Oi Antônio Kleber

Bom dia, lindinho :)

Acho que tô ficando velhinha, velhinha...

Cada dia acho que nada mais tem jeito...  :(

-- 
Beijins
Fa
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"SP não pode parar porque não tem estacionamento." - Regina Casé
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AKA wrote:

> fatima,
> olha este embuste tb:
> 
> **
> Best Cars Web Site <http://www2.uol.com.br/bestcars/bestcars.htm>     Do 
> Banco do Motorista <http://www2.uol.com.br/bestcars/colunas.htm>
> 
> *O mundo dos aventureiros*
> 
> *De repente, todo mundo parece querer se meter numa
> aventura, mas com carros que são apenas fachadas*
> 
> *por Bob Sharp*
> 
> Que há uma nova e forte onda — gigante —, a dos carros aventureiros, 
> todo mundo já sabe. Uma importante revista especializada mensal publica 
> na edição de maio uma avaliação de nove veículos "aventureiros urbanos", 
> o que mostra que a nova tendência é séria e certamente forte o bastante 
> até mesmo para eclipsar outra, a da preparação de carros (não vou dizer 
> o nome disso em inglês, mas o leitor já sabe do que estou falando).
> 
> Quando a Ford lançou o EcoSport, há pouco mais de dois anos, achei uma 
> tremenda de uma forçação de barra o mote "Bem-vindo à vida", comumente 
> aplicado à capa do protuberante estepe pendurado na traseira — capaz de 
> amassar o capô do carro de trás numa encostada inadvertida a 0,5 km/h... 
> E dia desses vi a estranha mensagem de novo, só que em inglês, "Welcome 
> to life"...
> 
> O fato é que a indústria automobilística está aí é para vender carro 
> mesmo, e se o mercado gostou da idéia, nada mais natural que parta para 
> produzi-los. Isso levou o contingente de "aventureiros" a aumentar de 
> maneira quase exponencial. Afinal, diz uma velha regra de /marketing/ 
> que "a isca tem de agradar ao peixe, não ao pescador". Não me cabe aqui 
> analisar a questão do ponto de vista psicológico, mesmo porque não tenho 
> qualificação para tanto, mas que essa invasão é intrigante, é.
> 
> É tão intrigante que vi, atônito, uma peça de informação à imprensa da 
> General Motors falando do Celta Off-Road. "Puxa, mais um", logo pensei, 
> imaginando um Celta de suspensão levantada e pneus mistos, acompanhado 
> de reformulação nas relações de marchas e diferencial, e possivelmente 
> propulsionado pelo motor de 1,4 litro, mais adequado do que o 1,0 para 
> enfrentar as dificuldades inerentes ao uso fora da estrada. Só que 
> prosseguindo na leitura, a (desagradável) surpresa: não se tratava de 
> uma nova versão do modelo de sucesso produzido em Gravataí, RS, mas de 
> um conjunto de peças para ser montado em concessionária.
> 
> Entre essas peças, os tais "pára-choques de impulsão", proibidos na 
> União Européia há dois anos por constituírem elementos bastante 
> contundentes num atropelamento. Usá-los lá, só no mato. De volta às ruas 
> e estradas, têm de ser desmontados. Pior ainda é que a GM os aplicou 
> também na traseira, onde não podem ter nenhuma utilidade, a não ser a de 
> aumentar os danos no veículo de trás em caso de colisão. No conjunto 
> Celta Off-Road há também estribos laterais — num carro de 1,42 metro da 
> altura e a cerca de 14 cm do solo...
> 
> Mas o mais chocante, na acepção pejorativa da palavra, foi o que a GM 
> informou no texto dirigido à imprensa: "O preço é mais acessível, pois a 
> GMB não perdeu tempo em desenvolver recursos que o cliente não irá 
> utilizar (suspensão mais alta, transmissão diferente) ou, se utilizar 
> estes recursos no ambiente /off-road/, isso não irá determinar uma 
> /performance/ efetivamente /off-road/."
> 
> O leitor não deve estar acreditando no que leu, certo? Dou-lhe inteira 
> razão, porque não é mesmo para acreditar que um fabricante do porte, 
> tradição e importância da GM tenha chegado a esse nível de desprezo pelo 
> consumidor, além de afirmar que lançou uma versão sem tê-lo feito 
> efetivamente. Tudo em nome do atendimento rápido à demanda oriunda de 
