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SR| 16 minutos é o que esta apresentação vai tomar do seu tempo.
| Muito bom para lembrar que somos parte de um todo e portanto,
| responsáveis, também, por tudo o que nos afeta.
| http://www.youtube.com/watch?v=SrONJfa9lZU
SENSACIONAL!!!... \O/
Infelizmente, a prática nem sempre pode seguir a teoria.
Quando eu fui síndico de meu condominio (por 3 anos), eu
o peguei com um déficit crescente e inumeras obras por
fazer: o predio estava detonado, piso estragado, area de
festas inusavel, portas de madeira podres, com rombos de
cupim, piso de todo o edificio detonado, pastilhas e
azulejos caindo, falta de pintura, problemas eletricos,
sistema anti-incendio inoperante, encanamento estragado
e com vazamentos, registros gerais da caixa d'água enfer-
rujados, bombas d'agua velhas e defeituosas, funcionarios
sem uniforme, moveis e equipamentos com mais de 20 anos
de uso, bla-bla-bla...
Quando entreguei, havia um folgado saldo positivo em caixa,
muitas obras realizadas (tudo o que eu citei eu arrumei, e
mais outras coisas) e um edificio tinindo de novo, pratica-
mente nao necessitando de mais nenhuma obra.
Para chegar a isso, alem de muita racionalizacao administra-
tiva e cortes de gastos, nao teve jeito: um dos motivos do
sucesso de fazer mais com menos foi a contratacao da equipe
de um mestre de obras que eu conheco ha anos (e que fez a
reforma do meu apartamento), o qual cobra pela mão-de-obra,
mas nao recolhe os impostos devidos. As obras necessarias,
alem de um melhor padrao de qualidade, custaram ao condominio
cerca de 50% dos orçamentos MAIS BARATOS apresentados por
empresas do mercado.
É muito bonito falar em "responsabilidade social" quando se
gere uma empresa lucrativa com orçamento de milhoes de dolares,
mas um condominio com pouco dinheiro para usar, foi melhor
negocio assim. Dei emprego a muitos (encanadores, eletricistas,
pintores, pedreiros, marceneiro... mas impostos nao foram
recolhidos sobre todo esse trabalho.
A vida tem dessas coisas.
[ ] Rubens
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