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Viva!
Ainda bem que a Igreja
Cat�lica est� mais avisada, caso contr�rio era uma milagreirice que nunca mais
acabava!...
Pode-se comparar esta
doutrina religiosa com a da esp�rita, que nem tem ponta por onde se lhe
pegue?... T�o pouco se pode comparar o incompar�vel!
Respeitar quem? O espiritismo? Jamais! As
pessoas? Sempre!
Que eu saiba, tamb�m por
experi�ncia pr�pria, o espiritismo assenta num tri�ngulo 2D, cujas vertentes, os
lados, se comp�em pela "ci�ncia" e "religi�o", tendo como base a "filosofia",
que as une, tipo ponta de flecha que aponta a "deus". Mas esta ideia n�o passa
deste intuito, n�o passa disso mesmo: de uma ideia, de um intuito; um
nado-morto. Pois sua base n�o sustenta a exist�ncia da comunicabilidade,
proposto como parte integrante da natureza humano-espiritual, quedando-se
tamb�m suas colunas "ci�ncia" e "religi�o".
A primeira, por existir
somente de palavra, n�o tendo qualquer consist�ncia como tal, como facto. A
segunda, por ser um resultado humano, numa mesclagem, do inconsciente, por um
lado, e, por outro, da consciente defrauda��o j� desmascarada por seus pr�prios
precursores (do espiritismo, desde as irm�s Fox, Kardec, por a�
fora).
Por aqui se v� o respeito
que o espiritismo merece. Quanto �s pessoas, essas sim, merecem todo o nosso
respeito. � por elas que n�s nos encontramos e justificamos a nossa exist�ncia
(CLAP).
Se o expiritismo existe,
deve-se ao desrespeito inconsciente que essas pessoas t�m por si mesmas,
dedicando-se parte de suas vidas (sen�o toda uma vida) embrenhadas em algo que
as atrairam para uma melhor compreens�o de si mesmas, mas ao inv�s de deixarem
fluir esse ensinamento, agarraram-se a ele que nem lapas a uma chapa que as
condena � morte... Por acreditarem e crerem somente no que pretendem ver, por
verem somente no que creem, mesmo indo contra todas as evid�ncias da realidade.
Cada um v� o que quer. Esta � a li��o que o espiritismo nos d�. E quem consegue
ver isto e suportar, indo al�m disto, compreendendo o grande vazio, torna-se
cheio (de vida). E, deste modo, independe de qualquer organiza��o religiosa,
dado que essa pessoa se torna na Religi�o.
Assim, pode escolher um
servi�o mais consciente, por o ser humano ser um ser eminentemente relacional,
porque desse modo est� mais vivo, em unicidade com a verdadeira torrente da
vida... Um caminho que somente cabe a cada um construir com o seu
precurso, em Solid�o (=Serenidade), por n�o haver outro modo para a pessoa
atingir a Paz, a Beleza, o Amor e estar-se bem consigo mesma... atrav�s do que
percepciona de si e do que a rodeia (Medita��o).
As organiza��es n�o
devem de ser vistas para al�m de um complemento supressor da dificuldade
humana para atingir o estado supra citado, sozinhas, em que suprindo todas as
suas necessidades (do ser humano), o liberta para prioridades creativas, cheias
de vida e de explora��o (investiga��o). Pois, para al�m disso, os degraus
de uma escada que normalmente nos conduzem a um patamar de vida, tornam-se
um obst�culo, numa dificuldade... Por que havemos de ter uma imagem de
coitadinhos, deficientes, de n�s mesmos? Para justificar o deficiente servi�o
dessas organiza��es? N�o s�o as pessoas que as constituem e as criam? Como n�o
h�o-de ser, ent�o, as mesmas um reflexo do que cada um �?! Assim s�o essas
organiza��es, assim s�o as sociedades. N�s somos o mundo
(Krishnamurti).
- ************************************************************* Fernando De Matos: [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED] ICQ#26750912 [EMAIL PROTECTED] Centro Latino-Americano de Parapsicologia - Portugal� http://www.terravista.pt/Mussulo/1287/ *************************************************************
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- [CLAP-PT] Medi�nidade Edson Konioshi
- Re: [CLAP-PT] Mediunidade =?x-user-defined?q?M=E1rcia_Pontes?=
- Fernando De Matos
