Kleber,
 
É uma análise bem real do Lula. Ele é quase tudo o que está descrito. Só acho que mesmo considerando a sua
ingenuidade, ele não é "tão ingênuo" assim.
 
Carlos Antônio.
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, April 05, 2006 2:04 PM
Subject: [gl-L] ENC: Uma visão sobre o PresiMente de plantão....

Só para jogar um pouqionho de lenha nas chamas. PresiMENTE LULLA é otimo

 


 

Uma visão sobre o PresiMente de plantão....

 

Eu acho que na comparação com os outros presidentes, Lula é uma tragédia. Ele deixou a impressão de que a corrupção penetra em todas as instâncias do governo.

..

Podemos é comparar Lula com Collor, pelo menos no que diz respeito à loucura. Collor era um louco. No governo, viveu uma fantasia, perdeu o controle e também tentou negar a realidade

...

O caso de Lula, na verdade, é ainda mais complicado do que o de Collor e Jânio. Lula é um coitado. Está desnorteado, não entende o ambiente onde se meteu. Ele é ingênuo. Os outros pelo menos sabiam o que estava acontecendo.

.....

Nada menos do que quatro presidentes brasileiros foram destituídos no período democrático: Getúlio Vargas, Jango, Jânio e depois Collor. E agora temos o Lula, que não chegou a ser destituído, mas que praticamente perdeu a capacidade de governar

...

Lula ficou anestesiado ante a crise. Perdeu o controle das emoções, e até defendeu a mãe em seus discursos. Esse negócio de defender a mãe é um sinal típico do político que não sabe o que fazer. Eu acho que o Lula ficou desnorteado em Brasília. Ele fica lá, rodeado de conselheiros e, quando pode, se distrai com a idéia de viajar, de receber presidentes de outros países. Ele não tem a tranqüilidade de um político experiente nesses protocolos. Infelizmente, parece que o Lula não teve a capacidade de manter o balanço mental em uma situação que o deixava confuso. Na minha opinião, o Brasil está assistindo praticamente à desintegração de um homem.

 

Entrevista com Thomas Skidmore na Revista Amanha do Terra.

Entrevista Completa no link abaixo:

http://amanha.terra.com.br/edicoes/217/entrevista.asp

 

O brasilianista Thomas Skidmore compara o presidente Lula a Jânio Quadros e Collor (“eram todos loucos”) e garante: só uma profunda reforma política será capaz de livrar o país das maluquices das urnas

 

 

Marcos Graciani

 

Já se vão 37 anos desde que Thomas Skidmore começou a estudar o Brasil. Natural de Ohio, nos Estados Unidos, Skidmore migrou para o calor do Rio de Janeiro no início dos anos 60 e, logo depois do golpe militar, lançou seu primeiro livro: Politics in Brazil 1930-1964: An Experiment in Democracy. A obra se tornou um clássico entre os “brasilianistas” – como são conhecidos os estrangeiros que estudam o Brasil. Hoje, aos 73 anos, ele dirige o Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Brown, nas proximidades de Boston. Se o conhecimento acumulado na carreira foi suficiente para entender o país? “Só às vezes”, responde ele, rindo. “Aí o Brasil elege um louco e não se entende mais nada”, arremata nesta entrevista concedida a AMANHÃ.

 



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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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