Bem, aqui na alemanha os supermercados cobram pela sacola. Você tem que
levar a sua de casa, ou desembolçar 10 ou 15 centavos por cada sacola deles.
Mas é bem como a senhora falou, o lixo que separamos, tem que ir dentro de
sacos plásticos ( pelo menos os plásticos/embalagens) e o lixo resto de tudo
que não é dos outros), ou seja, nós temos q comprar os sacos no final das
contas ou então jogar sem o saco (é permitido), mas lavar a lixeira toda vez
depois né? Pq fica impossível. Pro bio-lixo, temos sacos de papel
apropriados, porém, temos que compra-los tbm.

 

Afim, particularmente eu não acho esse sistema mto funcional não. Imagino
que diminua um pouco, tem o povo que abusa das sacolas gratuitas, agora
apenas não dar a sacola não resolve o problema. Se houvesse 1 sistema de
recolhimento e reaproveitamento das sacolas, funcionaria melhor..

 

Kleine

 

De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em
nome de Rubens
Enviada em: sábado, 17 de julho de 2010 12:47
Para: [email protected]
Assunto: [gl-L] news: Entra em vigor no Rio a lei que restringe o uso de
sacolas plásticas descartáveis

 

  

Entra em vigor no Rio a lei que restringe o uso de sacolas plásticas
descartáveis 

Entrou em vigor nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro, a Lei 5.502/09,
que restringe o uso de sacolas plásticas no comércio. A
lei determina que o estabelecimento ofereça desconto de três centavos a cada
cinco produtos vendidos e disponibilize sacolas
ecológicas, caixas de papelão ou qualquer outra forma de transporte durável
para os clientes. 

De manhã, os órgãos de fiscalização fizeram a primeira vistoria em dois
supermercados da Tijuca, zona norte da cidade, para
averiguar se os estabelecimentos estão se adaptando à nova regulamentação.
Um dos supermercados foi notificado por descumprir os
requisitos. 

O ex-ministro do Meio Ambiente e deputado estadual Carlos Minc (PT), autor
da lei, lembrou que o Brasil usa por ano 18 bilhões de
sacolas plásticas. No Rio, são 2,4 bilhões por ano, cerca de 200 milhões por
mês. O objetivo da lei é reduzir substancialmente esses
números. 

A professora Lourdes Boscoli, de 67 anos, que estava no supermercado quando
os fiscais do Inea (Instituto Estadual do Ambiente)
chegaram, reclamou da operação e criticou a nova lei dizendo que foi "uma
jogada política em véspera de eleição e negativa para
todos". Para ela, ninguém vai deixar de usar a sacola de plástico por uma
questão de necessidade. "O lixo, por exemplo, só pode ser
colocado em plástico. Como a lei manda que você compre a sacola, o problema
ecológico vira financeiro. Isso beneficia o
supermercado, que vai vender, e as fábricas de sacos plásticos", disse a
professora.

[Folha Online]

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