AKA, não faço a menor idéia do que você está querendo dizer...
 Pra inicio de conversa, houve uma anistia ampla no Brasil, e só
 esquerdista retrógrado e recalcado insiste em continuar mexendo
 nessas historias...  Elas são para serem deixadas de lado,  ao
 menos no que tange ao revanchismo.  A esquerda matou, o g*verno
 matou... cada um com suas vítimas, guerrilha é isso, vamos es-
 quecer esse assunto.

 E, pior, nada disso tem a ver com Lulla ou o g*verno atual.
 
 Quanto ao capital mandar no mundo, nao vejo nada de mais. É
 apenas a lógica das coisas, e é exatamente assim que deve ser.
 Queriam que mandasse quem, o MST ou o Sindicato das Empregadas
 Domésticas?   Pfffff....

  
                                 [ ] Rubens


-----Original Message-----
From: AKA
Sent: Tuesday, April 14, 2009 11:41
To: goldenlist-l
Subject: [gl-L] para rubão a VIDA não é APENAS em HD-TV
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Rubão,

a vida REAL  vai alem do que uma tela de TV e um moniitor lecedê...

ou vc acha que simplesmente os interesses economicos se extinguiram como um 
passe de mágica!

o lullinha paz&amor foi uma genial invenção marketeira que colocou tudo nos 
eixos, ou vc se esqueceu que na campanha, nas ultimas
semanas o poder economico começou a apoiar o candidato a começar pelo ex-dono 
da SHARP o straub empresario que estava falido

rubão mais um com passaporte para o pais dos tolos



se quiser uma fonte fria
http://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_Condor

se preferir algo mais serio
09/01/2001 - 09h35 

Resumão/atualidades - O Brasil e a Operação Condor 

ROBERTO CANDELORI
especial para a Folha de S.Paulo

Parece que o passado recente do Cone Sul se recusa a ficar submerso. Em maio 
último, foram encontrados em Assunção documentos
timbrados do Ministério do Exército do Brasil que comprovam o envolvimento de 
militares brasileiros com a Operação Condor, um
sistema de cooperação, sediado em Santiago, entre os regimes ditatoriais do 
Chile, da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, da
Bolívia e do Brasil para perseguir seus opositores nas décadas de 70 e 80.

Com o pretexto de impedir o avanço do "comunismo internacional" no continente, 
vários golpes militares aconteceram: Brasil (64),
Chile e Uruguai (73) e Argentina (76). Naqueles tempos de Guerra Fria, o centro 
dessa orientação geopolítica era o National War
College (NWC), em Washington. Para ampliá-la em direção à América Latina, 
surgiu, em 61, no Panamá, a Escola das Américas, com o
objetivo de formar oficiais para as ditaduras do continente e difundir os 
ideais de contenção presentes na Doutrina Truman (47).

Alinhado à estratégia americana, o Brasil criou, no final dos anos 40, a Escola 
Superior de Guerra (ESG), que desenvolveu, com a
participação de Golbery do Couto e Silva, as teses principais da Doutrina de 
Segurança Nacional, baseada nas noções de segurança e
desenvolvimento. Segurança pressupunha a luta contra o "inimigo interno", o 
militante de esquerda.

E desenvolvimento significava a adesão a um modelo econômico de integração ao 
mercado mundial capitalista. Norteados pela mesma
lógica, surgiram ainda o Serviço Nacional de Informação (SNI), que controlava 
os passos de cada suspeito, e a Lei de Segurança
Nacional (LSN) para punir manifestações de oposição ao regime.

Na contabilidade dos mortos e desaparecidos, o Brasil sofreu o menor número de 
perdas durante os anos do terror. Mas os documentos
secretos encontrados em Assunção e outros liberados nos EUA comprovam que 
militares brasileiros participaram da montagem da Dina,
o serviço secreto chileno. O SNI deu cursos de técnicas de interrogatório e 
tortura para oficiais chilenos. Lamentavelmente,
segundo dizem, chegamos até a exportar o famoso pau-de-arara.

A Lei da Anistia, de 79, quase "ampla, geral e irrestrita", pretendia encerrar 
esse período trágico da história brasileira. Trouxe
de volta os exilados e acabou beneficiando também aqueles que mataram e 
torturaram em nome do Estado. No entanto tudo indica que a
ferida permanece aberta, pelo menos enquanto dos arquivos do terror continuarem 
emergindo novos segredos.

Roberto Candelori é professor de atualidades e coordenador da Cia. de Ética















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