> uma onda, a tal invasão. Jogo de cintura assim, até eu.
> 
> O lado que considero mais grave da nova tendência "aventureira" é a 
> banalização do /off-road/, uma atividade divertida e sobretudo séria, 
> que muitos praticam em busca do (real) espírito aventureiro, de chegar a 
> locais ermos, de sentir a natureza bem de perto. Uma maneira de se 
> afastar desse mundo complicado, tumultuado e violento por algumas horas 
> e relativamente perto de casa. Só que o próprio nome diz, / off-road/, 
> fora da estrada: é necessário utilizar um veículo que tenha capacidade 
> de tração coerente e possa transpor altos obstáculos sem deixar a parte 
> mecânica na terra.
> 
> É exatamente disso que os "aventureiros" são incapazes. São todos de 
> tração dianteira, sem diferencial autobloqueante 
> <http://www2.uol.com.br/bestcars/glo/glo.htm#dife> e — com exceção da 
> linha Adventure da Fiat — utilizam pneus convencionais para asfalto. 
> Esse conjunto os habilita, no máximo, a trafegar em estrada de terra 
> desde que o piso esteja seco, que as rampas a enfrentar sejam camaradas 
> e que a superfície não seja tão irregular.
> 
> A banalização deve ser combatida, qualquer que seja ela, pois ela nos 
> tira o foco da questão. Um exemplo é o "paredão" do /Big Brother 
> Brasil/, da TV Globo, alardeado com gracejo pelo apresentador e 
> excelente jornalista Pedro Bial: é no paredão, ou /paredón/, que são 
> executados por fuzilamento os condenados à morte. Portanto, deixemos o 
> nome /off-road/ para os veículos que realmente tenham essa capacidade.
> 
> Chega-se à decepcionante constatação que de aventureiro mesmo só o 
> admirado visual. Como se fosse um cenário de filme, uma fachada de casa 
> que nada tem no lado de dentro. O único aventureiro autêntico desse 
> grupo é o EcoSport 4WD, um tração-dianteira que passa a 4x4 quando há 
> demanda, ou seja, os sensores de rotação nas rodas, componentes do freio 
> ABS, detectam maior velocidade das rodas dianteiras do que as traseiras 
> e um inteligente acoplamento viscoso engata parcialmente a tração 
> traseira, sem que o ou a motorista precise agir. Se for necessário 
> tração igual nos dois eixos, um mecanismo de bloqueio pode ser acionado 
> para anular a ação do acoplamento viscoso. Mesmo assim o EcoSport 4WD 
> tem limitações, como a falta de caixa de redução, essencial em fortes 
> pendentes tanto para subir como para descer.
> 
> Não é objetivo desta coluna desencorajar as pessoas a adquirir seu 
> veículo "aventureiro" ou criticá-las por embarcar numa onda sem muito 
> sentido, mas é impossível deixar de achar tudo isso muito estranho. 
> Fazendo um jogo de palavras com a famosa citação da mulher de César — 
> "não basta ser honesto, tem de parecer honesto" —, na questão dos 
> aventureiros "não basta parecer honesto, tem de ser honesto".
> 
> Aventura fica bem melhor com um veículo /off-road/ de verdade.
> 
> * Coluna anterior <http://www2.uol.com.br/bestcars/colunas2/b200b.htm>*
> 
> *Colunas <http://www2.uol.com.br/bestcars/colunas.htm> - **Página 
> principal* <http://www2.uol.com.br/bestcars/bestcars.htm>* - * * 
> Escreva-nos <http://www2.uol.com.br/bestcars/form-banco.htm>** - ** 
> Envie por e-mail 
> <http://www2.uol.com.br/cgi-bin/parcerias/envianoticia/envian.cgi?%20user=bestcars>*
> 
> Data de publicação: 14/5/05
> 
> © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados
> 
> 
> 
> On 4/8/06, *Fatima Conti* <[EMAIL PROTECTED] 
> <mailto:[EMAIL PROTECTED]>> wrote:
> 
> 
>     Oi
> 
>     Quem ganha o que com o atraso?
> 
>     --
>     Beijins
>     Fa
>     ----------------------------------------------------------------
>     "Brasil? Fraude explica." - Carlito Maia
>     ----------------------------------------------------------------
> 
> 
>     A tecnologia automotiva no Brasil
> 
>     Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
>     Publicada em 06 de abril de 2006 às 08h00
