No puedo entender todo lo que dices por que no entiendo muy bien el portugués pero de nuevo quiero decir que si bien unos cuantos son radicales en sus convicciones, esto no les da el derecho a imponerse sobre los otros y menos a obligarlos.
Hasta la fecha, hemos celebrado el festival trabajando juntos los radicales y los menos radicales y por el beneficio del movimiento del Software Libre en general y deseo que así continúe. Si alguien en particular no desea instalar X distribución, entonces no debería ser obligado a instalarla y de forma recíproca si alguien quiere instalar Y distribución, no se le debería prohibir instalarla. Las causas no se ganan imponiendo a los otros los que unos piensan, se ganan consiguiendo adeptos a la causa propia. Para terminar, creo que lo más sensato no es pensar en cual es tu punto de vista sino en cual solución puede ser más útil para el usuario, por ejemplo si cambiar directamente el sistema operativo es mucho, tal vez incluso podríamos sugerir iniciar usando windows o mac con las aplicaciones libres más populares para que luego el cambio no sea tan duro. Abrazos y feliz FLISoL 2015-03-23 23:01 GMT-04:00 Alexandre Oliva <[email protected]>: > A premissa fundamental do Movimento Software Livre é a de que software > privativo de liberdade é um poder injusto que subjuga seus usuários. > Nossa estratégia para resolver esse problema social é informar, > conscientizar e inspirar usuários para resistir a esse subjugo, > rejeitando software privativo de liberdade, para que essas linhas de > negócios deixem de ser atraentes e deixem de fazer vítimas. > > Para formar resistência suficiente, precisamos difundir os valores, > princípios, objetivos e estratégias do Movimento Software Livre. > Objetivos e estratégias podem até ser ensinados e aprendidos com > palavras: manifestos, artigos, palestras e debates. Mas para ensinar > e aprender valores e princípios, exemplos falam muitíssimo mais alto > que palavras. Com que exemplos o FLISOL da sua cidade vai ensinar os > valores e princípios do Software Livre? > > Um visitante que tenha levado seu computador a uma sede do Festival > Latinoamericano de Instalação de Software Livre, para experimentar > Software Livre, pode assistir ou não às palestras, mas seguramente > espera sair do evento com Software Livre instalado no computador. Não > necessariamente GNU/Linux-libre, pois há outros sistemas operacionais > Livres, nem mesmo um sistema operacional, pois o que normalmente > importa aos usuários são os aplicativos. Cumpre a nós, do Movimento > Software Livre, utilizar essa oportunidade para, além de instalar > Software Livre na máquina, preparar o usuário para nos ajudar na > resistência ao software privativo de liberdade, compartilhando as > ideias do movimento. Essencial para que isso funcione é se comportar > de modo compatível, pois palavras ensinam valores menos que o exemplo. > > As mais populares distribuições de GNU/Linux não estão alinhadas com o > Movimento Software Livre, pois oferecem e instalam software privativo > de liberdade. O problema mais comum são controladores privativos > (drivers ou firmware) para componentes de hardware com especificações > secretas. Os fabricantes desses componentes pretendem mantê-los > incompatíveis com a liberdade do usuário, dificultando o > desenvolvimento de Software Livre que cumpra função equivalente. > > Informar usuários sobre essa incompatibilidade é essencial, para que > melhor compreendam a raiz e origem do problema e possam levar isso em > conta quando forem comprar seu próximo computador. Certamente > instalar uma distribuição que busca esconder esses problemas dos > usuários não ajuda a informá-los, por isso mesmo parabenizo a > iniciativa da petição para que o FLISOL deixe de instalar Ubuntu, bem > como a adoção de recomendação nesse sentido pela coordenação nacional > brasileira e por várias sedes. Começar por reduzir a maior > transgressão é um ótimo primeiro passo! Mas não chega a resolver o > problema de coerência do FLISOL com o Movimento Software Livre. > > Para um novo usuário, a instalação de uma distribuição 100% Livre pode > muito bem funcionar 100%, mas do contrário abrirá caminho para > explicar o problema do hardware incompatível com a liberdade. É óbvio > que a notícia da incompatibilidade será desapontadora para muitos > visitantes, e muitos instaladores podem ficar de coração apertado se > não "ajudarem" o visitante a instalar blobs e drivers privativos de > liberdade exigidos pelo hardware, ou plugins "necessários" para que > distribuidores de obras autorais de entretenimento tomem o controle do > computador do visitante. São dilemas sem solução favorável: é preciso > decidir entre comunicar que algum software privativo de liberdade é > aceitável e até desejável, ou arriscar afastar um usuário ao mostrar a > importância da resistência firme ao software privativo de liberdade. > > Se uma oferta para instalar aplicativos Livres no sistema operacional > privativo já instalado não empolgar, orientação sobre as > possibilidades de substituir os componentes incompatíveis pode ajudar > um pouco e dar um bom exemplo da importância da resistência. Por > outro lado, oferecer software privativo de liberdade para fazer o > componente funcionar pode até parecer ajudar mais, mas transmite > exatamente a mensagem contrária à necessária para formar a resistência > ao software privativo de liberdade. Mesmo uma visível hesitação pode > parecer descaso ou hipocrisia se a ação contrariar os princípios. > > Afinal, se instalar software privativo em quantidades cada vez maiores > fosse a solução do problema de componentes de hardware incompatíveis > com a liberdade, por que parar no firmware, ou nos drivers? Num > computador com Boot Restrito, daqueles que impedem a iniciação de > sistemas operacionais alternativos, o software privativo necessário > para fazer um GNU/Linux funcionar é o Windows, inteiramente privativo, > e um ambiente de execução de máquinas virtuais, igualmente privativo. > > Mas ninguém (além da própria Microsoft, suponho) pensaria em instalar > Windows num festival de instalação de Software Livre. Por que, então, > instalam-se tantos outros programas privativos no FLISOL? Não são > eticamente melhores que o Windows! O receio de que, sem eles, o > usuário volte ao software privativo é medo d'"A volta dos que não > foram": usando GNU/Linux com blobs, o usuário jamais terá deixado a > escravidão do software privativo de liberdade, no máximo terá mudado > de feitor. Na liberdade, como na segurança, é o elo mais fraco da > corrente que se rompe e põe tudo a perder. > > Uma conversa franca e honesta com o usuário fará muito mais pelo > Movimento Software Livre que instalar uma distribuição com componentes > privativos, ou mesmo que instalar uma distribuição 100% Livre que não > funcione bem no computador incompatível. Afinal, o visitante > seguramente poderá encontrar na Internet receitas para instalar o > software privativo de liberdade que fará o componente funcionar. > Porém, graças às ideias da conversa e ao bom exemplo observado, > entenderá que sua decisão é pessoal, que ninguém deve tomá-la em seu > lugar, e que trata-se apenas de um sacrifício temporário de sua > própria liberdade, até que uma solução esteja ao seu alcance. Bons > exemplos, conselhos e ideias ajudarão a manter o usuário no caminho > para a liberdade, mesmo que seja longo e árduo. > > Mas se, ao invés de receber um exemplo firme e fundamentado de > resistência ao software privativo de liberdade, o visitante observar > seu mentor e seus pares oferecendo e preferindo instalar software > privativo de liberdade, tenderá a se tornar mais um multiplicador da > contracultura do Software Livre. Tampouco hesitará em instalar > distribuições com software privativo de liberdade, em decidir por > outros quais liberdades sacrificar e em se opor às sugestões e aos > pedidos de que futuros FLISOLis se comportem de forma compatível com o > Movimento Software Livre. Com seu exemplo e atitude, propagará sua > resistência às nossas ideias, dificultando ainda mais a formação da > resistência ao software privativo de liberdade. > > Muito menos importante que o software instalado é a mensagem > transmitida pelo FLISOL. Porém, o software ofertado e instalado, > enquanto exemplos, são parte importantíssima da mensagem, pois quando > palavras e exemplos são contraditórios no ensino de valores, com maior > frequência prevalecem os exemplos. Então, com que exemplos você vai > ensinar, no FLISOL da sua cidade, os valores e princípios do Movimento > Software Livre? Com que exemplos vai reforçar a necessária e urgente > resistência ao software privativo de liberdade? Como vai motivar o > FLISOL a adotar, como mais uma de suas regras internacionais, os bons > exemplos de resistência ao software privativo de liberdade, para que > deixe de minar nosso movimento e nossa resistência e se torne um > Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre Mesmo, um > FLISOL exemplar? > > > Copyright 2015 Alexandre Oliva > > Cópia literal, distribuição e publicação da íntegra deste artigo são > permitidas em qualquer meio, em todo o mundo, desde que sejam > preservadas a nota de copyright, a URL oficial do documento e esta > nota de permissão. > > <http://www.fsfla.org/blogs/lxo/pub/flisol-exemplar> > > -- > Alexandre Oliva, freedom fighter http://FSFLA.org/~lxoliva/ > You must be the change you wish to see in the world. -- Gandhi > Be Free! -- http://FSFLA.org/ FSF Latin America board member > Free Software Evangelist|Red Hat Brasil GNU Toolchain Engineer > _______________________________________________ > Flisol mailing list > [email protected] > http://listas.flisol.info/cgi-bin/mailman/listinfo/flisol -- ATT: Fredy Pulido López, +1 procurando un mejor mundo para todos. _______________________________________________ Flisol mailing list [email protected] http://listas.flisol.info/cgi-bin/mailman/listinfo/flisol
