Mas Cardoso, os gringows foram para o Iraque matar ou morrer. Aí no
Rio, quem toma chope em Copacabana só quer levar a vida numa boa e
curtir a tarde. Uma coisa é ir (aliás, ser enviado, pois os chefes não
vão) para a guerra, outra, muito pior, é viver ou tentar viver dentro
dela. A bagunça no Rio é a infeliz conseqüência natural de décadas de
desmazelos continuados. A guerra no Iraque é artificial, teve um
início deliberado e consciente, com data definida, para fins
indesculpáveis. Então, guerra pra quê?
Ou seja, a diferença é que, no Rio, a violência é uma conseqüência. No
Iraque, a causa.
É isso que quero enfiar na cabeça dura dos dois, nem que seja à força.
Rafael
Em 08/04/06, Cardoso<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> Uai, mas é verdade... em números absolutos não dá nem pra chamar de
> guerra, qualquer Rio de Janeiro mata mais do que iraque.
>
> É muito mais seguro ser soldado no Iraque do que tomar choppe em
> Copacabana.
>
---
Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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