>     Atualizada em 06 de abril de 2006 às 17h50
> 
> 
>     São Paulo -
> 
>     Mesmo com avanços internacionais, poucas montadoras nacionais
>     apresentam
>     opções tecnológicas para os motoristas.
> 
>     O avanço da tecnologia embarcada, porém, suscita debates sobre a
>     distração do motorista durante uma viagem com tantos aparatos. Em
>     dezembro de 2003, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu a
>     instalação de telas LCD no painel do veículo, alegando que o item
>     poderia distrair o condutor.
> 
>     No começo de março deste ano, uma nova resolução permitiu a instalação
>     de aparatos visuais no banco na frente, desde que sejam desligados
>     quando o carro esteja em movimento. A mesma restrição foi imposta aos
>     sistemas de localização por GPS: ao invés de mostrar um mapa, a tela
>     deverá exibir apenas a direção que o usuário precisa tomar (como "virar
>     à direita" ou "seguir em frente").
> 
>     Enquanto modelos de fora, como o próprio S550, projetam a direção na
>     parte inferior do pára-brisa, para que o motorista não perca a atenção
>     na estrada enquanto guia, nenhum modelo nacional se enquadra nas
>     exigências do órgão por um simples motivo: a onda da tecnologia
>     embarcada ainda engatinha no País.
> 
>     Entre as principais montadoras que funcionam em território nacional, as
>     tecnologias mais avançadas disponíveis para compra passam longe do
>     computador de bordo e dos sensores inteligentes para estacionamento.
> 
>     As linhas Stilo, Idea e Marea da montadora italiana Fiat contam com os
>     modelos BT, que apresentam interface Bluetooth para ligar o
>     alto-falante
>     do veículo ao celular do motorista, o que substitui os simplórios
>     falantes que precisam ser conectados ao isqueiro do carro para evitar
>     multas pelo uso do telefone no trânsito – multa de 76,88 reais e quatro
>     pontos na carteira.
> 
>     Já o modelo Picasso, da Citröen, vem com tocador de DVD e tela de sete
>     polegadas posicionadas logo atrás do motorista, para a diversão de quem
>     viaja no banco traseiro. Outra tecnologia que pode ajudar motoristas
>     mais distraídos são os sensores que, incluídos no pára-choque, emitem
>     sons sempre que um obstáculo se aproxima.
> 
>     A maioria das montadoras, porém, não possui tecnologias próprias. Tanto
>     Volkswagen como Fiat, General Motors, Honda e Citröen têm modelos com
>     rádio que toca arquivos em MP3 de fábrica. Os aparelhos, no entanto, não
>     representam especificamente tecnologia automotiva das montadoras, mas de
>     empresas parceiras, como Pioneer e Kenwood.
> 
>     Se as montadoras não apresentam muito entusiasmo, não se pode falar o
>     mesmo do governo brasileiro. A Prefeitura da cidade de São Paulo já
>     aproveita a relação entre tecnologia e veículos no controle do trânsito,
>     com a introdução de etiquetas RFID em carros selecionados para a
>     medição
>     da velocidade do tráfego em grandes avenidas paulistanas.
> 
>     Nem mesmo a já popular conexão para iPods, presente em carros de mais de
>     20 montadoras internacionais, como Ferrari e Alfa Romeo, está presente
>     no país. A ausência da conexão para o mais popular player digital em
>     veículos ilustra bem a condição do Brasil quando é assunto é tecnologia
>     embarcada: estamos ainda muito mais para fita cassete do que para MP3
>     player.
> 
> 
> 
>     Leia também
>      >Carros high-tech: PCs sobre rodas
>     
> http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2006/04/06/resolveuid/1fcef98e97e23cc3f5b059dee5c8625e
>      >Álbum de fotos: carros que estacionam sozinhos
>     http://idgnow.uol.com.br/galerias/tecnologia_embarcada/IDGPhotoAlbum_view
> 
> 
>     Retirado de
>     
> http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2006/04/06/idgnoticia.2006-04-05.2516882502/IDGNoticia_view
> 


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