O Rafael esclareceu tudo.
 
Carlos Antônio.
 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, March 30, 2006 11:51 PM
Subject: Re: [gl-L] Será que era só isso que eles queriam?

O homem é tenente brigadeiro. Para ele aquela época devia ser melhor mesmo.

Rafael

On 3/30/06, antonio kleber de araujo <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>
>
> Esta vai pro cardosinho...  significativamente num 30 de março...
>
>
>
> AGORA SE SABE O QUE ELES QUERIAM!
>
>          31 de março de 1964 – Com o País próximo do caos, as famílias nas
> ruas, já desesperadas, em uníssono com a imprensa majoritária, pedem socorro
> às Forças Armadas, a única Instituição Nacional ainda sob controle, no
> Brasil. Também assediadas, porém, começavam a revelar os primeiros sinais de
> desagregação dos seus pilares básicos da Disciplina e da Hierarquia.
>
>             Os poderes Legislativo e Judiciário tombavam inertes, impotentes
> ante a conivência do Executivo com a balbúrdia, este, chefiado por
> personalidade pusilânime e submissa, dominada por praticantes extremados de
> ideologias radicais.
>
>             Era preciso agir rapidamente, antes que fosse tarde demais.
> Assim, mais uma vez, os cidadãos fardados se apresentaram em defesa da
> Pátria ameaçada, com o objetivo único de restabelecer a ordem institucional
> no País.
>
>             Desde os primeiros momentos, foi necessário o uso forte da
> autoridade para que os objetivos fossem alcançados, no mais curto prazo
> possível, entretanto, sem ruptura da base institucional republicana.
>
>             Foram vinte-e-um anos de trabalho árduo e construtivo, com
> planejamento e competência, que nos levaram da 45a, à 8a. economia do
> planeta, registrando, nesse período, a média anual de cerca de 7% de
> crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional – marca jamais atingida
> em qualquer outro governo na história do Brasil.
>
>             A sociedade vivia em paz, com segurança e farta oferta de
> empregos, usufruindo de contínuo crescimento tecnológico e das
> disponibilidades de energia, transporte e comunicações, juntamente a
> inúmeros outros benefícios sociais e estruturais, que não cabem aqui ser
> enumerados.
>
>              Inconformada com a frustração de seus planos de dominação, uma
> minoria sectária deu início, de forma subterrânea e covarde, a uma seqüência
> de ações de violência urbana, nelas incluídos, entre outros, os seqüestros e
> assaltos a bancos, além de assassinatos de inocentes e de "justiçamentos"
> selvagens. Desempenharam, assim, o papel de verdadeiros precursores das
> ações de terrorismo indiscriminado e inconseqüente, que, hoje, têm seus
> seguidores nos atores do crime organizado, que apavora a sociedade indefesa.
>
>             Depois, vieram os governos da Nova República e, com eles, um
> longo período de recessão econômica (1985 a 2006) que continua até hoje.
> Tais governos, gradativamente, foram sendo exercidos por políticos
> oportunistas, que se tornaram simpatizantes dos ex-guerrilheiros, sem
> conseguir recuperar o ritmo de crescimento anterior.
>
> Finalmente, em 2003 deu-se a subida, ao poder, do partido liderado pelos
> representantes legítimos dos "heróis da resistência".
>
> A expectativa era enorme: "Agora, sim, vamos romper com o FMI, dar um calote
> na dívida externa, o País vai crescer, e o povo vai ter mais emprego com
> melhores salários".
>
> Nada disso aconteceu, a não ser as indenizações milionárias com dinheiro do
> povo, para alguns privilegiados, concedidas pelos, antes, sóbrios
> companheiros "guerrilheiros" que, agora, se refestelaram no Poder e, pasmem,
> assustaram a Nação com a prática do maior esquema de corrupção institucional
> já visto, sem paralelo, inclusive, no campo internacional.
>
> Instalaram-se as CPMI, instauraram-se processos judiciais paralelos, com o
> inesgotável crescimento de uma extensa relação de nomes daqueles que
> praticaram essas ilegalidades. Alguns notórios líderes partidários,
> verdadeiros ícones da "resistência", agora surpreendidos com a "mão na
> massa", envergonharam o sistema político e a própria Nação Brasileira,
> interna e externamente.
>
> Diante dessa desenfreada distribuição do dinheiro público, tendo, como
> beneficiários, os próprios membros do partido do governo que "chafurdaram"
> no pote de ouro roubado à Nação, por meio dos superfaturamentos de serviços
> prestados às empresas públicas, pergunta-se:
>
> Foi para isso que eles praticaram tantas atrocidades para a conquista do
> Poder?
>
> Será que era só isso que eles queriam?
>
> Ten.-Brig. Ivan Frota
>
> Presidente do Clube de Aeronáutica
>


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