Fazem parte do Portal Software Público Brasileiro - SPB
http://www.softwarepublico.gov.br os softwares livres educacionais:
Pandorga, EducaTux, Linux Educacional, Amadeus, EdiTom, e-Proinfo,
Provinha Brasil, Gnuteca, ...
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ATAQUE
Entidades batem no Portal do Software Público
Fonte:
http://www.baguete.com.br/noticias/negocios-e-gestao/12/04/2012/entidades-batem-no-portal-do-software-publico
Maurício Renner - quinta-feira, 12/04/2012 12:21
Entidades nacionais de TI aproveitaram uma na reunião conjunta das
comissões de Infraestrutura e de Ciência e Tecnologia do Senado em
Brasília para criticar o Portal do Software Público nesta quarta-feira, 11.
Abes: software livre não existe no Brasil
Sebben: ERP livre para municípios é mais caro
Belchior: TI tem custo proibitivo para prefeituras
Segundo relata o Convergência Digital, as entidades criticaram o que
consideram uma intromissão ilegítima do governo no mercado através do
portal através do qual 56 empresas e organismos do governo
disponibilizam soluções open source para a administração pública.
“Se queremos uma indústria de software poderosa não será com software
livre. E temos concorrência com o próprio Estado. Enquanto o modelo for
contratar serviços não vamos fortalecer o software nacional”, reclamou o
vice presidente da Assespro, Jeovani Salomão.
Na mesma linha emendou o presidente da Fenainfo, Márcio Girão, que
também se queixou do “agigantamento do Portal do Software Público”, e o
presidente da ABES, Gerson Schmitt, para quem “o governo deve ser menos
empresário e mais comprador, e não o maior produtor e empregador” no
setor de software.
O diretor do departamento de integração de sistemas da SLTI, Corinto
Meffe, responsável pelo Portal do Software Público, se disse “surpreso”
com os “mitos que ainda são colocados”.
“O software público virou consenso no governo pelos resultados. Além do
que, de 56 soluções disponíveis hoje no Portal, nenhum ofertante pediu
para sair”, defendeu Meffe.
Governo é metade do mercado open source
A participação de soluções open source no mercado brasileiro em 2010 foi
de 2,95%. Dos US$ 563 milhões movimentados pelo software livre, 66%
correspondem a gastos do governo.
Os números fazem parte da 7ª edição do estudo “Mercado Brasileiro de
Software – Panorama e Tendências”, realizado pela IDC e divulgado pela
Abes em junho. É a primeira vez que o levantamento inclui cifras ligadas
ao tema.
“A iniciativa privada não investe em software livre no Brasil. O
empresariado não investe em algo que não seja produtivo”, disparou na
época o presidente da entidade, Gerson Schmitt.
A Abes reúne empresas baseadas no modelo de software proprietário e tem
entre suas metas a redução da pirataria no Brasil. O relatório não está
disponível na íntegra no site da entidade.
De acordo com Schmitt, “o modelo de software livre não produz inovação,
demanda mais mão-de-obra, remunera menos toda a cadeia produtiva, não é
autossustentável e seria praticamente inexistente sem o governo como
seu protagonista”.
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Paulo Francisco Slomp
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