ou seja, FUDEU, criaram OUTRO PAL-M.
On Thu, 23 Mar 2006 06:55:06 -0300 "Rubens" <[EMAIL PROTECTED]> wrote: R> TV digital quase brasileira R> R> Prioridade na escolha do padrão para a TV digital no Brasil, a incor- R> poração de tecnologias criadas no país ainda não tem o espaço definido R> nas negociações com o Japão e a Europa. R> R> Os japoneses prometem adaptar o middleware brasileiro e uma compactação R> de dados mais eficiente, mas representantes do padrão europeu questionam R> a viabilidade da alteração e admitem apenas adotar parte da solicitação R> nacional. R> R> O middleware é uma espécie de sistema operacional da TV digital, pla- R> taforma que permite rodar aplicativos como navegador de internet e R> listas com a programação de televisão. Um dos consórcios estabelecidos R> pelo Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e coordenado pela Uni- R> versidade Federal da Paraíba (UFPB) desenvolveu o FlexTV, middleware R> nacional e compatível com os três padrões existentes no mundo (ATSC, R> americano, DVB, europeu e ISDB, japonês). R> R> - É claro que incorporaremos o que fizer sentido para o mundo - afirma R> Mario Baumgarten , diretor de Tecnologia da Siemens e representante da R> Coalizão DVB Brasil, que reúne também Nokia, Philips, STMicroeletronics R> e Rohde & Schwarz. R> R> Yasutoshi Miyoshi, representante do grupo japonês, que inclui Sony, R> Semp Toshiba, NEC e Panasonic, afirma que a inclusão do FlexTV no ISDB R> é certo nas negociações com o governo brasileiro. Outro acerto é a R> substituição do padrão de compactação MPEG-2, predominante na TV R> digital mundial, pelo H.264. A tecnologia é uma evolução do MPEG-4, R> padrão mais recente do que o MPEG-2, e permite uma compactação 100% R> maior que seu antecessor. R> R> De acordo com Miyoshi, seriam necessários de três a seis meses para R> elaborar e desenvolver a nova especificação. R> R> Baumgarten, no entanto, questiona a viabilidade da alteração, explicando R> que o DVB europeu já aceita o MPEG4 e o H.264, compactação que seria R> adotada na França. "Os japoneses dizem que podem fazer mas não têm esta R> tecnologia no padrão", pondera. R> R> A utilização do H.264 no padrão japonês garantiria mais canais na faixa R> de 6 MHz, usada por cada canal analógico. A configuração original só R> permite a evolução da qualidade da imagem com alta definição, mas sem R> multiplicação de canais. Significa dizer que cada canal poderia abrigar R> dois em alta definição ou um de alta definição e dois ou três em definição R> standard, melhor que a analógica. R> R> Para Baumgarten, o processo de escolha do padrão que será adotado no R> sistema brasileiro é falho porque limita as negociações a comprovações R> teóricas. "O governo não está disposto a comprovar com testes o que é R> falado e baseia a decisão em informações. Algumas são fidedignas, outras R> não", questiona. R> R> Representantes do ISDB e de emissoras brasileiras afirmam que o DVB não R> teria robustez para aplicação no Brasil com as especificações que o país R> exige: alta definição, interatividade, portabilidade e mobilidade. O R> sistema não seria capaz de manter o sinal estável em locais remotos, de R> difícil acesso ou em movimento. Defensores do DVB garantem que o sistema R> é viável. R> R> - Se o governo solicitar, faremos testes para comprovar a qualidade do R> sistema - afirma Baumgarten. R> R> Na demonstração realizada pelo DVB este mês, a Rede Globo questionou a R> capacidade do padrão europeu na recepção doméstica. Fernando Bittencourt, R> diretor da Central Globo de Engenharia, diz que o padrão europeu não R> permite a transmissão simultânea em um único canal de 6 MHz de conteúdo em R> alta definição para recepção fixa, conteúdo interativo e programação para R> dispositivos portáteis. R> R> - A configuração utilizada nas demonstrações da USP foi usada inicialmente R> na Inglaterra e levou à falência as empresas que a adotaram. Depois do R> fiasco inicial houve uma mudança nas especificações para o reinício das R> operações - explica. R> R> A política industrial também é levada em conta pelo Brasil, combinando R> fatores que permitam o menor custo possível. Mas a adoção do H.264 R> exigiria a produção de equipamentos especiais para o mercado nacional. R> Há, no entanto, a tendência que países da América do Sul sigam a escolha R> brasileira. R> R> R> [JB Online] R> R> R> R> R> R> R> R> R> . R> R> R> R> --- R> R> Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. R> R> Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages R> R> Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages R> R> Yahoo! Groups Links R> R> R> R> R> R> R> R> Allgemeinen Anschulterlaubnis Cardoso <[EMAIL PROTECTED]> - SkypeIn: (11) 3711-2466 vida digital: http://www.contraditorium.com site pessoal e blog: http://www.carloscardoso.com --- Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages Yahoo! Groups Links <*> To visit your group on the web, go to: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/ <*> To unsubscribe from this group, send an email to: [EMAIL PROTECTED] <*> Your use of Yahoo! Groups is subject to: http://docs.yahoo.com/info/terms/
