Concordo com voc� Roberto na quest�o de introduzir a parapsicologia ao
p�blico m�dio, isso � realmente v�lido...
Ent�o deixe-me tentar seguir o que acharia se tivesse me deparado com a
parapsicologia pela primeira vez...

Vi aquele quadro em que o Pe. Qevedo come�ou a discutir com aquele estudioso
da comunica��o com os mortos, o Pe. Qevedo simplesmente falou, n�o "provou"
nada, o que torna os dois iguais... Pe. Qevedo chegou com a solu��o total,
mas ele n�o conseguiria efetuar novamente a experi�ncia, mas n�o � assim que
a ci�ncia trabalha??? Se ele n�o conseguiu efetuar novamente experi�ncia
pode significar que ele n�o sabe TUDO o que � poss�vel sobre o assunto...

Esse � apenas o meu ponto de vista, admiro muito o Pe. Qevedo, mas acho que
se formos equilibrar os pr�s e os contras, fico propenso a pensar que tem
mais contras do que pr�s nesse quadro do Fant�stico...

Gostaria de ouvir mais opini�es...

Abra�os
Alexsandro

----- Original Message -----
From: Roberto Jardim Cavalcante <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Thursday, March 23, 2000 4:44 PM
Subject: [CLAP-PT.] RES: Pe. Quevedo


> Salve, todos!
>
> Uns dois meses atr�s algu�m apresentou, nesta lista, alguns detalhes sobre
a
> produ��o do programa do Fant�stico. Parece que, realmente, a Rede Globo
> queria que o nome do quadro fosse "Mister Q" - o que foi recha�ado pelo
Pe.
> Quevedo. Mas � ineg�vel a liga��o entre os quadros do "Mr. M" e o do
Padre.
> Considero de extremo mau-gosto o clip de entrada, com direito a fuma�a,
> penumbra e a voz de "suspense de filme de segunda categoria" do Cid
Moreira.
>
> Entretanto, apesar disso e de alguns outros problemas, como a falta de
tempo
> para a apresenta��o de casos mais "intrincados", creio que a proposta do
> quadro de introduzir a parapsicologia ao P�BLICO M�DIO tem alcan�ado seus
> objetivos.
>
> Por exemplo, no programa que abordou o fen�meno paranormal da precogni��o,
> acho que, mesmo mediante a apresenta��o daqueles exemplos bem simples, o
> quadro conseguiu dar os seus recados:
> 1) o fen�meno pode acontecer com qualquer um, independendo de quaisquer
> "mensagens do al�m";
> 2) normalmente, a precogni��o est� relacionada a fatos com pessoas muito
> pr�ximas;
> 3) � um fen�meno n�o provocado, mas espont�neo e incontrol�vel;
> 4) decorrente do item 3, se h� pessoas que se arvoram em dizer que
adivinham
> o futuro a qualquer momento, DESCONFIEM; e
> 5) como disse o Pe. Quevedo ao final do quadro, a precogni��o � dos
> fen�menos parapsicol�gicos mais bem comprovados, devido � vasta extens�o
de
> casos estudados.
>
> Assim sendo, acho que dever�amos analisar o programa como algu�m que nunca
> teve contato com o assunto e, pelo Fant�stico, vem obtendo explica��es
sobre
> determinados fen�menos, � primeira vista, tidos como "vindos do al�m".
>
> Abra�os,
> Roberto Jardim
>
> -----Mensagem original-----
> De: Guilherme Lindroth [mailto:[EMAIL PROTECTED]]
> Enviada em: Quinta-feira, 23 de Mar�o de 2000 15:10
> Para: CLAP
> Assunto: [CLAP-PT.] Re:Pe.Quevedo
>
>
> Embora a tentativa de desmistificar e esclarecer o "pov�o" seja v�lida,
n�o
> concordo com a maneira como est� sendo conduzido o tema pela Rede Globo:
> depois de explorar o Mister M ela criou o Mister Q!!!!!! N�o s� os
assuntos
> como a imagem do Pe. Quevedo deveriam ser levados mais a s�rio...
> Acredito que o CLAP/BR tenha centenas ou milhares de casos que poderiam
ser
> explorados. Alguns apresentados no Fant�stico chegam a ser rid�culos, como
> aquele sobre precogni��o da senhora que quando mo�a "viu" um homem de
terno
> listrado e no dia do casamento identificou o palet� do noivo como aquele
> antes "visto"! Assim como os depoimentos sobre os desastres da TAM e dos
> Mamonas!
> Diariamente existem pessoas desistindo de viajar por motivo de
> "pressentimentos" sem que aconte�am acidentes...A quando acontecem, n�o h�
> provas de que houvesse o "aviso"...
> Conhe�o um caso que pode ser comprovado (e o Pe. Quevedo deve ter centenas
> de casos assim):
> O Sr. Jorge estudou no Tibete e diz ter poderes paranormais. Estava nos
> Estados Unidos quando teve a vis�o de dois avi�es se chocando quando um
> decolava e o outro aterrissava e sua m�e estava num deles. Como sabia que
> sua m�e estava viajando de avi�o naquele dia, soube que o avi�o dela j�
> tinha decolado e iria fazer escala em Tenerife. Ligou para o Aeroporto de
> Tenerife e falou com o operador da torre (conseguiu por seu pai ser
> diplomata) contando quem ele era e dizendo da sua "vis�o". Pediu que o
> operador atrasasse a aterrissagem do avi�o que estava chegando, por cinco
> minutos. O operador achou bobagem e n�o atendeu. O acidente aconteceu,
como
> um dos piores da hist�ria da avia��o, com centenas de mortos. Jorge foi a
> Tenerife identificar sua m�e, uma das v�timas, e teve a oportunidade de
> conhecer o operador, que estava em estado de choque. Inclusive ajudou a
> trat�-lo.
>
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