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Enquanto isso... a farra continuará?

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Fa
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"É bom deixar a bebida. O mau é não se lembrar onde."
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Dirceu recorre ao STF para tentar reaver mandato


Quinta, 23 de março de 2006, 15h50

O ex-deputado José Dirceu (PT-SP) entrou nesta quinta-feira com um 
mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de 
reaver seu mandato, cassado pelo plenário da Câmara no dia 30 de 
novembro do ano passado. O prazo para ação contra a perda de mandato é 
de 120 dias após a condenação.

Dirceu, acusado de chefiar o suposto esquema do "mensalão" que seria 
pago pelo PT a parlamentares da base aliada para votarem com o governo, 
foi cassado por quebra de decoro parlamentar com um placar de 293 votos 
a favor e 192 contra, ficando inelegível por oito anos.

O pedido foi protocolado no STF, na manhã desta quinta-feira, pelos 
advogados de Dirceu, José Luís de Oliveira Lima e Rodrigo Dall'Acqua. A 
defesa sustenta que no processo por quebra de decoro parlamentar 
instaurado contra José Dirceu, a Câmara dos Deputados falhou por não 
conceder o princípio básico do direito de defesa garantido pela 
Constituição.

Na ação, a defesa argumenta que o relatório do deputado Júlio Delgado 
(PSB-MG) que defendia a cassação, aprovado no plenário da Casa no dia 30 
de novembro, tinha conteúdo diferente daquele que foi votado no Conselho 
de Ética. Dirceu foi acusado de quebra de decoro parlamentar, sob a 
acusação de chefiar o suposto esquema do mensalão, a distribuição de 
dinheiro pelo PT a parlamentares da base aliada. O processo contra 
Dirceu, na Câmara, foi aberto depois que o PTB, do deputado Roberto 
Jefferson, entrou com representação no Conselho, em agosto do ano passado.

Em outubro, o Conselho aprovou o relatório de Delgado que pedia a 
cassação de Dirceu. Seu advogado entrou com recurso no STF, no mesmo 
dia, requerendo que a votação fosse anulada pelo fato da testemunha de 
acusação - a presidente do Banco Rural, Kátia Rabello - ter sido ouvida 
pelo Conselho depois das testemunhas de defesa. Os ministros do STF 
deferiram a liminar em parte: mantiveram a votação, mas determinaram que 
todas as citações de Kátia Rabello no relatório do deputado Júlio 
Delgado fossem retiradas. Com a decisão, Delgado retirou os trechos do 
depoimento de Kátia Rabello e enviou novo relatório ao plenário.

Na ação impetrada hoje no STF, a defesa alega que o relatório modificado 
teria que ser submetido novamente ao Conselho, antes de seguir para 
votação no plenário. "Admitindo a hipótese de que não teria que voltar 
para o Conselho de Ética (o novo relatório), entendemos que o novo 
relatório do deputado Júlio Delgado deveria ter sido publicado, para que 
a defesa tivesse acesso a ele e, assim, fizesse a defesa no plenário. E 
isso não foi feito, apesar de termos requerido antes ao presidente da 
Câmara, Aldo Rebelo", explicou José Luiz Oliveira Lima.

Redação Terra


Retirado de
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI932055-EI306,00.html





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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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