Polícia podre, totalmente corrompida.
Hj tinha blitz de IPVA ao meio-dia, fechando a unica via de entrada e saída
do bairro onde moro.
Blitz de IPVA numa sexta-feira, meio dia? Aham... sei...

FG

Em 27 de agosto de 2010 17:51, leni balthar <[email protected]>escreveu:

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> Rio de Janeiro Tiroteio em São Conrado: testemunha afirma que PMs
> receberam propina para deixar quadrilha circular 
> VEJA<http://twitter.com/VEJA> Homem
> cuja identidade é mantida em sigilo afirma que presenciou diálogo sobre
> pagamento de 60 mil reais a policiais militares do batalhão do Leblon
>
> Por trás das cenas assustadoras de tiroteio e invasão de um hotel na zona
> sul do Rio, no último sábado, começam a surgir suspeitas de um conhecido – e
> até o momento insolúvel – problema da segurança pública na cidade: a
> corrupção policial. O relato de um homem cuja identidade é mantida em sigilo
> levanta suspeitas de pagamento de propina a policiais militares do batalhão
> do Leblon, na zona sul do Rio – unidade encarregada do patrulhamento do
> bairro de São Conrado – para que, naquela madrugada, os traficantes em
> trânsito entre os morros do Vidigal e da Rocinha não fossem incomodados. Se
> a denúncia se confirmar, a conclusão será a de que o confronto armado que
> deixou uma pessoa morta e seis feridas foi fruto de um ‘mal-entendido’ entre
> policiais que receberam o dinheiro e os que desconheciam o acordo sinistro.
>
> Em uma denúncia feita à Rádio Bandnews FM, na quinta-feira, o homem afirma
> que o grupo de traficantes que deixou o Morro do Vidigal em direção à
> Rocinha havia pago 60 000 reais a PMs para circular livremente naquela
> noite, por causa de um baile funk.
>
> A Polícia Militar solicitou a íntegra da gravação à rádio para investigar o
> teor das denúncias e a veracidade das informações. “Os caras tinham dado
> naquela noite 60 000 para eles aliviarem porque tinha baile”, disse o homem,
> que afirmou ainda que há uma entrega de dinheiro semanal do tráfico para
> policiais do 23º BPM (Leblon).
>
> De acordo com as informações divulgadas pela rádio, o depoimento é de uma
> das 35 pessoas que ficou refém do bando na invasão da cozinha do hotel. O
> homem afirma ter ouvido dados sobre os pagamentos nas conversas entre os
> traficantes e relatou também que, dentro do hotel, os criminosos
> manifestavam preocupação com a possibilidade de o traficante Nem (Antônio
> Bonfim Lopes, que comanda a quadrilha que atua na Rocinha) ter sido
> capturado. Ao saberem, por telefone, que Nem tinha escapado, o bando
> comemorou.
>
> O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, admitiu que Nem
> teria participado do tiroteio na manhã de sábado. No episódio, uma mulher,
> que segundo a polícia integrava a quadrilha, morreu baleada. Seis pessoas
> ficaram feridas sem gravidade – quatro delas policiais militares.
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> Leni Balthar
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FG

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