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----- Mensaje original -----
Para: [EMAIL PROTECTED]
Enviado: 28 Marzo 1999 11:18 AM
Asunto: [clap-portugal.] Re: [clap-portugal.] Paranormalidade e a
ci�ncia. Resposta por Maria Lu�sa Albuquerque no local e
a cores
>>-----Mensagem original-----
>De: Assuero Gomes Monteiro <[EMAIL PROTECTED]> >Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]> >Data: S�bado, 27 de Mar�o de 1999 4:51 >Assunto: [clap-portugal.] Paranormalidade e a ci�ncia. > > >Ol� a todos > >Sou qu�mico em S�o Paulo, Brasil. E tenho algumas d�vidas que gostaria de >compartilhar com os senhores que conhecem parapsicologia em profundidade. > Minha primeira pergunta � a seguinte: gostaria de saber se h� algum estudo >sobre paranormalidade que tente explicar esses fen�menos fisicamente. Por >exemplo j� se estudou qual �rea do c�rebro est� envolvida nos fen�menos >paranormais ou no caso da autocombust�o que processo ocorre para que o >cerebro consiga fazer certo objeto entrar em combust�o. Assuero, o parapsic�logo � um te�rico, um
investigador que tem de trabalhar em interdisciplinaridade. Assim, n�s
constatamos o fen�meno, neste caso a combust�o. Cheg�mos a conclus�o de que
estes fen�menos chamados "paraf�sicos", acontecem � margem da Fis�ca normal,
habitual, mas que obedecem a certas leis, como por
exemplo:
1 -
N�o acontecem a mais de 50 m. do epicentro (pessoa que produz o fen�meno). E
estes 50 m. s�o um exagero, pois na verdade s� temos conhecimento at� 3, 4 ou 5
m. Mas � preciso deixar alguma margem, um dia pode acontecer e por isso falamos
em 50 m.
2 -
N�o se produzem dentro da gaiola de Faraday
3 -
Temum poder de penetra��o superior aos raios X e raios gama do radium. O Dr.
Yourievitch comprovou que atravessa chapas de chumbo at� 3 cm a um metro de
dist�ncia do epicentro. Placas mais espessas e essas mesmas placas a dist�ncia
maior, n�o eram atravessadas.
Apesar da sua subtileza, essa energia � material e n�o atravessa
placas de papel�o ou madeira grrosa. Atravessa placas de vidro at� 5
cm.
Este facto observado por muitos investigadores, al�m de mostrar
certa analogia com o magnetismo ou a electricidade, � um factos a patentear que
esta � uma for�a material.
Sabemos que este tipo de fen�menos n�o dependem da vontade do
epicentro, que acontecem espontaneamente.
Agora, mais dados, como saber de que parte do c�rebro vem etc. n�o
temos. A Revista Portuguesa de Parapsicologia vai publicar brevemente um artigo
dum psiquiatra espanhol intitulado "Psiquiatria dos fen�menos paranormais" em
que ele confessa que nem eles, psiquiatras, sabem bem donde
vem.
> Uma subst�ncia s� entrara em combust�o se atender as
certas condi��es
>conhecidas por todos, ele necessitara de temperatura de combust�o, de >oxig�nio e que o mesmo seja um combustivel. No caso de um g�s uma fa�sca faz >com que uma certo n�mero de mol�culas entre em combust�o ocorrendo uma >rea��o em cadeia. > Muito bem que mecanismo o c�rebro humano usa para provocar combust�o? > Aqui no Brasil uma revista de ci�ncia publicou uma mat�ria interessante >que demostra como um fen�meno aparentemente do "outro mundo" pode ter >explica��o cient�fica. Vou resumir a caso >se algu�m se interessar posso mandar a mat�ria na �ntegra. > O caso ocorreu em um instituto de pesquisa nos EUA. Um f�sico estava >trabalhando at� mais tarde em seu laborat�rio, quando sentiu um calafrio e >ao olhar para a parede viu um vulto. Achando ser um alucina��o n�o deu >import�ncia. Mas ao voltar a olhar para o mesmo lugar ali estava o vulto. >Sem demorar o f�sico pegou suas coisas e foi embora.No outro dia volta ao >laborat�rio, tentando entender o que ocorrera, j� n�o era a primeira vez que >se contava est�rias de fantasmas no local. Mas estando no laborat�rio o >f�sico percebeu uma vibra��o que fazia com que as cordas de um instrumento >musical entrasse em ress�nancia. Depois de muito "quebrar a cabe�a" >descobriu que a vibra��o era provocada por um motor, se eu n�o me engano, de >ar condicionado, essa vibra��o entrava em ress�nancia tamb�m com c�rebro, >provocando o calafrio e a vis�o do vulto. >Sem mais, agrade�o a aten��o de todos. Os parapsic�logos universit�rios, quando v�o
observar um fen�meno, em primeiro lugar procuram a fraude, depois a explica��o
natural (comum) e por fim d�o a explica��o natural, da parapsicologia, que
ocorre � margem das leis habituais, mas que n�o deixa de ser natural. N�s n�o
estudamos o sobrenatural, ou pelo menos n�o dizemos que � sobrenatural, pois
essa conclus�o pertence ao te�logo. N�s procuramos sempre as explica��es do
"aqu�m".
> > Assuero Gomes Monteiro >_____________________________________________________________ |
