AKA,

Você não se lembra daquele caso do Ministro dos Transportes, que ia de
carona com o filho (menor e em alta velocidade), que atropelou um homem e
não fugiu imediatamente... Durante o processo, o "dê vogado" justificou a
omissão de socorro "porque o indivíduo já estava morto".

Há também o pagodeiro Alexandre Pires, que imediatamente após ter atropelado
um motociclista acionou a assessoria de imprensa dizendo que "sofreu um
acidente", e que a culpa da morte foi a ausência de capacete.

Está tudo ao contrário...

Um abraço,
Javier


Em 23 de julho de 2010 10:43, AKA <[email protected]> escreveu:

>
>
> um pai que tenta ser conivente e não chamar o filho a responsabilidade é
> gente da pior especie
>
> um grupo de amigos já constituiu um jurista de renome para ajudar a mãe
> chamar o criminoso, os guardas e o estado à responsabilidade...
>
> na marcha da irresponsabilidade vigente, onde nem o presidente da republica
> respeita a lei, daqui a pouco o garoto seria acusado por andar na frente do
> carro em alta velocidade e a família obrigada pagar o conserto do carro...
>
>
>
> Rio - Página 20
>    *Apagando vestígios *
> Mecânico diz que pai de atropelador pediu pressa no conserto de carro
> danificado
>
> Uma nova testemunha do caso do atropelamento do músico e estudante Rafael
> Mascarenhas revelou à polícia que a família do motorista Rafael Bussamra, de
> 25 anos, tentou esconder as avarias no carro envolvido no acidente. O
> lanterneiro Paulo Sérgio Gentile Muglia, de 48 anos, contou ontem, em
> depoimento à 15º DP (Gávea), que o pai de Bussamra, Roberto Martins
> Bussamra, e um irmão do motorista, não identificado, deixaram o veículo na
> porta da oficina Grande Amigos, no bairro de Quintino, na Zona Norte, poucas
> horas após o acidente. O carro foi deixado no local por volta das 5h de
> terça-feira. O atropelamento aconteceu à 1h30m.
>
> Segundo o lanterneiro, eles telefonaram para o estabelecimento pela manhã e
> pediram para que o conserto do veículo, amassado e com um farol quebrado,
> fosse feito o mais rápido possível. Antes que o reparo fosse finalizado,
> segundo o lanterneiro, Bussamra voltou a ligar, por volta das 10h, e
> perguntou se o conserto já estava sendo feito. O lanterneiro teria
> respondido que já havia começado a trabalhar no veículo, mas o Bussamra
> pediu para cancelar o serviço, sem explicar o motivo. Depois desse contato,
> ninguém da família do motorista voltou a ligar para a oficina, garantiu o
> lanterneiro.
>
> Muglia disse que achou a situação estranha e ficou com a impressão de que
> havia vestígios de pele humana no para-choque: — Ele (o pai do atropelador)
> disse que queria o carro rápido e, em seguida, mandou parar o conserto.
>
> O pai e o irmão de Rafael Bussamra prestarão depoimento hoje aos agentes da
> 15º DP (Gávea). Segundo a titular da delegacia, Bárbara Lomba, na próxima
> semana serão ouvidos os policiais militares que prestaram socorro durante o
> acidente e os que liberaram o atropelador e seus amigos.
>
> *Estudante nega ter havido pega*
>
> Em outro depoimento ontem, o estudante que estava no banco do carona do
> Siena dirigido por Bussamra, identificado somente como André, negou que eles
> estivessem fazendo um pega. Segundo o advogado Paulo Márcio Ennes Klein,
> André contou que Rafael atravessou de repente, de skate, na frente do carro,
> e Bussamra chegou a frear e buzinar.
>
> No depoimento, André disse que não viu o amigo fazer a bandalha dentro do
> Túnel Zuzu Angel — ele usou irregularmente uma passagem de serviço para sair
> da pista no sentido São Conrado e pegar a de sentido Gávea, fechada para
> manutenção.
>
> Segundo o advogado, André disse também não saber o que Bussamra conversou
> com os PMs que abordaram o Siena na saída do Túnel Acústico.
>
>
>
>
> 

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