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23/03/2006 01:08

Filmes raros e antigos de graça na internet. E legais.


Filmes que caíram em domínio público podem ser baixados legalmente em 
sites como Veoh, Eol e Public Domain Torrents. Há muitas raridades e 
várias obras dos anos 60 e 70.

Por Paulo Rebêlo, com Folha de Pernambuco.


Os amantes do cinema clássico acabam de ganhar fortes aliados na 
internet. A partir de um movimento de resgate cinematográfico que usa a 
web para divulgar filmes raros, qualquer pessoa pode se tornar um 
colecionador profissional, sem precisar pagar pequenas fortunas.

São filmes que caíram em domínio público ou tiveram o direito autoral 
expirado, hoje disponíveis gratuitamente na web para download ou 
visualização em tempo real – de forma completamente legalizada.

Imagine as primeiras séries de “Flash Gordon”, as primeiras encenações 
de “O Fantasma da Ópera”, clássicos de Cary Grant e iguarias do cinema 
europeu e asiático, tudo à distância de um clique.

Sabe aquele filme que você assistiu há 30 anos e, na época, já era 
considerado “antigo” e depois, nunca mais achou em locadora ou em 
qualquer outro lugar? Pois saiba que raridades assim podem estar, neste 
exato momento, em processo de digitalização e indo para a internet, em 
um processo legal e sem a alcunha de pirataria. Empresas americanas e 
entusiastas da sétima arte estão vasculhando arquivos públicos, em busca 
de filmes cujo status seja de “domínio público”, para transformar da 
película para formato digital.

É um processo similar ao que ocorre com livros, músicas e outras obras 
autorais. A depender da lei de cada país, após um determinado período de 
tempo (décadas), o copyright do filme expira e ele pode ser exibido em 
público sem o pagamento de direitos autorais.

Três empreendimentos se destacam: o Veoh,
http://www.veoh.com/
um dos serviços mais profissionais e organizados; o Emol,
http://www.emol.org/movies/
que é meio bagunçado, porém mais fácil para encontrar relíquias do 
cinema e raridades exóticas; e o Public Domain Torrents,
http://www.publicdomaintorrents.com/
por onde os usuários podem usar o software/protocolo Bittorrent para 
fazer o download legalizado de filmes para assistir no DVD, no iPod e 
até mesmo no Playstation Portátil.

Apesar de o enfoque dos sites ser de filmes antigos, há várias obras dos 
anos 60 e 70 também disponíveis sem copyright, com atores consagrados da 
“Sessão da Tarde”. Sonny Chiba, Richard Chamberlain, Lee Van Cleef e 
Chuck Norris, por exemplo, também figuram entre os principais destaques 
do Public Domain Torrents, em filmes de ação que se perderam no tempo.
Legalidade conquista adeptos

Ao entrar no mundo dos filmes raros, você também conhecerá um pouco da 
história do cinema se tiver curiosidade de pesquisar. Vários são 
ganhadores de Oscars ou, no mínimo, receberam premiações internacionais 
ou se consagraram com o público da época.

É possível encontrar o primeiro registro de “O Fantasma da Ópera” 
(1925), “A Marca do Zorro” (1920) e relativamente recentes como “A Noite 
dos Mortos-Vivos” (1968). Tudo gratuito, com a opção de fazer download 
para o computador e, depois, gravar para assistir no DVD da sala.

Foi movida por um simples trabalho de faculdade que a designer de jogos 
Drussila Hollanda tornou-se colecionadora de filmes clássicos de terror 
e, principalmente, da época do expressionismo alemão. “A dificuldade 
sempre foi encontrar os DVDs, ou até mesmo em VHS, mas pude conferir que 
muitos filmes que procurava são de domínio público e estão nesses sites 
para download”, comemora. Drussila ainda gosta de garimpar os sites do 
Mercado Livre, do eBay (leilão virtual) e as livrarias em busca das 
raridades.

Outro colecionador amador é Fernando Vasconcelos, bastante conhecido 
pelos cinéfilos pernambucanos por ser o autor do Kinemail,
http://www.kinemail.com.br/
boletim e site especializado em crítica dos filmes em cartaz na cidade. 
“No meu caso, só coleciono os medalhões, como filmes de Sergio Leone, 
Billy Wilder e outros famosos, então é mais fácil encontrar nas lojas. 
Obras menos conhecidas, de fato, não dá para achar por aqui”, lamenta. E 
é justamente esse público de usuário que faz a festa nos sites do Public 
Domain Torrents e Emol, principalmente.
Aprenda a assistir o filme escolhido

Nos três sites analisados pela Folha de Pernambuco Informática, os 
filmes estão à distância de um clique ou após um rápido cadastro, também 
gratuito, como é o caso do Veoh. No Emol, há três opções de qualidade: 
baixa, média e original. A baixa é para assistir apenas por curiosidade, 
com a qualidade de imagem ruim. A média, com um pouco mais de nitidez. E 
a original, é o arquivo bem grande (600 a 700 Mb) com o filme inteiro, 
que pode ser guardado no computador ou gravado para DVD ou CD.

