
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