Alguém aí conhece o SNEAKEMAIL?  www.sneakemail.com

Para esses cadastros com pequeno volume de dados (menos de 10 MB/mês),
não precisa nem pagar. Redireciona tudo para a(s) conta(s) que você
quiser, indicando de onde veio e quem vazou.

O Yahoo! Tem os e-mails descartáveis, mas só 10 por conta.

O [EMAIL PROTECTED] enviou outro serviço desses há tempos, ainda não testei.

Rafael

On 3/23/06, rubens_alves2000 <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> Publicitário desvenda esquema da "mala direta"
>
> SÃO PAULO - Um publicitário de São Paulo parece ter encontrado a
> resposta para um mistério irritante.  Ele descobriu como tantas
> empresas conseguem descobrir seu endereço e enviar milhares de
> correspondências indesejadas.  Ao inventar um código e um endereço
> de email, chegou ao responsável pelo vazamento das informações: a
> Receita Federal.
>
> Desconfiado, Aílton Tenório da Silva começou a investigar ao enviar
> a sua declaração de imposto de renda de 2003. Ele acrescentou as
> letras 'B', 'I' e 'R' ao seu endereço e criou também um endereço
> eletrônico exclusivo, pelo qual deveria receber toda e qualquer
> correspondência da Receita Federal.
>
> O que era uma simples suspeita virou confirmação. "Houve um vaza-
> mento, não há dúvida nenhuma disso. E veio de lá", afirma Aílton.
>
> A confirmação veio quando um dia o publicitário recebeu em casa uma
> oferta de cartão de crédito.  O banco enviou a proposta para o ende-
> reço só fornecido à Receita Federal.  Também a caixa postal criada
> exclusivamente para Receita Federal foi vazada e se encheu de pro-
> pagandas diversas, de revistas a pacotes de turismo e propostas de
> emprego.
>
> - Se saiu de dentro da Receita Federal meu endereço e a minha conta
> de email, podem ter saído também os meus dados financeiros, pessoais,
> qualquer outra coisa - suspeita Aílton.
>
> No centro de São Paulo, esses dados são mercadoria valiosa.  Não é
> difícil encontrar CDs com os chamados "mailing list" pelas badaladas
> ruas de comércio popular do centro.  Nas banquinhas de camelôs nas
> calçadas, um CD pode chegar a R$ 100.
>
> Um vendedor explicou à reportagem do Jornal Nacional o que o compra-
> dor encontra quando abrir o CD com os dados de 2004 do contribuinte:
> "aparece nome, endereço, bairro, CEP, telefone e CPF, cidade e
> estado", disse ele, sem saber que estava sendo gravado.
>
> Quem trabalha no ramo admite: o negócio é arriscado. "Isso aí é
> proibido, meu. Você sabe que é proibido isso aí, né?", diz outro
> ambulante, também sem desconfiar da filmagem.
>
>
> [Globo Online]


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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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