CC,
algem  tem ai, em mãos, só para lembrar o engenheiro (de elevador)
social(ista), aquele discurso do estadista camaleonico metendo (oppps) o pau
na Roseana Sarney


O País - Página 11
   *PT nacional impõe apoio a Roseana Sarney no MA*

*Leila Suwwan e Gerson Camarotti*

BRASÍLIA. O diretório nacional do PT aprovou ontem, por 43 votos a 30, com
duas abstenções, o apoio à reeleição da peemedebista Roseana Sarney como
governadora do Maranhão.

A decisão, após a revogação da decisão do diretório estadual de apoiar a
candidatura de Flávio Dino (PCdoB), levou militantes a protestarem e
insultarem dirigentes petistas. O deputado Domingos Dutra (PT-MA) começou
uma greve de fome.

Com a decisão, o PT cumpre as exigências do PMDB para a aliança nacional na
disputa presidencial, que será firmada nas convenções nacionais de hoje e
amanhã. Na semana passada, o diretório de Minas Gerais foi forçado a
endossar a chapa encabeçada por Hélio Costa ao governo do estado.

— O melhor para Dilma é estar neste palanque, mas nós respeitamos as
diferenças — argumentou o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra,
chamado de Hitler e fascista por petistas na porta do escritório do partido.

I n d a g a d o s e a d e c i s ã o também será benéfica para a população do
Maranhão, Dutra foi lacônico: — É o povo do Maranhão que vai decidir.

“Roma falou, assunto encerrado”, diz dirigente Na noite de ontem, o deputado
Domingos Dutra permanecia em vigília e em greve de fome, no plenário da
Câmara dos Deputados: — Não vou associar meu nome à bandalheira dos Sarney.

No Maranhão, a ala do PT contrária a Sarney ameaça abrir mão de
candidaturas, e alguns diretórios municipais organizam protestos. Apesar
disso, o presidente do PT no estado, Raimundo Monteiro, afirma que o racha
estadual está superestimado: — A eleição mais importante é da Dilma. Além
disso, já dizia o ditado em latim: Roma locuta, causa finita. Ou seja, Roma
falou, assunto encerrado.

O secretário nacional de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR),
também tentou minimizar: — Isso é uma briga deles lá, localizada. Nós
estamos pensando no Brasil. Não é o passado que nos move, é o futuro

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