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Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "Elida Seguin" <[EMAIL PROTECTED]>
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Tamb�m sou de Bel�m do Par�. Achei sua hist�ria uma gracinha.
Abra�os
da
Elida
-----Mensagem original-----
De: Dr. Pinheiro Pedro <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Data: S�bado, 16 de Outubro de 1999 18:32
Assunto: [DTOAMBIENTAL] Re: [DTOAMBIENTAL] O M�dico e o Velho


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>Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
>Mensagem enviada por: "Dr. Pinheiro Pedro" <[EMAIL PROTECTED]>
>----------------------------------------------
>
>
>Fabiane,
>
>Procure em Bel�m o Professor Roberto Santos.
>Al�m de ser um dos maiores expoentes do Direito do Trabalho, aqui e no
>exterior, o Professor Roberto Santos � um grande especialista em Direito
>Ambiental.
>Um abra�o e bem vinda � lista.
>AFPP
>
>-----Mensagem original-----
>De: Fabiane Costa <[EMAIL PROTECTED]>
>Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
>Data: S�bado, 16 de Outubro de 1999 00:26
>Assunto: [DTOAMBIENTAL] O M�dico e o Velho
>
>
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>>Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
>>Mensagem enviada por: Fabiane Costa <[EMAIL PROTECTED]>
>>----------------------------------------------
>>
>>
>>Ol� a todos.
>>Sou nova na lista e como estudante do 2o ano de Direito da Universidade
>>Federal do Par�, fico meio sem jeito com o grau de complexidade das
>>quest�es levantadas e do pr�prio interesse pelos integrantes da lista.
>>Moro em Bel�m do Par� e como todos voc�s sabem, estou numa regi�o bastante
>>castigada por in�meros crimes ambientais, muitas propostas, muita
discuss�o
>>e pouqu�ssima a��o ou fiscaliza��o.
>>Gostaria de expor minha dificuldade em encontrar projetos que estejam
tendo
>>sucesso na preserva��o ambiental na minha regi�o. Conhe�o apenas o N�cleo
>>de Meio Ambiente da UFPa, fora dali, n�o tenho informa��o alguma. Se
algu�m
>>tiver informa��es, por favor, enviem-me.
>>E para descontrair um pouco, resolvi enviar uma estorinha para a lista.
>>Espero que gostem.
>>Abra�os a todos!
>>Fabiane Costa
>>
>>
>>
>>              O M�DICO E O VELHO
>>
>>Um m�dico se aproximou de uma velha casa, a qual estava em estado de total
>>decad�ncia, com o telhado em ru�na, as paredes rachadas, os vidros das
>>janelas estilha�ados, ao redor da casa o mato tinha crescido de maneira
>>desordenada. Nesta casa, segundo diziam, morava um velho ateu e ego�sta,
>>que sempre expulsara com �dio mortal todos os mestres e m�sticos que ali
>>apareciam, e nunca tamb�m chamara um m�dico, pois sempre se achara
>>independente e forte, ele sempre trabalhara o dia inteiro e nunca dividia
o
>>que conseguia, agora, que estava agonizando, pediu com urg�ncia a presen�a
>>de um m�dico.
>>
>>O m�dico entrou na casa, ela estava cheia de artefatos tecnol�gicos,
>>inven��es e sujeira, maquetes, projetos e livros, estava toda descuidada,
>>com o quintal abandonado as ervas daninhas. Diziam que ali havia muitos
>>animais, mas todos morreram, e muitas �rvores frut�feras, mas agora, ao
>>redor da casa s� havia ervas daninhas e um terra imprest�vel e morta.
>>
>>O m�dico olhou para o velho agonizante e disse: "Meu amigo, tenha
>>esperan�a, eu posso te curar." Ao que o velho respondeu: "Esperan�a?
Quanto
>>a vida foi ingrata comigo? Procurei dominar a natureza, compreender o
mundo
>>e ser rico e pr�spero. Mas, agora, tudo acabou ... Ah ! A vida foi t�o
>>breve e ingrata.
>>
>>"Meu amigo" disse o m�dico ap�s um breve exame "sua doen�a �,
infelizmente,
>>incur�vel, mas n�s podemos orar juntos, pois para Deus tudo � poss�vel.
>>
>>O velho soltou uma risada hist�rica "Deus? Deus!? Se n�o pode me curar,
n�o
>>me venha falar desse Deus que me deixa morrer assim?
