In�dia – Viver sem comer
� um fen�meno que aparentemente
chega a desafiar a Medicina e a Biologia. Viver sem comer e ainda por cima
crescer, se s�o jovens. Parece desafiar as leis da natureza...
Casos mais conhecidos
Cat�licos- s� se alimentavam com a
eucaristia:
Santa Catarina de Siena – 8 anos – quase morre por obedecer o
confessor e comer. – vivia bem s� com a Eucaristia.
Teresa Neumann: durante os 15 dias de vigil�ncia, � pr�pria de quem
se "come a s� mesma"; nove dias depois desse per�odo, � igual a de quem se
alimenta normalmente.
Pe. Pio Pietralcina – frequentes de 21 dias – quiseram suprimir a
comunh�o e quase morreu.
S�o Jos� de Cupertino – total 5 anos, sem beber 15 anos
Santa Liduiciana – 28 anos
Vulner�vel Dom�nica do Para�so – 20 anos.
Beato Nicolas Von Flue – 19 anos – S� Eucaristia uma vez por m�s.
�tima verifica��o cient�fica.
Beata Elizabeth von Rente – 15 anos.
Santa Catarina de G�nova – in�dias temporais, prolongados
extases.
Ang�lica Darocca –
N�o Cat�licos- Estudados por Charcot
(pesquisador da histeria) e Richet (pioneiro da parapsicologia)
Z�lie Bourriou – 9 anos
Elizabeth (luterana – 1933) – 6 semanas.
Apollonia Schreirer (Sui�a) – 11 meses
Margaret Seyfrit – 12 anos
Uma jovem judia na R�ssia – 2 anos.
Louise Anglefort (Fran�a) 3 anos e meio
Uma jovem na Ar�bia que acrditavam possu�da pelo dem�nio – 70
dias
A Igreja nunca considerou a In�dia como milagre
nos processos de beatifica��o e canoniza��o.
Em todos os casos religiosos ou n�o, predominam as mulheres. In�meros
casos tiveram in�cio na puberdade feminina.
Muitas vezes, sen�o todas, a doente foi submetida a uma dura prova
psicol�gica ou tem motivo para estar obsecada por uma id�ia
dolorosa.
Anorexia nervosa: preferentemente em meninas de 10 a 20 anos que
recha�am inconscientemente a m�e (discut�vel e muitas vezes errada; h�
certos traumas). Negam o pr�prio corpo, suas necessidades de alimenta��o,
seu instinto amoroso e sexual de reprodu��o; resultando tudo isso num
desejo de fuga, de enclausuramento e �s vezes num desejo de auto
destrui��o. Por isso psicogenamente recorrem a anorexia. Da�, se estas
pessoas n�o forem curadas, morrem.
Anorexia religiosa: neste contexto, pode significar o pouco caso
que se faz da vida aqui e o que ela representa face ao amor do Esposo
celeste e na expectativa do Reino Prometido. Cessam o apetite, as regras
femininas, a jovialidade de vida; e com isso o desprezo do corpo. Cis�o na
auto-imagem. Da� tamb�m, se n�o forem curadas, morrem.
Existem muitos truques: Quando n�o se trata de pura sem vergonhice,
o trucador � hist�rico.
Doen�a psicol�gica. Pode recorrer a truques inconscientes, ou
conscientes irrespons�veis. Todos os graus. Por isso a necessidade de que
o controle seja feito por m�gicos.
-uma mo�a com in�dia foi vista chupando chocolate que saia da cama de
ferro enquanto fingia dormir.
-caso da menina Sara Jacob que acabou morrendo de fome quando a
controlaram: mas a aut�psia provou que se alimentava.
-o caso mais c�lebre de fingimento: freira franciscana:
Madalena da Cruz, que enganou a todos.
A planta coca adormece a fome e a fadiga: um
tipo de pedra aplaca a sede: combinando estes dois sistemas, se evita o
sofrimento dos faquires nas suas demonstra��es. Com truques supre o
alimento e a �gua.
A Dra. Therese Brosse, de Paris, estudando os
i�guis na �ndia, verificou que eles conseguiam regular os movimentos
anais, podendo aspirar �gua ou leite pelo reto, e assim alimentar-se sem o
aux�lio de qualquer instrumento.
Explica��o: Economia (geralmente)
Existem numerosos casos de sonos prolongados (semanas, meses e at�
anos), onde o paciente, apesar de receber quotas reduzidas de alimento,
quase n�o perde peso.
A falta de alimento n�o � problema em caso de sono.
Os in�dicos n�o gastam quase energia. Sempre na cama.
Para manter a vida pouco � necess�rio; o resto � para manter
atividades.
Paralisias cada vez mais amplas, at� intestinal.
Nessa situa��o de quietude corporal, visceral, muscular...poupa-se
tanta energia que pouco basta para manter viva a pessoa nesse estado de
in�dia.
O processo geralmente observado (se n�o s�o curados) � o seguinte:
Problema psicol�gico – anorexia ou in�dia – morte.
Jejuns B�blicos-
Jesus - 40 dias e 40 noites no deserto sem comer, ou mesmo tamb�m o
jejum de Elias e Mois�s n�o se pode entender ao p� da letra. � penit�ncia,
jejum comendo muito pouco , mas n�o sem comer nada.
Tratamento e cura
Tem que ser aos poucos. Se treinam a in�dia, tem que treinar tamb�m a
alimenta��o. O organismo precisa adptar-se.
Normalmente ap�s sete dias, 11 no m�ximo, quem jejuou n�o pode mais
alimentar-se normalmente pois o est�mago n�o aceita.
Logicamente h� paralisia intestinal, etc. tentar alimentar as pessoas
com in�dia pode at� provocar sufoca��o al�m de imensa dor.
In�dia � fen�meno natural e doentio.
� a misteriosa capacidade de sobreviver por anos em
abstin�ncia total de comida e... de bebida!, inclusive por anos!
Observada incontestavelmente em persistentes Experi�ncias Qualitativas,
com an�lises cl�nicas, em v�rios "m�sticos". Hoje s�o famosas Teresa
Neuman, na Alemanha; Marthe Robin na Fran�a; Isaltina em Portugal; "Dona
Lola" em Brasil; etc.
Tem origem doentia.Ap�s problemas psicol�gicos, passam
pela Anorexia nervosa e numa dr�stica modifica��o do metabolismo basal
passam a alimentar-se do ar e das pr�prias reservas at� ficarem
estrictamente esquel�ticas. Ficam sempre em cama e inativas, poupando
energia ao m�ximo.
� absurdo pensar que Deus causaria esse dano ao
organismo. Como dizia o grande especialista Jean Lhermitte, seria melhor
que se alimentassem bem, se levantassem, trabalhassem... "e n�o
molestem!".