Hoje a Rússia fechou a bolsa, só volta na terça-feira.

O companheiro do Lula, o Rafael Corrêa, prestes a dar outra carcada na
Petrobras, teve que recuar, adiou para mais um ano. A situação não
está boa.
E o nosso xeique do petróleo, que já estava até na OPEP e já estava
até dividindo a bufunfa do pré-sal, vai ter que ir com "menas" sede ao
pote....

vamos ver como se comportam os famosos índices de popularidade


*O lado B da crise O GLOBO EDITORIAL,*

A queda do preço do petróleo impulsionada pela crise mundial atinge em
cheio três países que dependem de altas cotações do produto para
manter projetos de poder de seus líderes. Trata-se da Venezuela de
Hugo Chávez, do Irã de Mahmoud Ahmadinejad e da Rússia de Vladimir
Putin. Uma coisa é bradar contra os EUA e bajular aliados com o
petróleo a US$ 147 o barril, como há três meses. Outra é fazêlo com o
barril na faixa dos US$ 70, como agora.

Chávez desafia os EUA, corteja a Rússia e abre caminho a petrodólares
para seu "socialismo bolivariano".

A farra de gastos assistencialistas internos elevou a inflação a 36%
ao ano, e o próprio Chávez admitiu que seus planos dependem do
petróleo na faixa de US$ 80 a US$ 90 o barril. A Venezuela já cancelou
a construção de uma refinaria na Nicarágua, de seu aliado Daniel
Ortega.

O Irã, que conta com a segunda maior reserva petrolífera do mundo, tem
também escorado nos petrodólares sua crescente influência sobre o
governo xiita do Iraque e o apoio aos radicais do Hezbollah, no
Líbano, e do Hamas, na Palestina.

Além disso, a receita do petróleo compensa as sanções externas contra
seu programa nuclear.

Dos três, a Rússia parece estar em melhor posição por ter aplicado
suas reservas em dois fundos de estabilização.

Mas, atingida pelo lado convencional da crise, já foi obrigada a
despejar bilhões de dólares para estabilizar bancos. A tendência de
baixa do petróleo, em função da queda da demanda internacional, pode
obrigar esses países a rever seus planos e levar suas lideranças a
pensar mais seriamente na diplomacia e na negociação como forma de
resolver pendências. Este seria um salutar subproduto da crise.
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