>>Quando eu era crian�a, minha M�e falava de Deus, dizia que era meu Pai,
que
>>era bom, e eu at� que foi feliz acreditando nisso na minha inf�ncia, mas,
>>quando jovem fiquei inteligente, estudei bastante, e vi que tudo isso era
>>tonteira e o que valia a pena era o dinheiro, os prazeres da vida, o poder
>>e a riqueza, mas as palavras de minha M�e martelavam em minha cabe�a, e de
>>vez
>>em quando tinha crises, e por aqui passavam mestres que ensinavam que o
>>caminho era melhorar a si mesmo, um destes mestres falou-me que a causa de
>>todo o meu sofrimento eram os meus prazeres, e logo em seguida veio outro
>>que me falou que deveria amar todos os seres e dedicar minha vida somente
a
>>isso, vi que esses mestres tinham � inveja de meu sucesso, e n�o
>>renunciaria as minhas descobertas por causa deles, assim os
>>expulsei com murros e socos, resolvi construir inven��es que me tornasse
>>cada vez mais poderoso, e assim foi passando minha vida, destrui toda a
>>floresta daqui, plantei e explorei a terra, construi uma f�brica que polui
>>o ar e as �guas, mas que me deu muit�ssimo dinheiro, nela constru�a armas
>>cada vez mais poderosas, foi maravilhoso !!! Fiquei rico, mas minha sa�de
>>piorou, tossia o dia inteiro , e resolvi inventar rem�dios . Mas num dia
>>desses
>>minha M�e retornou, ela era linda apesar de velhinha, ela me abra�ou e
>>disse: "Meu filho, se arrependa, seu cora��o � bom! Procure ajudar os
>>outros! Busque a Deus! Busque o amor!"
>>
>>"O que voc� fez?"
>>
>>"O que poderia fazer? Num primeiro momento, a olhei perplexo, depois
>>observei todas as grandiosidades que constru�ra e disse "Minha m�e, olhe o
>>que criei, me desculpe, mas voc� est� errada". Ao dizer isso ela se virou
e
>>foi embora, ia chorando, eu n�o fiz nada, quando estava bem longe disse :
>>"Adeus! Meu filho! Passaram os dias e meses e me esqueci por completo
>>daquele acontecimento, minha sa�de piorou e os rem�dios que criei pioraram
>>minha situa��o, ventos fortes sopraram destelhando minha casa, logo em
>>seguida veio uma seca que nunca acabava, e num dia o fogo estalou na
>>planta��o e se espalhou de forma descontrolada, a� lembrei das palavras de
>>minha m�e, mas foi tarde, tudo estava destru�do, quando o fogo apagou,
>>voltei a casa em ru�nas e chorei amargamente, fiquei horrivelmente doente,
>>e fui vendo uma a uma minhas inven��es quebrarem, o rio tinha ficado t�o
>>polu�do que todos os peixes morreram, e at� o po�o em que eu tirava �gua
>>secou, nestes tempos, alguns vizinhos vieram me visitar e deram alguma
>>comida e conforto, mas os expulsei achando que queriam minhas terras e
>>joguei fora a comida, pois podia estar envenenada, mas agora estou
sentindo
>>a morte, e n�o quero morrer ... por favor, me salve ..."
>>
>>"J� disse, senhor, que sua doen�a � incur�vel, deve pedir a Deus sua
cura."
>>
>>"Deus, minha M�e, me perdoem, minha vida foi in�til e destrui tudo em
minha
>>volta, o melhor � morrer, n�o tenho for�as para come�ar tudo de novo".
>>
>>E morreu ... o m�dico fechou seu olhos, em seguida chamou os vizinhos,
>>queimaram a casa e enterraram o velho, em seguida eles constru�ram uma
nova
>>casa, replantaram as �rvores, trouxeram de volta os animais que haviam
>>fugido e deram esta casa a uma mulher que estava gr�vida . O sol brilhou
>>novamente e ela deu a luz a um filho forte e alegre.
>>
>>O m�dico era Deus, o velho, a nossa velha Humanidade, a casa e o quintal,
a
>>-----------------------------------
>>Dicas:
>>1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
>>http://www.pegasus.com.br
>>2- Pegasus Virtual Office
>>http://www.pvo.pegasus.com.br
>>
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>1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
>http://www.pegasus.com.br
>2- Pegasus Virtual Office
>http://www.pvo.pegasus.com.br

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Dicas:
1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
http://www.pegasus.com.br
2- Pegasus Virtual Office
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