Para colecionar ou assistir ao filme confortavelmente, com imagens 
melhor definidas, com resolução superior, o ideal é escolher a melhor 
qualidade. Lembre-se: a maioria dos filmes são regravações dos originais 
em 16mm (película), ou seja, independentemente do fator “qualidade” na 
opção do download, a imagem nunca será igual a um DVD comercial. É quase 
como um programa gravado da televisão ou um VHS antigo. Tudo é bastante 
variável, visto que há filmes mais conservados e outros, nem tanto.
Sem a web, gravações seriam quase impossíveis

O diretor do Veoh, Dmitry Shapiro, explica que o site começou como um 
aglomerado de filmes amadores. As pessoas fazem um curta-metragem e 
adicionam ao banco de dados da empresa, separado por categorias e 
votação popular. Shapiro notou uma demanda crescente por clássicos de 
Hollywood e, desde o mês passado, começou a oferecer obras com status de 
domínio público, sem problemas com a lei.

Somente na base do Veoh, são 90 filmes “cult” em domínio público. “Se 
não fosse a internet, as pessoas não teriam acesso a essas raridades. 
Achá-los é bastante difícil, colecionar, então, é quase impossível”, 
alegra-se Shapiro, acrescentando que a vida dos colecionadores agora vai 
ficar bem mais fácil.

Quem é especialista em dificuldade para conseguir obras raras é o 
colecionador Cláudio Brayner, dono da Classic Video,
http://www.classicvideo.com.br/
com um acervo pessoal que ultrapassa 11 mil filmes. “Comecei em 1985, 
pouco depois do surgimento do videocassete. Foram anos de noites e 
madrugadas acordado, gravando filmes da TV aberta e fechada para o 
vídeo”, relembra Brayner, considerado pela crítica especializada como um 
dos maiores colecionadores do País.

“Aqui no Brasil só existem mais quatro ou cinco pessoas com um acervo 
similar ao meu”, adianta. Na opinião do Brayner, com o advento do DVD 
ficou bem mais fácil colecionar filmes e a internet facilita mais ainda. 
Até a metade dos anos 90, ele aumentava a coleção trazendo filmes em 
viagens para o exterior ou em feiras internacionais de cinema.

Tanta dedicação não é fácil. “Meu acervo fica numa sala climatizada, 
onde ninguém tem acesso, somente eu. Não empresto, não alugo e não 
vendo”, antecipa Brayner, que também faz gravações por encomenda e 
disponibiliza uma lista no site da locadora.
De olho no conteúdo agregado

Assim como ocorre na eterna discussão sobre CDs piratas, com os filmes 
não há tanta diferença sobre o gosto do consumidor, principalmente para 
quem gosta de guardar capas e material adicional. “Eu nunca baixo filmes 
da internet, só compro em lojas, porque sou daqueles que gostam de ter a 
capa, as caixinhas e tudo que tenho direito”, explica Fernando 
Vasconcelos, do Kinemail.

O colecionador Lula Cardoso Ayres Filho, responsável pelo acervo com 
mais de 3 mil filmes em película do Instituto Lula Cardoso Ayres, também 
não simpatiza com a idéia de fazer download dos filmes. “Mesmo o filme 
sendo de domínio púbico, eu prefiro comprar. Mesmo sabendo que não é 
pirataria, prefiro pagar pelo trabalho autoral, pelo conteúdo agregado”, 
diz. “Acho a iniciativa bem interessante. Ver no computador as obras 
clássicas é muito válido como conhecimento, mas não simpatizo muito com 
a idéia de não pagar”, completa Ayres, que sequer pega filmes em locadora.

“Não alugo. Se gosto de filme, prefiro comprar para colecionar. E hoje 
em dia, com TVs por assinatura e canais especializados em filmes, não 
vejo necessidade de locadoras”, opina. Ayres recomenda o site Internet 
Movie Database (IMDB),
http://www.imdb.com/
o Silent Era
http://www.silentera.com/
(especializado em cinema mudo) e, para compras, a Amazon.
http://www.amazon.com/
“É incrível como encontramos raridades na Amazon, com qualidade 
excelente de imagem e a um preço bem barato.

[Webinsider]


Retirado de
http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2771


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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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