Ela realmente deu uma escorregada na responta sobre as alianças. Neste ponto 
todos estão iguais. 
O PT que antes de ser governo abominava alianças, quando chegou ao poder 
aliou-se ao que há de pior na polpitica brasilera. E alardeia isso em nome da 
"governabilidade"(Cusp).
Tanto a Marina ontem e o Serra hoje, deixaram a desejar sobre a questão.
A dillma mentiu como antes e como vai mentir depois. Nisto ella teve um mestre 
imbatível: lulla.

Carlos Antônio.
  ----- Original Message ----- 
  From: Fabricio Augusto Souza Gomes 
  To: [email protected] 
  Sent: Wednesday, August 11, 2010 10:09 PM
  Subject: Re: [gl-L] Marina Silva no Jornal Nacional




  Sei lá, vou confessar uma coisa: não achei o desempenho dela tudo isso q 
estao dizendo não. Gosto dela, acho honesta, sem dúvidas parece ser uma pessoa 
correta e vencedora na vida (ate os 16 anos era analfabeta etc). Mas acho que 
se perdeu na resposta ao Bonner, sobre as alianças políticas. Muito dificil o 
PV governar sem fazer alianças, cedendo daqui, ganhando mais um pouco ali... 
não estou falando na aliança espúria feita pelo PT, mas o PV precisaria 
costurar acordos com políticos o mínimo comprometidos com o "lado negro da 
força". rs

  Pode ser apenas uma impressão minha.

  PS - Não vi ainda a Dilma e nem o Serra no JN pq nao estava em casa (Dilma 
dizem q foi muito mal, suou muito e mentiu nos numeros, como de hábito rs). 
Verei mais tarde, pela internet. Pode ser, de repente, para efeito de 
comparação, que eu possa vir a achar o desempenho da Marina superior ao de 
ambos.

  Abs

  FG


  Em 11 de agosto de 2010 21:53, SoniaRO <[email protected]> escreveu:

      
    Essa é minha esperança.



    Em 11 de agosto de 2010 08:16, AKA <[email protected]> escreveu:



      Sonia,
      a Marina pode não ganhar, mas leva a eleição para o segundo turno tirando 
os votos da foDILMA
      no segundo turno o embate direto Serra e Robot vai ficar patente o 
despreparo da cãodidata



      2010/8/11 SoniaRO <[email protected]>

          
        TO-MA-RA





        O País - Página 13
          
        Marina: sem alianças é mais fácil
        Em entrevista ao 'JN', a candidata do PV diz que Dilma e Serra 
repetirão governos que foram reféns do fisiologismo
        Fábio Brisolla e Paulo Marqueiro

        A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse 
ontem, durante entrevista ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, que é mais fácil 
fazer campanha sem alianças. E disse que seus adversários Dilma Rousseff (PT) e 
José Serra (PSDB) já estão comprometidos com aliados fisiológicos, como PMDB e 
DEM. Quando o apresentador William Bonner perguntou se, caso eleita, ela não 
teria dificuldades para conseguir apoios, respondeu: — Eu acho que é até mais 
fácil, porque eu fico olhando para a ministra Dilma (Rousseff) e para o 
governador (José) Serra, e eles já estão tão comprometidos com as alianças que 
fizeram. Eles só podem repetir mais do mesmo, como foi o governo do presidente 
Fernando Henrique, que ficou refém do fisiologismo dos democratas, e o do 
presidente Lula, que, mesmo com toda popularidade, acabou ficando refém do 
fisiologismo do PMDB.

        Apesar de criticar as alianças de PT e PSDB, Marina, 
contraditoriamente, afirmou que, se eleita, pretende governar com os dois 
partidos.

        — Estou dizendo que, se ganhar, quero governar com os melhores. E já 
estou dizendo que é fundamental o diálogo entre PT e PSDB. Quero governar com a 
ajuda deles. Vou compor a base de sustentação, respaldada pela sociedade, com 
essa ideia: que nós temos de acabar com a situação pela situação e a oposição 
pela oposição.

        E trabalhando a favor do Brasil. Quem pode estabelecer um ponto de 
união, entre forças que não conversam, e que nos oito anos se confrontaram, se 
chama Marina Silva.

        Pergunta sobre escândalo do mensalão causa desconforto Um dos momentos 
mais tensos da entrevista foi quando William Bonner perguntou à ex-ministra do 
Meio Ambiente de Lula se ela não sentiu desconforto com o escândalo do 
mensalão, quando ainda integrava o governo.

        — Sabia que estava combatendo por dentro e conseguiria sair vitoriosa — 
afirmou Marina, insistindo que condenou as irregularidades, mas continuou no 
governo para lutar pelas ideias que defendia.

        A verde disse que deixou o governo por discordar dos rumos da política 
ambiental: — Existe a ideia dentro do governo, na sociedade, de que meio 
ambiente e desenvolvimento são incompatíveis. Conheço empresas que já estão 
fazendo da defesa do meio ambiente uma grande oportunidade para gerar empregos, 
para gerar melhoria de vida para as pessoas.

        Quando Bonner insistiu sobre sua opinião em relação aos colegas de 
partido que deixaram a legenda depois das denúncias do mensalão, Marina disse 
que também ficou indignada: — Eu permaneci no partido e fiquei igualmente 
indignada, fiz combate a minha vida inteira contra a corrupção. Acho que é o 
pior câncer da sociedade, ninguém pode se vangloriar de ser honesto; ser 
honesto é uma condição do indivíduo. A pessoa tem de ser honesta como político, 
como professor, dona de casa, empregada doméstica.

        Candidata diz que aumentou número de licenciamentos Ao responder à 
pergunta sobre se durante sua gestão os licenciamentos ambientais não teriam 
sido mais demorados, atrasando obras de infraestrutura, Marina criticou 
veladamente o governo de Fernando Henrique Cardoso, antecessor de Lula.

        — O Ministério (do Meio Ambiente) estava desfigurado.

        Tive que fazer concursos.

        Quando começamos a arrumar a casa, aumentaram as licenças, de 145 por 
ano para 265. É possível aperfeiçoar, sem perda de qualidade, a infraestrutura 
do Brasil, que está colapsando.

        Numa resposta a Fátima Bernardes, Marina contestou a dúvida de que, se 
eleita, não teria quadros partidários suficientes para governar.

        — O PV tem alguns quadros.

        Quem disse que para governar tem que ser com os quadros do seu partido? 
O presidente Lula teve que governar inclusive com quadros do PSDB. Eu, quando 
estava no Ministério do Meio Ambiente, peguei as melhores pessoas que estavam 
na academia, que estavam na gestão pública, as pessoas mais competentes.

        Toda vez que precisei aprovar leis no Congresso, lei de gestão de 
florestas públicas, fundamental para o desenvolvimento sustentável, consegui 
aprovar os meus projetos com o apoio de todos os partidos, conversando com 
todos os partidos, isso é o que o Brasil precisa.

        O entrevistado de hoje no “JN” é o candidato do PSDB, José Serra. 
Amanhã, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) será entrevistado por três minutos.







    -- 

      Beijuzzzz
       







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  FG

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