2006/3/30, Julio Arruda <[EMAIL PROTECTED]>:
AGORA SE SABE O QUE ELES QUERIAM!
31 de março de 1964 – Com o País próximo do caos, as famílias nas
ruas, já desesperadas, em uníssono com a imprensa majoritária, pedem socorro
às Forças Armadas, a única Instituição Nacional ainda sob controle, no
Brasil. Também assediadas, porém, começavam a revelar os primeiros sinais de
desagregação dos seus pilares básicos da Disciplina e da Hierarquia.
Os poderes Legislativo e Judiciário tombavam inertes,
impotentes
ante a conivência do Executivo com a balbúrdia, este, chefiado por
personalidade pusilânime e submissa, dominada por praticantes extremados de
ideologias radicais.
Era preciso agir rapidamente, antes que fosse tarde demais.
Assim, mais uma vez, os cidadãos fardados se apresentaram em defesa da
Pátria ameaçada, com o objetivo único de restabelecer a ordem institucional
no País.
Desde os primeiros momentos, foi necessário o uso forte da
autoridade para que os objetivos fossem alcançados, no mais curto prazo
possível, entretanto, sem ruptura da base institucional republicana.
Foram vinte-e-um anos de trabalho árduo e construtivo, com
planejamento e competência, que nos levaram da 45a, à 8a. economia do
planeta, registrando, nesse período, a média anual de cerca de 7% de
crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional – marca jamais atingida
em qualquer outro governo na história do Brasil.
A sociedade vivia em paz, com segurança e farta oferta de
empregos, usufruindo de contínuo crescimento tecnológico e das
disponibilidades de energia, transporte e comunicações, juntamente a
inúmeros outros benefícios sociais e estruturais, que não cabem aqui ser
enumerados.
Inconformada com a frustração de seus planos de dominação, uma
minoria sectária deu início, de forma subterrânea e covarde, a uma seqüência
de ações de violência urbana, nelas incluídos, entre outros, os seqüestros e
assaltos a bancos, além de assassinatos de inocentes e de "justiçamentos"
selvagens. Desempenharam, assim, o papel de verdadeiros precursores das
ações de terrorismo indiscriminado e inconseqüente, que, hoje, têm seus
seguidores nos atores do crime organizado, que apavora a sociedade indefesa.
Depois, vieram os governos da Nova República e, com eles, um
longo período de recessão econômica (1985 a 2006) que continua até hoje.
Tais governos, gradativamente, foram sendo exercidos por políticos
oportunistas, que se tornaram simpatizantes dos ex-guerrilheiros, sem
conseguir recuperar o ritmo de crescimento anterior.
Finalmente, em 2003 deu-se a subida, ao poder, do partido liderado pelos
representantes legítimos dos "heróis da resistência".
A expectativa era enorme: "Agora, sim, vamos romper com o FMI, dar um calote
na dívida externa, o País vai crescer, e o povo vai ter mais emprego com
melhores salários".
Nada disso aconteceu, a não ser as indenizações milionárias com dinheiro do
povo, para alguns privilegiados, concedidas pelos, antes, sóbrios
companheiros "guerrilheiros" que, agora, se refestelaram no Poder e, pasmem,
assustaram a Nação com a prática do maior esquema de corrupção institucional
já visto, sem paralelo, inclusive, no campo internacional.
Instalaram-se as CPMI, instauraram-se processos judiciais paralelos, com o
inesgotável crescimento de uma extensa relação de nomes daqueles que
praticaram essas ilegalidades. Alguns notórios líderes partidários,
verdadeiros ícones da "resistência", agora surpreendidos com a "mão na
massa", envergonharam o sistema político e a própria Nação Brasileira,
interna e externamente.
Diante dessa desenfreada distribuição do dinheiro público, tendo, como
beneficiários, os próprios membros do partido do governo que "chafurdaram"
no pote de ouro roubado à Nação, por meio dos superfaturamentos de serviços
prestados às empresas públicas, pergunta-se:
Foi para isso que eles praticaram tantas atrocidades para a conquista do
Poder?
Será que era só isso que eles queriam?
Ten.-Brig. Ivan Frota
Presidente do Clube de Aeronáutica
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N�o leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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