repassando

---------- Forwarded message ----------
 Fico impressionado com a falta de critério em definir a classe C e a classe
média.
Nada mais subjetivo que dizer " A classe média..." . Com qual critério?
Sempre houve três critérios independentes:
1) Critério ABA-ANEP - que fazia uma correlação de renda com posse de bens e
o modelo tentava agrupar em classes - A1, A2, B1, B2, C1, C2 D e E;
2) Critério do IBGE - baseado em S.M.s ;
3) Critério utilizado pela FGV do RJ - P.O.F.
 No meio empresarial era mais utilizado o primeiro critério que tenta
dividir em classes econômicas e não classes sociais. A bem da verdade é
MUITO difícil ter um critério SÓCIO-ECONÔMICO.
Vejo que a mídia utiliza o termo CLASSE MÉDIA sem nenhum dado objetivo.
Dessa forma a "CLASSE C" poderia ser 50 ou 100 MILHÕES.
 Fica aqui o alerta para lerem essas estatísticas com cuidado.


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 Classe média chega a 103 milhões de brasileiros e deve continuar a crescer,
diz Fazenda

Terça-feira, 10 de agosto de 2010 às 13:21

 9 de agosto de 2010 - A classe média continuará a expandir nos próximos
anos, de acordo com a publicação Economia Brasileira em Perspectiva
produzida pelo Ministério da Fazenda e divulgada hoje em Brasília. Entre
2008 e 2010, a estimativa da equipe econômica é que a classe C cresça 21,5%.
Neste ano, a classe C, mostra o relatório, já corresponde a 103 milhões de
brasileiros. O documento indica ainda que, desde 2002, cerca de 25 milhões
de pessoas foram incluídas no meio da pirâmide social.

Pelos números apresentados, a classe média que representava, em 2003, 37% da
população (66 milhões de habitantes) crescerá até 2014 para 56% (113
milhões). Por outro lado, a classe E cairá de 28% (49 milhões) para 8% (16
milhões). Os cidadãos com melhores condições de renda (classe A) passarão de
8% (13 milhões) para 16% (31 milhões) e a classe D será reduzida de 27% (47
milhões), em 2003, para 20% (40 milhões), em 2014.

O docum ento destaca ainda que, de 2002 até agora, o poder de compra das
classes sociais de menor renda evoluiu constantemente. Por essa análise, a
expectativa do Ministério da Fazenda é que a participação das classes C e D
aumente no ranking de potencial de consumo. Uma das justificativas dos
técnicos é o reflexo das condições favoráveis da economia “para as camadas
de menor renda”. Tiveram influência o “aumento do salário mínimo, o controle
da inflação, a geração de empregos, os benefícios sociais, como o Programa
Bolsa Família”, destaca o relatório.

(Agência Brasil)

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